Podemos hoje chamar o mojo de "flamework, pois parece que seus defensores gastam mais tempo e energia jogando lama no Catalyst do que produzindo projetos de fato. Fica até incoerente falar de produtividade. On Jul 23, 2013 1:49 PM, "Blabos de Blebe" <[email protected]> wrote:
> Nada como o tempo... > > Sério que nasceu mais uma flamewar entre Mojo e Catalyst? > > Eu não gostava do Catalyst, fui pro Mojo que era simples e blablabla. > > Depois enchi o saco do Mojo quebrar minhas aplicações a cada versão e > voltei pro Catalyst porque ele era estável e blablabla. > > No fim percebi que os problemas que eu encontrava não eram dos frameworks, > mas da minha incompetência em usá-los. Na verdade a minha incompetência em > criar aplicações web em geral. > > Estudei e os problemas ficaram menores... > > > 2013/7/23 Nelson Ferraz <[email protected]> > >> >>> Esse argumento de ser "fácil" e "rápido" é o mesmo argumento que o >> pessoal >> >>> do PHP usa, e no final pela linguagem não ter uma série de features os >> >>> códigos acabam se tornando obscuros por mais que o programador use >> Design >> >>> Patterns. >> >> >> >> Eu conheço mais projetos web bem-sucedidos que começaram com PHP do >> >> que em Java: Twitter e Facebook, para citar dois casos. >> > >> > Sua visão está voltada para quantas teclas você aperta no ciclo >> > inicial do desenvolvimento, e não no ciclo inteiro do software. Como >> > eu já disse antes, usamos o Catalyst por produtividade a curto, médio >> > e longo prazo. >> >> Eu volto a citar alguns dos projetos mais bem sucedidos do mundo: >> Twitter e Facebook, que começaram em PHP. E posso falar em primeira >> mão da Booking.com, que foi inteiramente desenvolvida em Perl. >> >> Em todos estes casos as "melhores práticas" estiveram sujeitas a um >> imperativo maior: getting things done! >> >> No ano passado eu participei do Amsterdam Startup Weekend. O principal >> objetivo do evento é desenvolver, em apenas três dias, um MVP -- >> Minimum Viable Product -- que possa ser testado no mercado. >> >> Sem esta visão pragmática uma pode investir meses em um protótipo que >> no final das contas vai ser jogado fora. >> >> A nossa equipe começou com uma idéia que se mostrou inviável, e no >> segundo dia decidimos começar um novo projeto do zero (o que eles >> chamam de "pivoting"). Por causa disso ganhamos o prêmio especial (ok, >> inventado na hora pelos organizadores :D) de "Spirit of the Startup >> Weekend". >> >> Para concluir... >> >> Não estou dizendo que você deve escrever código ruim. O que eu defendo >> é um equilíbrio entre "melhores práticas" e "produtividade". >> >> Se você consegue ser ágil com Catalyst, ótimo. Mas eu vejo muita gente >> perdendo semanas para conseguir entender uma linguagem ou framework, >> quando podiam estar lançando o protótipo da aplicação em dois ou três >> dias. >> >> PS: você já leu os livros de Kent Back sobre Extreme programming? >> Recomendo!!! >> >> Extreme Programming Explained: Embrace Change >> >> http://www.amazon.com/Extreme-Programming-Explained-Embrace-Edition/dp/0321278658 >> =begin<http://www.amazon.com/Extreme-Programming-Explained-Embrace-Edition/dp/0321278658=begin>disclaimer >> Sao Paulo Perl Mongers: http://sao-paulo.pm.org/ >> SaoPaulo-pm mailing list: [email protected] >> L<http://mail.pm.org/mailman/listinfo/saopaulo-pm> >> =end disclaimer >> > > > =begin disclaimer > Sao Paulo Perl Mongers: http://sao-paulo.pm.org/ > SaoPaulo-pm mailing list: [email protected] > L<http://mail.pm.org/mailman/listinfo/saopaulo-pm> > =end disclaimer > >
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