Martinho,
De certa forma eles acham que já apresentaram. Um índice maior que o pedido por nós para a reposição das perdas do ano. hehehehehehe. Não sei se eu dou gargalhada ou se eu choro.
Talvez o fato do Dest já ter dado 7% para os eletricitários nos traga algo de novo.
Acredito que a empresa dará alguma coisinha insignificante para não deixar que ocorra a greve. E isto será muito bom para construirmos a nossa contraproposta. O melhor seria se nós apresentassemos uma contraproposta antes, mas o importante é termos alguma contraproposta . Não descarto a greve, ou até mesmo irmos a um dissídio. O importante é termos uma movimento em que todos acreditem e saibam o porque estão lutando.
A pergunta que mais ouço é: esta Greve Geral é com qual objetivo neste momento?
- para lutarmos pelo 98% ou para que a empresa negocie de verdade, ou será que é pela vontade política de alguém?
Estas dúvidas não podem nortear uma Greve. Isto demonstra que ainda é cedo.
Mas Martinho, procuro ser otimista sempre. E acho que vamos construir um grande movimento este ano, nao importa se aconteça ou não a greve a partir de segunda. Segunda é um novo dia,uma nova preocupação, um novo desafio, neste momento estou preocupado com esta mesa de negociação. Mas estou tranquilo. Acho que fiz a minha parte até agora. E não vou fugir a responsabilidade depois.
[]´s
Wesley
[]´s
Wesley
Em 25/05/06, Martinho iacillo <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Wesley,Estou duvidando que a empresa apresente algo de bom, pela postura apresentada, não espero nada desses caras; Temos que enfrentar todas as dificuldades e partir para greve, os Estados que já tiveram assembléia e definiram pela greve, não estão esperando nada da empresa, o motivo pelo qual irão fazer assembléias na segunda, é simples, para saber o quadro nacional, e isso está correto, não poderão fazer greve sozinhos, tem que existir unidade nacional.Chega de ilusãoTodos à greveMartinhoWesley Cabral <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:Pessoal,Estou participando de todas as paralisações, não estou pregando que sigamos o que a maioria decidir, ou que cada um faça conforme estiver na sua cabeça.O meu objetivo é criar uma massa crítica, e não uma massa de manobra para os fins de A ou de B. Aqui em Belo Horizonte estamos em um crescente muito bonito. Não com uma massa de manobra, mas sim como pessoas que começam a acreditar no que estamos construindo.Temos que ser realistas. Tudo tem o momento certo. Estamos prestes a participar de uma mesa de negociação. E neste momento não estamos considerando a possibilidade de Greve em BH. Só lembro que esta greve foi agendada pelo comando a muito tempo. Antes mesmo de começarmos a negociar, se é que começamos. E com certeza a empresa trabalha com isto.Estamos com uma mobilização nacional interna, próxima aos 40%. Estou buscando uma sensibilização de todos, para que possamos crescer ainda mais. E acredito piamente que isto passa pela a apresentação de uma contraproposta nos moldes que apresentamos aqui. A Contra Proposta não muda o que foi pedido na proposta inicial, mas apresenta de uma aplicação factível dentro dos paradigmas criados pela empresa.Sexta acredito ser um dia importantissimo. Quanto as greves já aprovadas para segunda Feira. De qualquer forma elas avaliarão a mesa do dia 26. Então elas serão resolvidas somente na segunda. Quem sabe não surge uma boa novidade na sexta? Espero que a boa novidade venha dos trabalhadores e não da empresa. Ganharemos muitos pontos com isto.[]´sWesley
2006/5/24, Ronaldo Giusti <[EMAIL PROTECTED]>:Discordo de você, ou seja, concordo com o Fabio.
Votei contra a paralisação do dia 23, por achar prematura, mas fui voto vencido e acatei a decisão da maioria. Afinal de contas isso tudo é para o Acordo COLETIVO.
Se eu resolvesse agir de modo individualista e não parasse ontem, não poderiam dizer que o Rio teve 80% de adesão. Teria 80% menos 1.
Agora amplie isso pra todos os outros: Cada um faz o que for da sua cabeça (cacofonia proposital) e você faria paralisação sozinho ou com alguns poucos. Que valor teria essa paralisação? NENHUM! Seria uma piada.
Você pode ter votado no Serra, mas seu Presidente é o Lula, e você não pode resolver que não é. Entende o que eu quero dizer?
Acho que dá pra colaborar sem perder a individualidade. Pessoalmente, só não acatarei as decisões de assembléia se forem tomadas com muito pouca gente ou se perceber que o sindicato está manipulando demasiadamente a massa em torno de objetivos próprios.
E a luta... continua
On 5/24/06, André Guedes <[EMAIL PROTECTED] > wrote:Fábio,Discordo. Antes de tomarmos decisões precipitadas temos que refletir sobre elas, minha família é composta na maioria por funcionários públicos de empresas já citadas nesta lista, mas não vou compactuar com uma coisa com a qual não concordo.Justamente por estar em um estado democrático e possuir livre arbítrio vou agir conforme minhas convicções e pensamentos, caso não o possa fazer visualizo estar voltando a uma "ditadura democrática".OBS: Ontem eu estava de GREVE, pois concordo inteiramente que devemos nos mobilizar por melhorias mas há momentos e formas de se fazer greve.Não é porque o sindicato acha que devo fazer greve que vou fazer, nem tão pouco, vou trabalhar porque a empresa acha que não devo fazer GREVE, a decisão de cada um tem que ser pessoal e deve ser respeitada.Um abraço,André Guedes.
2006/5/24, Fabio Rosa <[EMAIL PROTECTED]>:Amigos,
Tenho refletido sobre os acontecimentos recentes e sobre as notas postadas neste fórum e gostaria de fazer algumas considerações.
Em primeiro lugar, gostaria de lembrar a todos que nosso movimento só vai ter força se pudermos contar com o apoio da grande maioria. Isso parece lógico, mas nem sempre as pessoas se comportam de forma lógica.
Várias opiniões diferentes tem sido colocadas aqui, principalmente no que diz respeito a fazermos ou não a greve por tempo indeterminado, e é importante que se diga que uma coisa é manifestar sua opinião e participar do processo decisório exercendo nosso direito de voto nas assembléias e de expressão nos debates, e outra coisa completamente diferente é manter posição e atitude contrária *após* decisões tomadas democraticamente.
O lugar de defender nossas posições é aqui, e nas assembléias, mas uma vez tomada uma decisão, devemos acatá-la para o sucesso do movimento, mesmo que essa decisão seja contrária ao que pensávamos ser melhor. E no momento, a decisão que está valendo é a pauta apresentada pela Fenadados, que foi construída democraticamente com a oportunidade de participação de todos os trabalhadores, através de seus sindicatos regionais, além da decisão de parar dia 29 por tempo indeterminado. Essa é a decisão corrente, e acredito que deva ser cumprida por todos, até por quem não concorda com ela. O lugar de discordar e propor alguma coisa nova é no comando nacional de greve, que ocorrerá dia 01/06. Isso tem que estar bem claro, ou corremos o risco de perder força.
Pensem bem nisso! Dentro do grupo podemos debater, propor um monte de coisa diferente, cada um defendendo o que acha melhor para o movimento. Depois da fase de propostas, vai-se à decisão por meio de votação. E uma vez decidido, a ação tem que ser em bloco, realizada por *todos*.
Da mesma forma que temos dificuldade em resolver nossas posições, acredito que na empresa também há várias correntes de pensamento diferentes sobre qual deve ser a proposta da empresa. Pode haver gente que acha que deve dar mais, outro menos, e a resultante de tudo é essa palhaçada de reajuste que nos oferecem. Com certeza tem alguém da comissão de negociação fazendo as contas de até onde eles podem ceder, até onde manterão a proposta atual, etc. Então devemos sinalizar para eles que, apesar de termos conflitos internos de opinião, agimos em bloco quando as decisões são tomadas, e que podem ter a certeza do cumprimento fiel das mesmas. Caso contrário perdemos credibilidade. Eles pensam: não se preocupem, pois tem um pessoal da lista que nao quer a greve agora, e vai trabalhar, enfraquecendo o movimento dos outros. Entendem?
Pessoal o coletivo tem que estar acima do individual. Antes de novos, semi-novos ou veteranos, antes de analistas, auxiliares ou técnicos, antes de cearenses, paulistas ou cariocas, somos um grupo único, dos Funcionários do SERPRO, que permanecerão juntos até o fim, lutando pela vontade da nossa maioria. Devemos garantir que "eles" não tenham qualquer dúvida disso, hoje ou no futuro, pelo nosso próprio bem.
Desculpem o texto longo, mas tinha que dizer isso...
Abraços!
Fabio Rosa - ATFLA
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Att.
Ronaldo Giusti
Analista de Sistemas
SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados
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