Nem de propósito, anda por aí um post no CEI2009 que anda a gerar muito buzz
pelo twitter e blogs onde que discutem isto a fundo.

Vale mesmo a pena ler.

http://cei2009.net/forums/t/27.aspx


2009/9/11 Miguel Vaz <[email protected]>

> Mais uma opinião:
>
> Lá fora é prática algo comum colocar um valor indicativo à proposta (ver
> monster), e admito que faz alguma diferença quando procuro, ou simplesmente
> pesquiso, alguma coisa. Torna mais fácil comparar o pedido ao oferecido,
> embora seja, ainda assim, algo subjectivo.
>
> Algum de vocês já foi a uma entrevista de emprego que parecia bastante
> aliciante, apenas para constatarem que afinal pagariam uma miséria pelo rol
> imenso de conhecimentos exigidos? Se soubessem de início que o valor estaria
> bastante (reparem no "bastante" e não "alguma coisa") abaixo do que acham
> minimamente aceitável para os conhecimentos pedidos, perderiam tempo a
> enviar cv, ir a entrevista, etc.?
>
> Concordo em parte com o que dizem, a mente humana prega algumas partidas
> que poderão causar problemas um pouco mais à frente, mas sou da opinião que
> os anúncios - deixo abertura para alguns - poderiam indicar valores, e mesmo
> assim, ter algo como "valor indicativo e discutível após entrevista/prova de
> conhecimento/prova de esforço/foto". Psicologicamente, raramente achamos que
> ganhamos o justo relativamente aos nossos conhecimentos, embora ache que com
> a idade esta margem começa a baixar. :-)
>
> Quanto ao *money oriented*, sim, faz diferença, uma grande diferença,
> desde que a única *orientation* seja essa. Estou neste ramo por paixão,
> adoro o que faço, faço-o razoavelmente bem, dedico-me a tempo inteiro (mesmo
> fora do horário de expediente) e gosto de ser apreciado pelo meu esforço.
> Existe alguma *money orientation* na minha filosofia, mas por outro lado,
> também consideraria ganhar menos e lucrar com uma boa experiência,
> possibilidade de evoluir num bom ambiente de trabalho, etc. Agora o pormenor
> está na margem salarial de que estaria disposto a abdicar. Já fui muito
> explorado, e com a idade e experiência ganhamos mais "visão salarial". ;-)
> Reparem que não é errado ter esta consciência, desde que seja mesmo isso,
> uma consciência e não uma fantasia. Não tenho fantasias de ganhar 3000 euros
> a fazer o que faço, mas acho que devemos ter presente que o salário é
> importante, sempre dentro do justamente aceitável. Não é tudo, mas é uma boa
> parte (a parte maior continua a ser a paixão), principalmente quando
> começamos a ter responsabilidades para além das linhas de código. Sim, sei
> que existe vida lá fora. Não tenho provas, mas os meus amigos, por e-mail,
> dizem-me que sim.
>
> Perdoem o post longo, e por favor não o entendam como qualquer tipo de
> crítica. É uma mera opinião.
>
> Miguel Vaz
>
>
>
> 2009/9/11 <[email protected]>
>
>> Mauro,
>>
>> Subscrevo o teu email. Ontem usei uma expressão engraçada enquanto falava
>> com um dos membros aqui da comunidade em que lhe disse, "eh pá tu não tens
>> de ser money oriented, tens de programar object oriented".
>>
>> Vou ser sincero, se a única coisa, ou o factor chave que vos move é o
>> dinheiro, digo desde já que não são a pessoa em questão e não quero dizer
>> com isto que a pessoa escolhida, se chegar a ser, irá receber 500€ (estou a
>> ser ridiculo propositadamente). Sei que todos temos contas e tal para pagar,
>> mas pessoas money oriented está mais que provado que não são o que se
>> pretende.
>>
>> Tal o Mauro disse e bem, "Remuneração compatível com o desempenho da
>> função". à qual acrescentaria o seguinte. A proposta a ser feita á pessoa
>> estará de acordo com o valor que a mesma mostrará, dentro dos limites
>> lógicos claro, ou seja, se aparecesse um Grant Skinner aí seríamos nós a não
>> ficar com ele por opção por razões lógicas, lol. A não ser que ele se
>> vendesse "baratinho"
>>
>> MEM,
>>
>> Obrigado pela dica quanto ao link, no entanto não fui eu que desenvolvi a
>> splash page da Massive.
>> Penso que o problema estará relacionado com a própria API do GoogleMaps.
>>
>> Abraço a todos,
>> Nuno Ribeiro
>>
>
>
> >
>


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Cumprimentos, Mauro Martins
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