Olá, 2013/7/23 Eden Cardim <[email protected]>
> >>>>> "Frederico" == Frederico Recsky <[email protected]> writes: > Frederico> Otimo, então eu tenho um core gordo que ainda precisa > Frederico> de plugins para fazer coisas "avançadas". O minimo que > Frederico> eu espero de um programador também é que ele entenda o > Frederico> conceito de plugins e acoplar as coisas. > > Nem é tão gordo assim, na real, se você rodar o Perl::Metrics::Simple > no repositório de ambos, vai ver que de fato, o Mojo é mais gordo: > > Foi isso que eu quis dizer... > A questão que o Nelson está ressaltando é a natureza "caixa-preta" do > Mojo e ele está correto nesse aspecto. É um pacote de funcionalidade > consolidada que implica em não olhar ou conhecer os internals em > momento algum. Isso é uma característica do autor do framework, que é > um "lone wolf" e gosta de ter controle sobre o código. Pra esse tipo > de desenvolvedor (e existem muitos), essa abordagem realmente faz mais > sentido. > > O Catalyst segue a filosofia contrária, a da caixa-branca. É uma > porção de módulos que foram se aglomerando em torno das 3 mil linhas > do core original (o que está dentro do Catalyst.pm) criados e > refinados por diversos autores que se preocupam em não pisar nos pés > uns dos outros. Esse core é estruturado de forma a facilitar a escrita > de módulos contribuídos/dependências e não a funcionalidade end-user. > Você precisa combinar os módulos desse eco-sistema para obter o > resultado desejado, coisa que prum iniciante isolado e mal-orientado é > realmente mais difícil porque ele não tem conhecimento do eco-sistema. > Porém, numa equipe cirúrgica ou ágil essa abordagem faz muito sentido. Muito mais. E depois de um tempo, se você for mordido por alguma coisa está no core e dentro da caixa preta, vai ser dificil sarar. []'s Frederico
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