Muito obrigada pela for�a, prezado Cl�udio Buchholz Ferreira.
Este movimento � o melhor exemplo, e atual, que tenho a oportunidade de acompanhar, de Revolu��o Pac�fica, uma verdadeira Revolu��o Cultural, no Brasil.
 
----- Original Message -----
To:
Sent: Thursday, May 11, 2000 12:54 AM
Subject: Direita � Sa�de, Direito � Vida

Amigos do Para e centenas de Amigos do Cco ( netiqueta)
 
Estou repetindo esse tema pq o considero de muita import�ncia. Todos enviamos a procura��o ao Dr. Celso ?

 
 PROCURA��O

 

OUTORGANTE:  colocar seu nome completo, nacionalidade, estado civil, atividade ou profiss�o, com endere�o na  Rua .... ,   Cidade/Estado, CI – SSP n�mero ..........

  

OUTORGADO:    CELSO GALLI COIMBRA, brasileiro, solteiro, advogado, inscrito na OAB/RS sob o n�mero 11.352, CIC 262.935.870/49, com endere�o profissional em Porto Alegre, na Rua Sofia Veloso, 156/203, Bairro Cidade-Baixa, CEP 90.050 -140, telefone ( 51) 228.8307, e-mail [EMAIL PROTECTED]

  

OBJETO:   Interpor Interpela��o Judicial contra Conselho Federal de Medicina e a Uni�o para ver esclarecidos com precis�o e clareza os fundamentos estritamente cient�ficos dos crit�rios diagn�sticos em uso para determina��o do momento da IRREVERSIBILIDADE na constata��o de fato da morte encef�lica, contidos na Resolu��o CFM 1.480/97.

  

Por este instrumento, o (a) outorgante nomeia e constitui seu bastante procurador o outorgado para represent�-lo (a) perante a Justi�a Federal, conferindo-lhe os poderes contidos na cl�usula “ad judicia” exclusivamente para a finalidade definida no objeto desta procura��o.  Fica estabelecido para qualquer efeito que o uso desta procura��o n�o implica em gasto econ�mico algum para o (a) outorgante.

  

( Cidade em que est� ), ...., maio de 2000.

  

___________________________

(assinatura com firma reconhecida por semelhan�a( N�o necessita ir ao tabeli�o)

e enviar a procura��o para o endere�o do outorgado
 
Rua Sofia Veloso, 156/203, Bairro Cidade-Baixa
Porto Alegre/RS 
CEP 90.050 -140

S.
 
Claudio


 
 
----- Original Message -----
From: Cristiane Rozicki <[EMAIL PROTECTED]>
Sent: Wednesday, May 10, 2000 10:16 PM
Subject: Re [Direito_Saude] Direita � Sa�de, Direito � Vida

Ol� Renato,

Seja bem-vindo e fique � vontade para expor seus pensamentos, quando desejar.

N�o sei se voc� j� p�de visitar a p�gina de arquivos de _Direito, Sa�de e Bio�tica_ e os links que d�o acesso �s informa��es sobre morte encef�lica, o diagn�stico, e hipotermia. Nestas p�ginas, praticamente que s�o encontrados os artigos que permitem a visualiza��o das quest�es que acabaram dando origem ao movimento nacional, de coopera��o, em busca de respostas claras do CFM.

O problema, que � objeto de nossas preocupa��es, foi muito bem esclarecido no Simp�sio de Coma e Morte, ocorrido em Havana, em fev do ano, onde ganhou divulga��o internacional.

Ocorre que, at� o momento, com a falta de esclarecimento t�cnico-cient�fico da parte do CFM, a legisla��o nacional continua inadequada, permitindo os piores enganos. Entre estes enganos, a TRANSPLANTA��O DE �RG�OS VITAIS DE PESSOAS QUE ESTAVAM VIVAS E QUE PODERIAM TER UMA VIDA NORMAL.

Recentemente, � sabido que, os atuais m�todos de avalia��o e diagn�stico de morte encef�lica, conduzem a graves falhas m�dicas. Tais falhas diagn�sticas permitem, erroneamente, considerar MORTA, uma pessoa que VIVE e TEM CHANCES DE RETORNAR A UMA VIDA NORMAL. Ou, ainda, de acordo com os m�todos que AINDA s�o utilizados, deixar a VIDA desta pessoa que recebeu o diagn�stico de encefalicamente morta, no m�nimo, NEUROLOGICAMENTE SEQ�ELADA.

O drama � complexo e muitos juristas ainda n�o conseguiram perceber a gravidade da quest�o.

As vidas, em 70 % dos casos de COMA (AINDA N�O HOUVE PARADA CARDIO-RESPIRAT�RIA), PODEM SER RECUPERADAS COM O USO DA HIPOTERMIA. Hipotermia � procedimento simples de resfriamento do corpo, 33o C, para EVITAR QUE A CIRCULA��O SANG��NEA, NUM TRAUMATISMO CRANIANO, POR EX., POSSA PREJUDICAR A COMUNICA��O DO C�REBRO COM O RESTANTE DO CORPO, OU MELHOR, A HIPOTERMIA EVITA A FORMA��O DE CO�GULOS NO C�REBRO.

No entanto, n�o fornecer a um paciente (QUE VIVE!), o atendimento m�nimo necess�rio para que VOLTE A ABRIR OS OLHOS ESPONTANEAMENTE, constitui OMISS�O QUE OFENDE, AL�M DO C�DIGO DE �TICA M�DICO, A HUMANIDADE.
CORRESPONDE, TAL OMISS�O, A UMA OFENSA P�BLICA DE ENORME GRAVIDADE:
� UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE, QUE OFENDE O DIREITO � VIDA.

Um crime contra a humanidade, n�o permitir a volta � vida normal.

E o que mais? O que � que as leis t�m com isso?

O Direito � Vida � Direito Universal, que � DECLARADO em nossa Constitui��o Federal. Ent�o, � tamb�m Direito garantido pelos mandamentos constitucionais da Rep�blica Federativa do Brasil.

Se este DIREITO, O MAIOR BEM DO HOMEM, �-lhe recusado, PORQUE SUA CONDI��O F�SICA � DE SIL�NCIO (a pessoa est� em COMA), OUTRA SEQ��NCIA DE CRIMES TEM SIDO PERMITIDA.

Enquanto o homem que vive, respira e tem batidas card�acas, � MANTIDO EM SIL�NCIO, PERDE SEUS �RG�OS VITAIS, que ser�o imediatamente, enquanto retiram-lhe a vida, TRANSPLANTADOS para outras pessoas, ou, at� mesmo, IMPLANTADOS.

Crime contra a humanidade e homic�dio para transplante de �rg�os, e les�o MORAL irrepar�vel, aos FAMILIARES e � SOCIEDADE.

Por que � preciso, com urg�ncia, cuidar de revisar os m�todos de avalia��o da morte encef�lica atualmente empregados pela medicina, e a sociedade receber uma explica��o? E, ainda, tratar de atualizar a legisla��o?

Porque, depois de ser diagnosticada a morte, e verificada a parada c�rdio-respirat�ria, APENAS SER�O �TEIS PARA TRANSPLANTE (n�o s�o tornados inutiliz�veis com a parada da circula��o sang��nea), C�RNEAS e MEDULA.

Caros colegas, e Roberto, n�o pude me conter. As linhas simplesmente flu�ram, e acabei fazendo de uma mensagem de boas-vindas, o texto que a� est�.

Foi sim um desabafo. Queria escrever h� muito sobre isto, sobre a import�ncia que o assunto _vida e morte_ tem de decisivo na identifica��o dos valores erguidos pela humanidade. Vida � o melhor bem. Vida � bem impenhor�vel, que n�o admite negocia��es, e que, tampouco, admite trocas.


Um abra�o fraternal a todos

Cristiane


  ----- Original Message -----
  From: Renato Colucci
  To: [EMAIL PROTECTED]
  Sent: Monday, May 08, 2000 9:35 PM
  Subject: [Direito_Saude] Direita � Sa�de


  Ol�,
  
  Meu nome � Antonio Renato Sanches Colucci, sou formado pela Faculdade de
  Odontologia de Ribier�o Preto - USP em 1992, fiz curso de aprimoramento e
  resid�ncia em Cirurgia Oral e Buco-Maxilo-Facial na Santa Casa de S�o Paulo
  durante 1993 at� 1996, tendo obtido t�tulo de especialista pelo col�gio
  Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial em 1996.
  Nestes anos que se passaram, mantive atividades em S�o Paulo, onde tenho meu
  consult�rio, em Pinheiros, e estive focando minhas atividades para a
  realiza��o de Cirurgia Ortogn�tica, Implantes e Cirurgia Oral.
  Atualmente fa�o mestrado em Bioengenharia, buscando m�todos de acelerar o
  processo de reparo �sseo, o que vai ajudar a todos n�s se o m�todo for
  aprovado. (tanto em fraturas com em implantes).
  Tenho lido muito os emails do grupo, mas agora resolvi entrar pra valer nas
  conversas....s�o realmente instrutivas.

  Vendo o que o grupo tende a discutir, gostaria de expor algo sobre a Odontologia que poucos conhecem.
  
  Sobre a especialidade Cirurgia Buco-Maxilo-Facial, in�meros Hospitais aqui
  em S�o Paulo (e acredito que n�o � diferente no resto do Brasil), exigem a
  presen�a de Cirurgi�es Gerais, Neurocirurgi�es, Pediatras com a devida
  forma��o e resid�ncia mas ao pedirem um Cirurgi�o Buco-Maxilo-Facial,
  colocam ortodontistas, cl�nicos e odontopediatras para dar plant�o de
  cirurgia, como se estes pudessem solucionar os reais problemas dos
  politraumatizados de face.

  E ainda, como se n�o bastasse, nossos conselhos, CRO e CFO, dizem que brigam com os m�dicos para defender a presen�a do cirurgi�o-dentista no hospital...........devemos brigar sim, mas para aquele dentista qualificado ficar, e n�o envergonhar a classe, em situa��es onde
  mal suturar ou se lavar para paramenta��o completa estes colegas sabem, e respondem por um plant�o de Buco-Maxilo. � s� vcs mesmos se perguntarem se seu filho tivesse uma fratura de cr�nio e precisa-se operar, vcs iam querer um neurocirurgi�o mesmo ou um cl�nico que estivesse dando plant�o de neurocirurgi�o........

  Isto ocorre na maior parte dos hospitais de S�o Paulo, o que acaba com o Cirurgi�o-dentista frente a classe m�dica e nos faz quase que obrigados a engolir as piadinhas sobre dentistas e m�dicos. - Com certa raz�o diga-se de passagem.

  Gente, fora o desabafo, vou adorar participar do grupo.

  Um grande abra�o

  Renato Colucci
  www.colucci.odo.br
  [EMAIL PROTECTED]


======================================================================================
------------------------------
Subscribe: [EMAIL PROTECTED]
Unsubscribe: [EMAIL PROTECTED]
P�gina: http://www.mail-archive.com/[email protected]
------------------------------

Busca Site
O seu Busca Site na Internet!!!
http://www.buscasite.com.br

Responder a