Em 01/01/2010, às 21:14, Ricardo Bánffy escreveu:

> Não acho que o cretino do Icaza possa ser afetado com isso. Não é como
> se ele não soubesse.
> 
> Quer apostar quanto ele ainda vai ganhar uma posição confortável de
> tech-lead em alguma coisa Microsoft?
> 
> Não seria nem a primeira vez.
> 
> 2010/1/1 Cláudio Sampaio <pat...@gmail.com>:
>> 2010/1/1 Silas Silva <sila...@gmail.com>
>>> 
>>> Há centenas de outros documentos (muita coisa), inclusive uma proposta
>>> de para governo e educação em países desenvolvidos e subdesenvolvidos
>>> que cita o Brasil:
>>> 
>>> http://groklaw.net/pdf/iowa/www.iowaconsumercase.org/011607/9000/PX09683.pdF
>>> 
>> 
>> Não tem algo de .Net não? Isso seria ótimo pra esfregar na cara da galera do
>> MONO, principalmente o Cretino de Icaza.
>> 
>> Esses documentos são extremamente odiosos. São fatos como esse que me levam
>> a perguntar por que ainda há apologistas da Microsoft, inclusive nessa
>> lista.
>> []s,
>> Patola
>> --

Só li este link (os outros não funcionaram pra mim). O e-mail simplesmente 
entrega toda a estratégia da MS para competir no setor educacional de 2002 até 
2007. Há um trabalho de inteligência impressionante e números exatos. Pelo que 
me lembro dos fatos dos últimos anos (acordos educacionais com governo 
brasileiro em vários níveis - federal, estadual e municipal; participação em 
programas com financiamento de instituições estilo Banco Mundial, etc; e outros 
acontecimentos), parece que a estratégia foi seguida à risca.

Pode ser um pouco tarde, mas talvez este documento seja bastante interessante 
para quem está tentando implantar SL em Escolas Públicas, Universidades e mesmo 
telecentros, já que um dos objetivos da estratégia era "How to effectively win 
against the no-cost/low-cost competitor in large government deals (i.e. 'Don't 
lose to Linux').". 

O mais curioso é o apêndice ao final. Lá eles citam as contas ganhas, as 
perdidas e as "ameaças" (de perda?). No meio, tem o governo do Brasil, mas a 
única razão considerada para este "status" é o **custo**. Achei curioso porque 
em outras contas/países eles incluem razões adicionais, como 
"Linux/StarOffice", "parceria com a Sun", "Think com" (???), "Govt 
endorsement", etc. **Nenhuma** destas foi incluída no caso do Brasil, só custo 
mesmo. 

Tendo em vista o que aconteceu de 2002 pra cá, não dá o q pensar? 

[ ]s,

OJr.
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