Toda "opinião" nasce da experiência de quem opina, ainda nos casos em que tenha sido apenas uma experiência de estudo ou análise. Porém, é difícil, para alguns opinadores, aceitar que sua opinião não está influenciada por sua experiência, como se isso diminuísse o ato de opinar. Quando não há tal influência, não há o opinar. 2+2=4 não é opinião, se os conjuntos e os operadores estão estabelecidos. Ou ao menos todos os não interditados tem aceitado essa verdade.
Se a forma de arredondar um número não está ditada e aceita, o arredondamento será uma opinião de quem arredonda. Muitas das discussões para estabelecimento de forma de mapear são opinativas, ou faces delas o são. Outras vezes quer-se relativizar o que já foi definido. É uma problemática própria da democracia. Ela só vai se afastar do projeto OpenStreetMap na maturidade, "quando a democracia já decidiu muita coisa e nem parecer mais democracia". É aquela coisa: "Quem disse que eu tenho de comprar um silencioso para o meu carro? Quem disse eu não devo lavar minha calçada com a água que eu pago?" Quando a democraria decide, fica DITADO pelo povo. O que raios isso tem a ver com o tópico? Não é exatamente o tópico o que desperta meu interesse em refletir sobre essas coisas. É um todo. O rumo de um projeto, como ele decidido? Sempre pra frente, ou em círculos periódicos? Não conheço democracia com surgimento espontâneo. Alguém (ou um grupo) teve o mérito e a sina de definir coisas. Alexandre Em 18 de setembro de 2015 15:41, Arlindo Pereira < [email protected]> escreveu: > Não entendi :P > > 2015-09-18 15:37 GMT-03:00 Alexandre Magno Brito de Medeiros < > [email protected]>: > >> Chamem o esquadrão anti-bombas! >> >> Em 17 de setembro de 2015 14:18, Gerald Weber <[email protected]> >> escreveu: >> >>> >>> Creio que vai da experiência de cada um. [...] >>> >>
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