Tenho minhas duvidas se "simplificar" um framework traz algum valor.

Se realmente tivessemos algo 10x mais simples teriamos 10x mais
pessoas usando? Eu vejo tantas empresas, por exemplo, usando coisas
mais complexas (como aqueles frameworks caseiros em cima de JEE) que
algo como Catalyst não chega a ser um problema.

A abordagem do Mojolicious é interessante, eu posso ter algo one-liner
como posso ter uma aplicação mais "parruda". É uma boa reflexão :)

2011/7/15 Nelson Ferraz <[email protected]>:
> Em 15 de julho de 2011 14:00, Tiago Peczenyj
> <[email protected]> escreveu:
>> Achei o seu exemplo um pouco desproporcional, afinal o exemplo em php
>> é extremamente procedural e o formulario é apenas um estatico, não
>> exige praticamente nenhum processamento. Talvez comparar php com
>> CGI.pm fosse mais "justo".
>
> Sim, é verdade; por isso eu brinquei que o lema do PHP começava com
> "easy things easy", enquanto que o do Catalyst seria: "complex things
> easier -- even if easy things become more complex".
>
> Se a gente quer mais aplicações desenvolvidas em Perl, a simplicidade
> é um objetivo que deve ser buscado; e o exemplo do Mojolicious::Lite
> mostra que é possível fazer algo relativamente simples em Perl, mesmo
> que ainda seja um pouco mais complicado do que em PHP.
>
> Por isso eu também disse que um projeto como Catalyst::Lite poderia
> trazer o melhor dos dois mundos: a qualidade do Catalyst, com foco na
> simplicidade.
>
> Mas primeiro precisamos reconhecer que existe um problema.
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Tiago B. Peczenyj
Linux User #405772

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