É assim é difícil ficar mesmo...
 
Alguém sabe como anda a negociação aqui em Brasília?

 
Em 26/05/06, Claudia Amorim <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

Pessoal assisti ao papo com o Sr Sergio Rosa e devo dizer que
realmente ele é do meio, político. Tem histórico de greve,
sindicalista, direção de fenadados e hoje é empresa... verdadeira
escalada e que conhece os dois lados.

Tirando alguns desencontros quanto a seguir NORMAS DE EMPRESAS E
CONTRATO DE TRABALHO a que como empregados da empresa estamos
sujeitos, o que ele tão bem destacou no inicio do encontro em
resposta a tentativa de um empregado lhe fazer uma pergunta para
iniciar o papo. Sr Sergio Rosa(sem ironia apenas respeito) nos
brindou com um relato de sua experiencia em greves, mal sucedidas
diga-se logo, ida a dissidio, tb mal sucedido, culminando tb com
descontos - realmente não é a toa que hoje ele é diretor para empresa
deve ter sido um ótimo período.

Narrou as vitórias do Serpro nestes ultimos anos a nivel de sistemas
e projeção, o faturamento de 100 milhoes e a necessidade de investir
isso  na empresa para que a mesma continue crescendo. E outras
coisas.

Chegado o momento das perguntas:

- o Senhor tem alguma novidade quanto a campanha? ( Falou nosso
colega orientado a seguir normas da empresa a que esta subordinado
por contrato de trabalho no inicio da reunião)

Bem o Diretor respondeu que ele não veio aqui discutir isso ou falar
a respeito disso, pois uma mesa estava ocorrendo e lá que isso deve
ser discutido.

Sem mais perguntas, grande parte dos jovens se retiraram. Com isso
ficaram os antigos e ai o Diretor destacou que a empresa é boa,
sempre se preocupou com os empregados e os antigos são o maior valor
da empresa pois detem o conhecimento de como a coisa funciona. E que
os novos, é a impetuosidade da juventude, que muitos vieram de
empresas privadas etc E que aqui na empresa OS JOVENS QUE VIERAM COM
A IDÉIA DE FICAR estes sim possuem perspectivas de crescimento a
longo prazo.

Comentou do novo plano que não foi aprovado pelo Dest por causa que
empresa quer manter os 7% de indice entre as classes, e Dest que
passar para 2% para aceitar o aumento do piso.
Falou   por exemplo que para os auxiliares iria sim criar uma nova
classe e procurar valorizar este grupo dando chances deles subirem e
crescerem, já que não teremos mais concursos para esta classe. Mas
sem mudanças diretas no salário dos auxiliares.

E por ai vai.
Realmente colegas novos se voces vieram com a intenção de ficar...
que cada um tire suas proprias conclusões a longo prazo sobre suas
reais possibilidades.

Abraço a todos
Claudia Amorim




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