Eu quero só complementar a fala de Humberto a mais outros critérios de
"seleção" profissional como IRA da faculdade, nota de ENADE, diplomas de
Mestrado, Doutorado, MBA, Curso a distância de corte e costura e etc. Acho
que cada empresa tem seus critérios que tentam separar o joio do trigo, por
exemplo, uma empresa gigantesca onde a computação não é seu fim(ex.
Petrobras) não vai sair caçando na internet as contribuições do camarada
para  o mundo do software livre, nem quantas competições de programação o
cara ganhou e etc, ele vai querer saber dos diplomas e pronto. É forma
simples e eficiente de não pegar um cara que não sabe de nada(num to dizendo
que o cara é bom ok ?!).

Já uma empresa que tem a computação como fim sabe qual tipo de profissional
ela precisa, e se ela precisa do "the best of <insiria aqui a região onde
você vai procurar o seu empregado>" vai ter suas ferramentas para avaliar o
champs.

Acho que isso até serve de base para nós profissionais focarmos nossa
carreira...então amiguinho, se você quer passar num concurso e ser feliz
eternamente com aquele salário do edital, termine sua graduação e se
matricule na Polycursos(se você num for muito bom de portugues e outras
matérias que não eram exigidas na faculdade). Se você quer trabalha pra uma
empresa onde seu trabalho é tão reconhecido quanto o da menina que serve
café, emtupa seu currículo com "papéis" reconhecidos pelo "mercado"(mercado
tem vários significados ok? aqui estamos usando o mercado que exige um papel
pra dizer que você é bom, vulgo dinossauros corps), ou seja, graduação,
pós-graduação, curso de 5S, curso de trabalho em grupo, curso de inglês,
curso de japones etc. Agora se você que ter sua própria empresa ou trabalhar
para uma empresa onde tem a computação como fim, simplesmente acumule
conhecimento, ...graduação, mestrado, curso de corte custura vai até lhe
ajudar no processo, mas com certeza nenhum curso vai estar tão atualizado
com as novidades do mercado(aqui sim me refiro ao real mercado, aquele que
está em busca de soluções eficientes e com custos cada vez menores)...ah
faça seu curso de línguas, inglês + espanhol e se o japão estiver comprando
tudo no momento...por que não japonês?!

Gustavo Ribeiro

2009/9/4 Humberto Diogenes <[email protected]>

>
> Em 04/09/2009, às 15:27, PEdroArthur_JEdi escreveu:
>
>  Retomando essa discussão, e relembrando algo que comentei com o
>> Karlisson, após a reunião do PSL-RN, nesse último sábado.
>>
>> Qual a opnião das empresas quanto a regulamentação? Alguma empresa se
>> mostrou contra? Até agora não ouvi falar de nenhuma que fosse contra.
>> A não ser que todas elas estejam com medo de se pronunciar, parece que
>> estão considerando a proposta benéfica.
>>
>
> E eu também não ouvi falar de nenhuma que fosse a favor. Me parece que você
> quer acreditar que as empresas estão julgando a proposta benéfica.
>
> Não sei de que tipo de empresa você está falando, mas fique registrado aqui
> que a Diginet é contra.
>
> Linus Torvalds criou o Linux sem diploma. Steve Wozniak criou o Apple II (e
> praticamente inventou o computador pessoal como conhecemos hoje) sem
> diploma. E podemos buscar inúmeros outros exemplos... Isso já é prova mais
> do que suficiente que regulamentação == atraso.
>
>
> --
> Humberto Diógenes
> http://humberto.digi.com.br
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