Em Sex, 2006-10-27 às 19:33 -0300, Ricardo L. A. Banffy escreveu:
> Essa idéia é muito perigosa - quase podemos dizer que software GPL3 não
> deve ser usado em aplicações críticas em que vidas humanas dependam de
> seu funcionamento correto, porque os dispositivos que empregam software
> GPL3 são, necessariamente, adulteráveis.
Sim.
Note, no entanto, que o licenciamento em GPLv2 não traz este problema.
Se o fabricante alterar os sistemas, as melhorias devem ser enviadas à
comunidade, beneficiando a todos.
No entanto, ele pode gerar um hash do software ou uma assinatura,
adicionando-o ao equipamento, de forma a evitar o uso de imagens
binárias adulteradas.
Âmbos os lados ganham com o uso, pelo fabricante, do GPLv2:
a comunidade, com as inovações introduzidas pelo fabricante;
o fabricante, com um software de melhor qualidade;
o usuário, com um produto seguro.
>
> Na verdade, nunca tinha pensado por esse lado.
>
> Joao S. O. Bueno Calligaris wrote:
> > Ok, mas então você entende o problema: na prática, esses sistemas
> > embarcados assinados não são livres.
>
> _______________________________________________
> PSL-Brasil mailing list
> [email protected]
> http://listas.softwarelivre.org/mailman/listinfo/psl-brasil
> Regras da lista:
> http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/PSLBrasil/RegrasDaListaPSLBrasil
Cheers,
Mauro.
_______________________________________________
PSL-Brasil mailing list
[email protected]
http://listas.softwarelivre.org/mailman/listinfo/psl-brasil
Regras da lista:
http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/PSLBrasil/RegrasDaListaPSLBrasil