isso eh 'ensinar a pensar'.....

'pensar certo' (abstraiam, please) é treinamento tb e aprende-se com quem sabe 
te mostrar como ordenar o pensamento...

[ óbvio, ninguem te dá inteligência, mas um cara inteligente pode ser muito bem 
treinado e lapidado na arte de resolver probls., dentre outras.

muitas vezes a pretensa inteligência é limitador na arte da evolução; use a sua 
ignorância com sabedoria.. ela é o que move as coisas....

na resolução de probls complexos, comece por fazer perguntas simples (aquelas 
do ignorante inteligente lazy)... vai sair mais fácil. ]

{ entendo o quanto eles estavam corretos ao nos ensinar a resolver problemas da 
melhor forma usando o que temos na mão } ++
  From: Jose Roberto Aquino 
  To: [email protected] 
  Sent: Tuesday, April 19, 2011 10:00 AM
  Subject: Re: [SP-pm] [OT] Apresentação


  Tenho 37 anos fui aluno e pesquisador pelo CNPq no ITA, quando estava lá 
questionava muito o fato de não focarem algo ou alguma linguagem, hoje vejo e 
entendo o quanto eles estavam corretos ao nos ensinar a resolver problemas da 
melhor forma usando o que temos na mão.....
  Zé


  2011/4/19 Marcio Ferreira <[email protected]>



        > Nas universidades não te ensinam a 'pensar', te ensinam a usar
        > ferramentas... e olhe lá....o que de certa forma, te limita.


        Só uma correção:

        *Em 99.9% das* universidades não te ensinam a 'pensar', te ensinam a 
usar

        ferramentas... e olhe lá....o que de certa forma, te limita.




      Ninguém te ensina a pensar. Pensar é um ato voluntário, autodidata  e 
algumas vezes solitário, então não coloque isto na conta da faculdade (ou de 
qualquer outra entidade). Concordo que a a maioria das universidades não tem um 
ambiente que estimula o pensamento crítico.


    Existem faculdades e Faculdades :P


    http://www.kanitz.com/veja/problema.asp


        2011/4/19 Ulisses-IBIZ <[email protected]>:

        > rsrsrs sim claro, um cara talentoso vai escolher a linguagem mais 
adequada
        > para a resoluçao do seu problema = "Claro, cada linguagem facilita 
mais a
        > vida do programador"
        >
        > quis evidenciar que o talento está no 'pilotador' da ferramenta, 
tirando o
        > foco da linguagem em si.
        >
        > ... não basta ter pincel e tinta, é preciso ser artitsta.... o lance 
seria
        > mais de semântica do que de sintaxe... [sim, claro sei que linguagens 
tem
        > semanticas; please nao me tomem de maneira literal, abstraia...]
        >
        > e uma boa linguagem não o torna um bom designer/programador; ela pode 
te
        > melhorar, em certo sentido.. ordenando o seu confuso pensamento... 
rsrsrs
        >
        > às vezes se dá muito valor à uma linguagem, de certa forma até 
religiosa;
        >
        > o cara fera vai escolher C, Perl ou Python, ... dependendo do que ele 
quer
        > atingir e COMO quer resolver o probl,
        >
        > [ ao meu ver, a globo.com tem razao em escolher um cara 'safo' que 
aplica
        > diferentes tools (linguagens), a depender do problema....]
        >
        > [Eden, valeu pelos exemplos e pelo lado + técnico das especificidades 
das
        > linguagens (e das filosofias por trás delas, rsrs)]
        >
        > Acho importante colocar para os mais jovens que filosofar e pensar 
muito
        > antes de meter a mão na massa é muito importante. Primeiro desenhe e 
depois
        > codifique, em Assembly Language, se quiser.
        >
        > Nas universidades não te ensinam a 'pensar', te ensinam a usar
        > ferramentas... e olhe lá....o que de certa forma, te limita.
        >
        > [bom.... chega de filosofia... como não conheço o ecossistema aqui da 
lista;
        > não sei o grau de tolerância com relação às divagações filosóficas 
(ou se
        > mesmo isso já foi  exaustivamente discutido).
        > pessoalmente, acredito que pensar de forma filosófica é o que está 
por trás
        > das gdes mudanças da humanidade... SW Livre é filosofia aplicada, 
pura na
        > veia....
        >
        > para descontar o length desse texto, nas prox msgs serei monossilabico
        > ]
        >
        >
        > Ulisses Gomes Tecnologia da Informação IBIZ Tecnologia +55 11 
5579-3178 r.
        > 226 [email protected] www.ibiz.com.br
        > ----- Original Message ----- From: "Eden Cardim" 
<[email protected]>
        > To: <[email protected]>
        > Sent: Tuesday, April 19, 2011 5:19 AM
        > Subject: Re: [SP-pm] [OT] Apresentação
        >
        >
        >>>>>>> "Ulisses-IBIZ" == Ulisses-IBIZ  <[email protected]> writes:
        >>
        >>   Ulisses-IBIZ> um cara de talento é um bom resolvedor de problemas:
        >> identifica-o, separa o joio do trigo e aplica a elegancia da 
simplicidade
        >> (ou a simplicidade da
        >>   Ulisses-IBIZ> elegancia) para resolve-lo. Isso ele faz em Perl, 
Java, C,
        >> Python .... Claro, cada linguagem facilita mais a vida do 
programador (que
        >> prefiro charmar de
        >>   Ulisses-IBIZ> designer). Perl é uma mão na roda que te permite, 
muitas
        >> vezes, desenvolver N vezes mais rápido que em outras linguagens, 
mas.... vai
        >> de gosto.
        >>
        >>   Ulisses-IBIZ> primeiro o cara precisa ter fluencia de pensamento e
        >> depois na linguagem que escolheu para 'resolver' o problema que se
        >> apresenta.
        >>
        >> Pois é, mas algumas linguagens aleijam até o melhor dos pensadores em
        >> alguns aspectos. Por exemplo, em java uma simples equação de 
Bhaskhara
        >> implementada com bignums vira isso:
        >>
        >>
        >> --8<---------------cut here---------------start------------->8---
        >> ((b.pow(2) - (a.multiply(b)).multiply(4)).sqrt).divide(2)
        >> --8<---------------cut here---------------end--------------->8---
        >>
        >> porque java não tem sobrecarga de operadores, por design.
        >>
        >> E como sempre, o caso do quicksort em haskell que eu sempre costumo 
usar
        >> de forma ilustrativa:
        >>
        >> --8<---------------cut here---------------start------------->8---
        >> quicksort [] = []
        >> quicksort (s:xs) = quicksort [x|x <- xs,x < s] ++ [s] ++ quicksort 
[x|x <-
        >> xs,x >= s]
        >> --8<---------------cut here---------------end--------------->8---
        >>
        >> Além de ser mais curta, objetiva e mais próximo do que se aprende na
        >> escola do que qualquer outra função em qualquer outra linguagem
        >> não-funcional, funciona com qualquer tipo de dado que implemente os
        >> operadores '<' e '>='. O Java, logo de cara, não consegue fazer,
        >> novamente porque falta a sobrecarga. Em C também não dá, em C++ você
        >> consegue se (ab)usar de templates. Em alguma linguagem dinâmica como
        >> perl ou python, você faz algo similar, mas nunca vai ser tão rápido
        >> quanto a implementação em haskell (a propósito, essa implementação 
aí em
        >> cima não é a melhor possível), porque compila direto pra binário, 
não é
        >> interpretado.
        >>
        >> Resumindo, a depender do problema, tem linguagens que vão ser 
bastante
        >> melhores do que outras.
        >>
        >> --
        >>  Eden Cardim       Need help with your Catalyst or DBIx::Class 
project?
        >>  Code Monkey                    http://www.shadowcat.co.uk/catalyst/
        >> Shadowcat Systems Ltd.  Want a managed development or deployment 
platform?
        >> http://blog.edencardim.com/            
http://www.shadowcat.co.uk/servers/
        >> =begin disclaimer
        >>  Sao Paulo Perl Mongers: http://sao-paulo.pm.org/
        >> SaoPaulo-pm mailing list: [email protected]
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      "o animal satisfeito dorme". - Guimarães Rosa


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