Não vou fazer flame Miguel. É como tu disseste. Há de tudo em todo o lado. Há maus, bons e excelentes.
Em relação a pessoas darem-se como experts de cada coisa, lá está, cada um diz aquilo que quer e depois é responsável por aquilo que diz. Há em todo o lado, em todas as faculdades e em todas as pessoas. No curso em caso, com disse, tem a ver com o tipo de orientação que dás, escolhas que fazes e a paixão que metes nas coisas que fazes. Obviamente eu posso tirar um curso destes e posso-te dizer que há pessoas no meu curso que tiveram Flash e não percebem nada, basta ver por aquilo que já fizeram, assim como conheço muita gente que se deu muito bem e está agora em bons empregos e alguns em bons sítios. Há de tudo, 3D, programação e outra coisas, basta cada um tentar direccionar o estudo para o que mais queres, mas isso acontece em qualquer ado. Tiveste uma má experiência, assim como outros tiveram boas. Em relação a alguns profs isso é que já discordo um pouco. No caso dos de programação e OOP, são pessoas que dão também alguns na FEUP e muitos deles trabalham no INESC e outros na TecMaia.. Outra coisa, e como referi no meu post, o curso em questão é de multimédia e não de engenharia de software ou coisa que o valha. Em relação a professores que dão coisas que até nem querem venha o primeiro e diga que nunca o fez.. Não existe... Também como disse, o curso foi todo repensado há dois anos e devido a bolonha e penso que esteja bastante melhor... Penso que tiveste uma má experiência mas daí a tirar todo o tipo de conclusões ainda vai um bocado e generalizar é um pouco grave mas aceito. É a opinião de cada um. Cumprimentos, Mauro Martins. Em 2009/04/17, às 11:55, Miguel Vaz escreveu: > > > Perdoem o atraso mas permitam-me concordar e discordar. > > Falaram no ISMAI (Mauro), e, pela experiência que tive em trabalhar > com algumas pessoas de lá, pelo que conheço do curso, professores e > afins, permitam-me o desabafo que, para AS3, flash (flex é > esquecer), e programação orientada para a internet, é sofrível. > Conheci casos de professores que deram flash e que eles próprios não > distinguem uma classe de uma função, e não por serem maus > professores, apenas porque, por circunstância (e talvez má gestão da > entidade), foram "obrigados" a darem aulas de matérias que não estão > de todo à vontade. É muito bonito dizer que se deu java, asp, php, > oracle, as400 na faculdade (eu dei, e mais nomes estranhos que ficam > bem no currículo), quando na realidade apenas se deu umas luzes, uns > exercícios superficiais. Cá fora isso nunca chega, é uma realidade > totalmente diferente do que ensinam nas faculdades. Regressando ao > ISMAI, também acho que existe uma arrogância elitista que me tira do > sério. Valoriza-se demasiado títulos e não valor. Não discuto > algumas áreas, como o 3d, que me pareceu aceitável, mas para a > internet, deviam seriamente repensar o curso, as matérias e > principalmente os professores. Tive vários professores e alunos do > ISMAI a trabalhar comigo e, muito sinceramente, programação > orientada para a internet não é apanágio do curso, ficando os > licenciados muito mal preparados para o mundo real(tm), e pior, sem > saber que estão mal preparados. Vi casos que me foram apresentados > como peritos em PHP e flash, e quando iniciaram o trabalho tinham > dificuldade até em aceder a uma simples base de dados. Não vou > entrar em discussões de âmbito curricular, de orçamentos, que > faculdades e professores são melhores, etc. Esta é uma opinião > pessoal pela experiência que tive em lidar com a instituição, > professores e alunos. E uma opinião de foro profissional e > relacionada com programação/internet, não a nível pessoal ou sobre > áreas em que as pessoas que referi são mais eficientes. Ainda hoje > tenho como amigos várias pessoas do ISMAI que respeito seriamente, > pessoalmente e profissionalmente...mas não as deixava chegar perto > de qualquer tipo de programação. ;-) > > Tudo se resume ao óbvio, já dito aqui várias vezes - paixão. Conheço > imensas pessoas com cursos que mereciam chicotadas por terem > oportunidades, boas bases e conseguirem mesmo assim ser burros > (mentalmente e emocionalmente), alguns outros que cresceram com o > que lhes foi fornecido e levaram os conhecimentos além do curso, e > ainda outros tantos sem curso que largamente ultrapassam em > conhecimentos alguns licenciados. Existe de tudo, e tudo dependendo > do quanto se gosta do que se faz, e do quanto se quer perseguir a > nossa paixão. Existem recursos quase infinitos disponíveis para quem > os quiser ler e utilizar, que desculpa temos para não recorrermos a > eles? > > ISMAI, ISEP, XGER ou outra qualquer instituição de ensino superior > apenas pode fazer uma pequena parte, bem ou mal, mas dependerá > sempre do indivíduo alargar os seus conhecimentos, especializar-se > na sua área preferida, e realmente trabalhar para ser bom > profissional na área que escolher. A instituição apenas fornece as > bases, abre horizontes, oferece recursos (ok, algumas), tudo o resto > cabe a nós - e à sociedade, à saúde, à esposa, ao seguro do carro, > mas acho que entendem a ideia. > > Uma nota - alguém, ou vários, sugeriram bases de engenharia e só > então enveredar pela multimédia. Não podia concordar mais, ou dá-se > o caso de se "desenvolver" multimédia quase apenas pela óptica do > utilizador. Conhecimentos/bases de programação é uma grande mais > valia para levar a multimédia(e outras áreas) mais longe. > > > Flame on. :-) > > > MV > > > > > --~--~---------~--~----~------------~-------~--~----~ Recebeu esta mensagem porque está inscrito em Grupo "Mailing List da Comunidade Portuguesa de Rich Internet Applications - www.riapt.org" do Grupos Google. Para enviar mensagens para este grupo, envie um email para [email protected] Para anular a inscrição neste grupo, envie um email para [email protected] Para mais opções, visite este grupo em http://groups.google.com/group/riapt?hl=pt-PT -~----------~----~----~----~------~----~------~--~---
