O módulo scikit-learn do Python tem excelentes algoritmos de clusterização
que poderiam ser usados para esse tipo de análise em larga escala.
Bastaria pegar o XML de um mapa (pode ser o do mundo), abrí-lo com o pandas
e fazer a visualização dos grupos com, por exemplo, um dendrograma.
Objetos vandalizados tendem a formar grupos pequenos ou de um só elemento,
tal como dito no artigo, daí é fácil detectar tais situações.   Mas a
dificuldade é definir que métricas usar para obter tal separação.  E é aí
que entra a ciência de dados.

Seria interessante que houvesse um servidor onde pudéssemos instalar a base
do OSM global (ou só do BR) e o Anaconda (pacote com Python + bibliotecas
de visualização, análise e computação científica) onde as pessoas pudessem
fazer suas análises através de Jupyter Notebooks.

Para quem é programador, existe a biblioteca TensorFlow que também tem
algoritmos de clusterização para big data.

Em 8 de agosto de 2018 20:46, Gerald Weber <[email protected]> escreveu:

> Oi Pessoal
>
> artigo sobre deteção de vandalismo no OSM:
>
> http://drops.dagstuhl.de/opus/volltexte/2018/9389/pdf/
> LIPIcs-GISCIENCE-2018-61.pdf
>
> fico imaginando se a gente conseguiria implementar algo assim em grande
> escala
>
> abraço
>
> Gerald
>
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