Author: cafonso
Date: Sun Aug 19 14:11:49 2007
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 <chapter id="social-infrastructure">
 
-<title>Infraestrutura Social e Política</title>
+<title>Infra-estrutura Social e Política</title>
 
 <simplesect>
 
@@ -40,24 +40,24 @@
 podres podem estragar toda a caixa, pelo menos durante algum tempo.</para>
 
 <sect1 id="forkability">
-<title>Ramificabilidade</title>
+<title>Bifurcabilidade</title>
 
 <para>O ingrediente indispensável que serve de argamassa a que os programadores
 se mantenham unidos num projecto de software livre e os leva a estarem 
disponíveis
-para o compromisso quando necessário é a 
<firstterm>ramificabilidade</firstterm>: a
+para o compromisso quando necessário é a 
<firstterm>bifurcabilidade</firstterm>: a
 capacidade de qualquer pessoa a partir de uma cópia do código fonte e usando-o 
como
-base começar um projecto concorrente, conhecido como <firstterm>ramo 
(fork)</firstterm>.
-A coisa paradoxal é que é esta <emphasis>possibilidade </emphasis> de ramos é
-normalmente uma força muito maior nos projectos de software livre que os 
-ramos reais, os quais são muito raros. Porque um ramo é mau para toda a gente
+base começar um projecto concorrente, conhecido como 
<firstterm>bifurcação</firstterm>.
+A coisa paradoxal é que é esta <emphasis>possibilidade </emphasis> de 
bifurcações é
+normalmente uma força muito maior nos projectos de software livre que as 
próprias 
+bifurcações, as quais são muito raras. Porque uma bifurcação é má para toda a 
gente
 (por razões explicadas em detalhe em
 <xref linkend="forks"/><phrase output="printed"> em
 <xref linkend="managing-volunteers"/></phrase>), quanto mais
 séria uma ameaça de ramificação fica, mais as pessoas estão dispostas a 
 efectuar um compromisso para a evitar.</para>
 
-<para>Os ramos, ou o potencial para o seu surgimento melhor dizendo, é
-a razãi pela qual nos projectos de software livre não há verdadeiros
+<para>As bifurcações, ou o potencial para o seu surgimento melhor dizendo, é
+a razão pela qual nos projectos de software livre não há verdadeiros
 ditadores. Pode parecer uma afirmação surpreendente, tendo em conta a 
 frequência com que se ouve falar de "ditador" ou de "tirano" num dado
 projecto de «open source». Mas este tipo de tirania é especial, muito
@@ -102,95 +102,92 @@
 <sect1 id="benevolent-dictator">
 <title>Ditador Benevolente</title>
 
-<para>The <firstterm>benevolent dictator</firstterm> model is exactly
-what it sounds like: final decision-making authority rests with one
-person, who, by virtue of personality and experience, is expected
-to use it wisely.</para>
-
-<para>Although "benevolent dictator" (or <firstterm>BD</firstterm>)is
-the standard term for this role, it would be better to think of it as
-"community-approved arbitrator" or "judge".  Generally, benevolent
-dictators do not actually make all the decisions, or even most of the
-decisions.  It's unlikely that one person could have enough expertise
-to make consistently good decisions across all areas of the project,
-and anyway, quality developers won't stay around unless they have some
-influence on the project's direction.  Therefore, benevolent dictators
-commonly do not dictate much.  Instead, they let things work
-themselves out through discussion and experimentation whenever
-possible.  They participate in those discussions themselves, but as
-regular developers, often deferring to an area maintainer who has more
-expertise.  Only when it is clear that no consensus can be reached,
-and that most of the group <emphasis>wants</emphasis> someone to guide
-the decision so that development can move on, do they put their foot
-down and say "This is the way it's going to be."  Reluctance to make
-decisions by fiat is a trait shared by virtually all successful
-benevolent dictators; it is one of the reasons they manage to keep the
-role.</para>
+
+<para>O modelo <firstterm>ditador benevolente</firstterm> é exactamente
+aquilo que parece: a autoridade final de tomada de decisão fica com essa
+pessoa, que, por virtude da sua personalidade e experiência, se espera
+que faça um uso sábio da mesma.</para>
+
+<para>Embora "ditador benevolente" (ou abreviadamente 
+<firstterm>BD</firstterm>) seja o termo normalmente usado para este
+papel, seria melhor pensar nele como "árbitro aprovador pela comunidade"
+ou "juiz". Geralmente os ditadores benevolentes não tomam de facto todas
+as decisões ou mesmo a maior parte. É improvável que essa pessoa possa
+ter a perícia suficiente para consistentemente tomar boas decisões em todas
+as áreas de um projecto, e de qualquer modo, os programadores de qualidade
+não ficam excepto se tiverem alguma influência na direcção do projecto.
+Assim os ditactores benevolentes normalmente não ditam muito. Em vez disso
+deixam as coisas funcionar por si através de discussão e experimentação
+sempre que possível. Participam nessas discussões eles próprios, mas como
+programadores normais, normalmente delegando numa pessoa da área da
+manutenção que tenha mais conhecimento. Só quando é claro que não se
+está a alcançar consenso e a maior parte do grupo <emphasis>quer</emphasis>
+alguém que guie a decisão de modo a poder prosseguir." A roletância em
+tomar decisões por decreto é um traço partilhado virtualmente por todos
+os ditadores benevolentes bem sucedidos. É uma das razões porque conseguem
+manter esse papel.</para>
 
 <!-- For link compatibility with a previous misspelling. -->
 <simplesect id="benevolent-dictator-qualifications"></simplesect>
 <sect2 id="benevolent-dictator-qualifications">
-<title>Who Can Be a Good Benevolent Dictator?</title>
+<title>Quem Pode Ser um Bom Ditador Benevolente?</title>
+
+<title>Quem Pode Ser um Bom Ditador Benevolente?</title>
 
-<para>Being a BD requires a combination of traits.  It needs, first of
-all, a well-honed sensitivity to one's own influence in the project,
-which in turn brings self-restraint.  In the early stages of a
-discussion, one should not express opinions and conclusions with so
-much certainty that others feel like it's pointless to dissent.
-People must be free to air ideas, even stupid ideas.  It is inevitable
-that the BD will post a stupid idea from time to time too, of course,
-and therefore the role also requires an ability to recognize and
-acknowledge when one has made a bad decision&mdash;though this is
-simply a trait that <emphasis>any</emphasis> good developer should
-have, especially if she stays with the project a long time.  But the
-difference is that the BD can afford to slip from time to time without
-worrying about long-term damage to her credibility.  Developers with
-less seniority may not feel so secure, so the BD should phrase
-critiques or contrary decisions with some sensitivity for how much
-weight her words carry, both technically and psychologically.</para>
-
-<para>The BD does <emphasis>not</emphasis> need to have the sharpest
-technical skills of anyone in the project.  She must be skilled enough
-to work on the code herself, and to understand and comment on any
-change under consideration, but that's all.  The BD position is
-neither acquired nor held by virtue of intimidating coding skills.
-What <emphasis>is</emphasis> important is experience and overall
-design sense&mdash;not necessarily the ability to produce good
-design on demand, but the ability to recognize good design, whatever
-its source.</para>
-
-<para>It is common for the benevolent dictator to be a founder of the
-project, but this is more a correlation than a cause.  The sorts of
-qualities that make one able to successfully start a
-project&mdash;technical competence, ability to persuade other people
-to join, etc.&mdash;are exactly the qualities any BD would need.  And
-of course, founders start out with a sort of automatic seniority,
-which can often be enough to make benevolent dictatorship appear the
-path of least resistance for all concerned.</para>
-
-<para>Remember that the potential to fork goes both ways.  A BD can
-fork a project just as easily as anyone else, and some have
-occasionally done so, when they felt that the direction they wanted to
-take the project was different from where the majority of other
-developers wanted to go.  Because of forkability, it does not matter
-whether the benevolent dictator has root (system administrator
-privileges) on the project's main servers or not.  People sometimes
-talk of server control as though it were the ultimate source of power
-in a project, but in fact it is irrelevant.  The ability to add or
-remove people's commit passwords on one particular server affects only
-the copy of the project that resides on that server.  Prolonged abuse
-of that power, whether by the BD or someone else, would simply lead to
-development moving to a different server.</para>
+<para>Ser um BD exige uma combinação de traços. Necessita, primeiro que
+tudo, uma sensibilidade grande sobre a sua própria influência no projecto,
+que por outro lado trás auto-controlo. Nos primeiro estadios de uma 
+discussão, não deve exprimir opiniões e consulsões para evitar que os
+outros achem inútil efectuarem dissidências. As pessoas têm que ser livres
+de se exprimirem, mesmo ideias estúpidas. É inevitável que o próprio
+BD exprime de tempos a tempos uma ideia estúpida também e, é claro, 
+o papel exige também a capacidade de reconhecer quando se toma uma má
+decisão; embora isto seja um simples traço que <emphasis>qualquer</emphasis>
+bom programador deva ter, em especial se se mantiver no projecto a longo
+prazo.A grande diferença é que o BD pode de vez em quando cometer asneiras
+sem se preocupar com a perca de credibilidade. Programadores menos seniores
+podem não se sentir tão seguros e portanto o BD deve usar fraseologia 
+cuidadosa nas critícas ou decisões contrárias sopesando as palavras
+tanto tecnicamente como psicologicamente.</para>
+
+<para>O BD <emphasis>não</emphasis> necessita de ter as capacidades 
+técnicas afiadas de qualquer pessoa no projecto. Deve ter as capacidades
+suficientes para trabalhar no código, mas é tudo. A posição de BD
+não é adquirida em virtude das capacidades de codificação intimidatórias.
+O que <emphasis>é</emphasis> importante é experiência e sentido de concepção
+geral, não necessariamente capacidade de produzir boa concepção a pedido, 
+mas a capacidade de reconhecer uma boa concepção independentemente da 
+sua origem.</para>
+
+<para>É comum o ditador benevolente ser o fundador do projecto, mas isto
+é mais uma correlação do que uma cusa. Todos o tipos de qualidades que 
+tornam uma pessoa capaz de ser bem sucedida no início de um projecto, &mdash;
+competência técnica, capacidade de persuadir outras pessoas a juntarem-se, etc 
&mdash; são exactamente as capacidades que qualquer BD necessitaria. E claro
+os fundadores começam logo com uma espécie de senioridade automática,
+que pode ser suficiente para tornar a ditadura parecer o caminha da menor
+resistência para todos aqueles a que diga respeito.</para>
+
+<para>Lembrar que o potencial de bifurcação dá para os dois lados. Um BD
+pode bifurcar um projecto como qualquer outra pessoa e alguns fizeram-no
+ocasionalmente, quando acharam que a direcção que queriam tomar para
+o projecto era diferente da da maioria dos outros programadores. Devido 
+à bifurcabilidade não importa se o ditador benevolente é root (tem 
+previlégios de administração) nos servidores principais do projecto ou
+não. As pessoas falam por vezes do controlo do servidor como se fosse a 
+última fonte de poder num projecto quando tal é irrelevante. A capacidade
+de adicionar ou remover as palavras de passe das pessoas num determinado
+servidor afecta só a cópia do projecto aí residente. Um abuso prolongado
+do poder, pelo BD ou por outra pessoa, simplesmente levaria a que o 
+desenvolvimento passasse para outro servidor.</para>
 
 </sect2>
 
-<para>Whether your project should have a benevolent dictator, or would
-run better with some less centralized system, largely depends on who
-is available to fill the role.  As a general rule, if it's simply
-obvious to everyone who should be the BD, then that's the way to go.
-But if no candidate for BD is immediately obvious, then the project
-should probably use a decentralized decision-making process, as
-described in the next section.</para>
+<para>Se o seu projecto deve ter um ditador benevolente ou se seria melhor
+gerido com um sistema menos centralizado depende largamente em quem está
+disponível para preencher os papeis. Como regra geral se é simplesmente
+óbvio quem deva ser o BD então esse é o caminho a seguir. Mas se não houver
+um candidato imediatamente óbvio, então o projecto deve ter um processo
+de tomada de decisão descentralizados, como o descrito na próxima 
secção.</para>
 
 </sect1>
 

_______________________________________________
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