Oi santamariense, obrigado pela sua resposta e pelas informações apresentadas. Penso que sua resposta resolve parte significativa das minhas objeções em relação à proposta. Por outro lado, eu também gostaria que ampliássemos o nível de consciência acerca dos resultados da proposta antes de haver uma decisão final. Apresentei algumas sugestões na página da votação, e aproveito para reproduzi-las aqui:
--- Produzir um mapa que ilustre como seriam os resultados da classificação, caso a proposta seja aprovada. Isto nos permitiria examinar suas consequências práticas, aumentaria o nível de consciência dos contribuidores sobre a proposta e anteciparia as eventuais discussões sobre exceções, mencionadas pelo Santamariense na mensagem enviada na Talk-BR, para o momento anterior à implementação da proposta. Caso a quantidade de exceções se mostrar alta, isto deverá acender um alerta sobre os critérios da nova classificação. Eu me disponho a contribuir com este processo, e seria interessante que tivéssemos ao menos um contribuidor por estado, ou ao menos região, quando a primeira opção não for possível. --- Aguardar a publicação da pesquisa Regiões de Influência das Cidades - REGIC e comparar os fluxos entre cidades apresentados na pesquisa com os resultados prévios da classificação, verificando se a convergência entre ambos é significativa. A partir da comparação, incorporar ligações não atendidas pela proposta inicial e/ou reformá-la de modo a incluir estes fluxos. --- Apresentar a proposta com o mapa já tão finalizado quanto possível, mantendo os critérios para eventuais reclassificações que serão necessárias posteriormente. Eu compreendo que muito tempo e esforço já foi empreendido nesta proposta e, por favor, não interpretem minhas observações como uma negligência acerca deste investimento de recursos pessoais. Eu reconheço o trabalho dos colegas e sou grato. No entanto, penso que o "fazer na prática" pode ampliar o engajamento, já que as regras no campo das ideias se traduziriam em resultados percebidos de maneira bastante objetiva. Além disso, o teste prévio nos permitiria perceber o número real de exceções que eventualmente surgiriam, e o quão complexo seria ter de lidar com elas. -- *Guilherme Braga Alves* Bacharel em *Relações Internacionais* pela *UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro*. Mestre em *Políticas Públicas em Direitos Humanos* pelo *NEPP-DH/UFRJ - Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro*. Doutorando em *Geografia* pelo *IGEOG/UERJ - Instituto de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro*. Telefone: +55 (21) 97200-1542.
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