Até onde sei, o aumento da velocidade do boot está muito relacionado
com o readahead. Essa técnica consiste em carregar tão logo quanto
possível os arquivos (de configuração ou binários) relacionados com as
etapas de boot.

Outra boa parte, está na desativação de recursos desnecessários a
certas utilizações das distros. Por exemplo, o Ubuntu (versão não
server) não carrega o Exim4, o que é de praxe no Debian, idependente
do modo de instalação escolhido, e já reduz uma boa parte do tempo de
boot.

Um exemplo no Slackware. É realmente necessário atualizar os caches de
ícones, o banco de dados de mimes, o GTK immodules, GDK Pixbuf e o
índice de fontes do X? Sempre que estou disposto a melhorar o boot do
sistema, desativo esses três passos no /etc/rc.d/rc.M. Não sei, nem
nunca pesquisei, a importância desses, mas nunca senti falta.

Mas de fato, o Slackware sem tweaks no meu Quad Core está demorando
mais para carregar que o Debian (também sem tweaks) em um EeePC 701 e
um Celeron 1.5 GHz. Aqui, acredito eu, o fator principal é a não
paralelização de maior parte do processo de boot, o que representaria
um ganho enorme de performance em arquiteturas multi-núcleos.

Esses dias estarei realizando alguns testes com o readahead. Assim que
possível, tentarei retornar os resultados. Quem tiver alguma dica ou
se já fez algo parecido, gostaria muito das dicas ou de conhecer os
resultados.

--
PEdroArthur_JEdi

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podem se desenvolver é na liberdade."

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