Blabos, vc fez Unicamp? ... bricadeirinha... brincadeirinha...

de novo, a facul ajuda, mas o artista é o cara.... é sempre o cara com talento....

ulisses

----- Original Message ----- From: "Blabos de Blebe" <[email protected]>
To: <[email protected]>
Sent: Tuesday, April 19, 2011 8:24 AM
Subject: Re: [SP-pm] [OT] Apresentação


Nas universidades não te ensinam a 'pensar', te ensinam a usar
ferramentas... e olhe lá....o que de certa forma, te limita.

Só uma correção:

*Em 99.9% das* universidades não te ensinam a 'pensar', te ensinam a usar
ferramentas... e olhe lá....o que de certa forma, te limita.

2011/4/19 Ulisses-IBIZ <[email protected]>:
rsrsrs sim claro, um cara talentoso vai escolher a linguagem mais adequada
para a resoluçao do seu problema = "Claro, cada linguagem facilita mais a
vida do programador"

quis evidenciar que o talento está no 'pilotador' da ferramenta, tirando o
foco da linguagem em si.

... não basta ter pincel e tinta, é preciso ser artitsta.... o lance seria
mais de semântica do que de sintaxe... [sim, claro sei que linguagens tem
semanticas; please nao me tomem de maneira literal, abstraia...]

e uma boa linguagem não o torna um bom designer/programador; ela pode te
melhorar, em certo sentido.. ordenando o seu confuso pensamento... rsrsrs

às vezes se dá muito valor à uma linguagem, de certa forma até religiosa;

o cara fera vai escolher C, Perl ou Python, ... dependendo do que ele quer
atingir e COMO quer resolver o probl,

[ ao meu ver, a globo.com tem razao em escolher um cara 'safo' que aplica
diferentes tools (linguagens), a depender do problema....]

[Eden, valeu pelos exemplos e pelo lado + técnico das especificidades das
linguagens (e das filosofias por trás delas, rsrs)]

Acho importante colocar para os mais jovens que filosofar e pensar muito
antes de meter a mão na massa é muito importante. Primeiro desenhe e depois
codifique, em Assembly Language, se quiser.

Nas universidades não te ensinam a 'pensar', te ensinam a usar
ferramentas... e olhe lá....o que de certa forma, te limita.

[bom.... chega de filosofia... como não conheço o ecossistema aqui da lista;
não sei o grau de tolerância com relação às divagações filosóficas (ou se
mesmo isso já foi exaustivamente discutido).
pessoalmente, acredito que pensar de forma filosófica é o que está por trás
das gdes mudanças da humanidade... SW Livre é filosofia aplicada, pura na
veia....

para descontar o length desse texto, nas prox msgs serei monossilabico
]


Ulisses Gomes Tecnologia da Informação IBIZ Tecnologia +55 11 5579-3178 r.
226 [email protected] www.ibiz.com.br
----- Original Message ----- From: "Eden Cardim" <[email protected]>
To: <[email protected]>
Sent: Tuesday, April 19, 2011 5:19 AM
Subject: Re: [SP-pm] [OT] Apresentação


"Ulisses-IBIZ" == Ulisses-IBIZ <[email protected]> writes:

Ulisses-IBIZ> um cara de talento é um bom resolvedor de problemas:
identifica-o, separa o joio do trigo e aplica a elegancia da simplicidade
(ou a simplicidade da
Ulisses-IBIZ> elegancia) para resolve-lo. Isso ele faz em Perl, Java, C,
Python .... Claro, cada linguagem facilita mais a vida do programador (que
prefiro charmar de
Ulisses-IBIZ> designer). Perl é uma mão na roda que te permite, muitas
vezes, desenvolver N vezes mais rápido que em outras linguagens, mas.... vai
de gosto.

Ulisses-IBIZ> primeiro o cara precisa ter fluencia de pensamento e
depois na linguagem que escolheu para 'resolver' o problema que se
apresenta.

Pois é, mas algumas linguagens aleijam até o melhor dos pensadores em
alguns aspectos. Por exemplo, em java uma simples equação de Bhaskhara
implementada com bignums vira isso:


--8<---------------cut here---------------start------------->8---
((b.pow(2) - (a.multiply(b)).multiply(4)).sqrt).divide(2)
--8<---------------cut here---------------end--------------->8---

porque java não tem sobrecarga de operadores, por design.

E como sempre, o caso do quicksort em haskell que eu sempre costumo usar
de forma ilustrativa:

--8<---------------cut here---------------start------------->8---
quicksort [] = []
quicksort (s:xs) = quicksort [x|x <- xs,x < s] ++ [s] ++ quicksort [x|x <-
xs,x >= s]
--8<---------------cut here---------------end--------------->8---

Além de ser mais curta, objetiva e mais próximo do que se aprende na
escola do que qualquer outra função em qualquer outra linguagem
não-funcional, funciona com qualquer tipo de dado que implemente os
operadores '<' e '>='. O Java, logo de cara, não consegue fazer,
novamente porque falta a sobrecarga. Em C também não dá, em C++ você
consegue se (ab)usar de templates. Em alguma linguagem dinâmica como
perl ou python, você faz algo similar, mas nunca vai ser tão rápido
quanto a implementação em haskell (a propósito, essa implementação aí em
cima não é a melhor possível), porque compila direto pra binário, não é
interpretado.

Resumindo, a depender do problema, tem linguagens que vão ser bastante
melhores do que outras.

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