Teoricamente, você pode mapear as áreas das ruas (só não é praticado, provavelmente porque não há muita utilidade e porque é muito trabalhoso). O Mapnik parece considerar essa possibilidade para as vias "pedestrian" (que servem também para a área de "plazas" ao combinar com a tag "area"). Um exemplo aqui em Porto Alegre, com áreas "pedestrian" e vias "pedestrian" combinadas: http://www.openstreetmap.org/?box=yes&bbox=-51.2281087%2C-30.0284035%2C-51.2268006%2C-30.0277769#map=18/-30.02809/-51.22745
Acho que o mesmo vale para as hidrovias, onde (forçando um pouco a idéia) o contorno da água representaria o contorno da via e a linha que passa dentro da água representa o percurso típico do barco. (Não cheguei a testar a combinação de "area=yes" e "highway=residential" pra ver se o Mapnik se comportaria da mesma forma.) (Acredito que os programas de mapeamento também esperam esse estilo de mapeamento, combinando via e área, pois nenhum traça rotas dentro de áreas supostamente navegáveis.) Conclusão: melhor mapear as áreas (das praças ou de qualquer outra coisa, como edifícios) sem colá-las nas ruas. Além da dificuldade de selecionar no editor, dá um trabalho enorme mudar a forma de mapeamento quando outros detalhes são acrescentados (calçadas, ciclovias, etc.). Se você estivesse mapeando a área da praça e a área da via (além da linha do percurso, que é o que mapeamos hoje), as duas áreas poderiam ser coladas uma na outra e isso seria exato (mas daí talvez até seria melhor usar multipolígonos). 2013/8/8 Nelson A. de Oliveira <[email protected]>: > 2013/8/8 Vitor George <[email protected]>: >> Se a rua é o que delimita onde a praça termina, porque não mapear assim? > > O problema inicial é que a rua (que também é uma área na verdade) é > representada como linha, enquanto todas as outras áreas (praças, etc) > são de fato representadas como áreas. > Se for ver o que está "errado", é área da rua que não está > representada de forma correta (e não a praça). Grudando a praça na rua > você acaba deixando a praça errada (ver abaixo). > >> Eu não sei se existe alguma recomendação contraria a isso, mas quando mapeei >> de outra maneira ficou um "vácuo" entre a área e a rua, e não me pareceu >> correto. > > Aí cai naquilo de mapear para o renderizador. > A praça possui um contorno determinado. Se você grudar esse contorno > nas ruas ao redor você vai estar representando algo que é diferente da > realidade (vai ficar bonito no mapa, mas não vai indicar o tamanho, > área, contorno ou posição real da praça). > > Não me parece certo grudar as áreas para contornar a limitação da > representação da rua (uma linha) > >> Existem um recomendação fechada sobre esta questão? > > Vamos achar tanto quem diz que é certo quanto quem diz que é errado :-) > > Eu digo para não estimular a grudar as áreas por dois motivos: as > pessoas geralmente criam vias sobrepostas (ao invés de utilizar > multipolígonos) e também porque que dá um trabalho bem maior de > corrigir algo que envolva esses caminhos grudados. > > Talvez seja o caso de apenas recomendar aos novos usuários (até que um > dia eles tenham uma compreensão melhor das coisas) que evitem grudar > áreas nos caminhos (e não afirmar categoricamente "nunca grudar > áreas"). > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br -- Fernando Trebien +55 (51) 9962-5409 "The speed of computer chips doubles every 18 months." (Moore's law) "The speed of software halves every 18 months." (Gates' law) _______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
