Direito_Sa�de - 17.mai.2001
From: Willadesmon
Subject: [Direito_Saude] Boletim Eletronico do Sindicato dos Quimicos e Petroleiros da Bahia

 
BoletimOn line
Sindicato do Ramo Qu�mico e Petroleiro da Bahia
Assessoria de Comunica��o - Salvador, 16 de maio de 2001

>>Come�ou a leitura do relat�rio da viola��o no painel

>>Confirmado: relat�rio pede abertura do pedido de cassa��o dos senadores ACM e Arruda

>>Dezenas de pessoas feridas em manifesta��o pela cassa��o de ACM, Arruda e Jader

>>Mais um golpe na Petros: Conselho de Curadores aprova novo plano

>>Odebrecht discute com Petrobras plano para a Copene

>>PLR: Mobiliza��o faz Petrobras aumentar o piso

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Come�ou a leitura do relat�rio da viola��o no painel

Come�ou �s 10h30, na Comiss�o de �tica do Senado, a leitura do relat�rio sobre viola��o no painel eletr�nico de vota��o durante a sess�o de cassa��o de Luiz Estev�o. O texto do relat�rio tem 30 p�ginas e as primeiras 20 p�ginas est�o sendo lidas pelo senador Casildo Maldaner (PMDB-SC), pois o relator Saturnino Braga (PSDB-RJ) disse estar sem condi��es de ler todo o relat�rio. Ele ainda sente dores ap�s ter retirado da lingua os espinhos de um pequi.
Se todo ocorrer normalmente, ap�s a leitura do relat�rio, os senadores v�o discut�-lo. Foi definido tamb�m, no �nicio da sess�o, que a vota��o do texto ser� em aberta e n�o secreta.
A sess�o est� sendo transmitida pela TV Senado.

Divulgado pela Assessoria de Comunica��o, 16/05/2001 �s 10h40

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Confirmado: relat�rio pede abertura do pedido de cassa��o dos senadores ACM e Arruda

Confirmado. O relat�rio de Roberto Saturnino Braga, relator do Conselho de �tica do Senado, sobre a viola��o do painel eletr�nico no Senado recomenda a abertura de processo de cassa��o dos senadores Antonio Carlos Magalh�es (PFL-BA) e Jos� Roberto Arruda (sem partido, ex-PSDB-DF e ex-l�der do governo no Senado).
Segundo o relat�rio, ``h� fortes ind�cios`` de envolvimento dos dois senadores (ACM e Arruda) na viola��o do painel eletr�nico para a obten��o da lista dos votos da sess�o secreta em que foi cassado o mandato do senador Luiz Estev�o, em junho do ano passado.

O relat�rio diz que ``a mudan�a constante de vers�es para o fato, a confiss�o de servidores do Senado e a comprova��o da quebra de sigilo do painel s�o suficientes para encaminhar o processo � Mesa Diretora com pedido de cassa��o dos mandatos dos senadores``.

O senador Paulo Souto (PFL-BA), ligado a ACM, abriu a discuss�o do relat�rio, pedindo vistas ao processo. A Mesa Diretora deu o prazo de cinco dias, at� a pr�xima quarta-feira (23/05), para continuar com a discuss�o do relat�rio. No mesmo dia ser� votado o relat�rio.

Passeata em Salvador

Para tentar desviar da grande barreira da pol�cia Militar, os mais de seis mil manifestantes, que exigem a cassa��o dos senadores ACM e Arruda, tiveram de continuar pelo Vale do Canela, no campus da UFBA. A passeata saiu da Reitoria da UFBA, passou pelo Campo Grande e no momento de continuar pela Av. Sete de Setembro (Gra�a), na tentativa de chegar at� a resid�ncia de ACM, foi montada a barreira policial. este foi o momento mais tenso da caminhada. No Campus da Universidade, o reitor da UFBA teve de intervir porque os policiais invadiram �reas federais.

Assessoria de Comunica��o, em 16/05/2001 �s 12h30

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Dezenas de pessoas feridas em manifesta��o pela cassa��o de ACM, Arruda e Jader

Muito tumulto e viol�ncia marcaram a manifesta��o que aconteceu hoje 16, em salvador, pedindo a cassa��o de ACM e Arruda e a instala��o da CPI da Corrup��o. Mais de seis mil manifestantes, entre eles, estudantes, sindicalistas, parlamentares e membros do MST participaram do movimento que foi fortemente reprimido pela Pol�cia Militar da Bahia. A passeata saiu da Reitoria da UFBA, �s 10h, mas ficou por mais de uma hora e meia parada no viaduto do bairro do Canela. Todas as sa�das do local foram bloqueadas pela Pol�cia Militar, que tentava impedir a ida dos manifestantes para o bairro da Gra�a, onde mora o senador Ant�nio Carlos Magalh�es. Acuados, os estudantes correram para o Campus da Universidade Federal da Bahia, mas a PM invadiu o Campus e reprimiu violentamente a manifesta��o com bombas de g�s lacrimog�neo, de efeito moral e balas de borracha. O professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, S�rgio Habib, denunciou o estado de s�tio da faculdade que foi tomada pela Pol�cia Militar. Durante toda a tarde os manifestantes tentaram em v�o chegar at� o pr�dio de ACM. A PM baiana n�o acatou um Habeas-Corpus entregue pela Policia Federal que pedia a desocupa��o do Campus da UFBA pela Tropa de Choque. Agiu de forma contr�ria e entrou em confronto com os manifestantes dentro do Campus da Ufba. V�rios estudantes foram gravemente feridos e levados para o Hospital Geral do Estado (HGE) e COT. Os policiais, inclusive o Batalh�o de Choque da PM, estavam fortemente armados e acompanhados de cachorros da ra�a rottweiler. � tarde os manifestantes sa�ram em passeata da Reitoria da UFBA at� a Pra�a Municipal. No final da tarde muitos estudantes ainda estavam sendo atendidos em v�rios hospitais da cidade. As ruas do centro de Salvador se transformaram em um palco de guerra e aconteceram cenas de b�rbarie que relembram os tempos da ditadura. A PM fez de tudo para impedir a manifesta��o, inclusive fechar ruas e modificar o trafego. Amanh� 17, os manifestantes v�o se reunir mais uma vez em frente ao pr�dio da Reitoria da Ufba para realizar uma assembl�ia e decidir qual ser� a continuidade do movimento. Tamb�m est� marcado para sexta-feira 18,no largo da Vit�ria, uma vig�lia dos artistas baianos em rep�dio � viol�ncia policial, pela cassa��o de ACM, Arruda e Jader e instala��o da CPI.

Publicado em 16/05, por autor






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Mais um golpe na Petros: Conselho de Curadores aprova novo plano

No �ltimo dia 9, em reuni�o extraordin�ria do Conselho de Curadores da Petros, foi aprovado arbitrariamente o regulamento do plano de Contribui��o Definida, que teve a rejei��o apenas dos dois conselheiros eleitos: Paulo C�sar e Ricardo Maranh�o. Era o in�cio de mais um golpe contra os participantes: mesmo ap�s a sua aprova��o, o regulamento do novo plano continua sendo alterado ao bel prazer dos dirigentes da Petros e da Petrobras, que t�m a maioria no Conselho. Isto mostra mais uma vez a estrat�gia clara de atropelar as entidades que representam os participantes, evitando, assim, o debate e implementando a migra��o goela abaixo da categoria, impedindo, assim, a negocia��o.
Movimento em Defesa dos Participantes da Petros
Os conselheiros eleitos est�o convocando todas as entidades (AEPET, AMBEP, Associa��es de Aposentados, FUP e Sindicatos) para formarem o Movimento em Defesa dos Participantes da Petros. Com isso, os conselheiros pretendem buscar a uni�o em defesa dos direitos dos participantes contra os ataques do governo FHC, obrigando os dirigentes da Petros e da Petrobras a negociarem com as entidades, evitando, assim, o atropelamento. O que est� em jogo � o nosso futuro e o das nossas fam�lias. N�o podemos nos dividir, pois � justamente a nossa unidade que nos fortalecer� para vencermos todos estes desafios.

Publicado em 16/05 no Primeira M�o

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Odebrecht discute com Petrobras plano para a Copene

O presidente do grupo Odebrecht, Em�lio Odebrecht, e o presidente da OPP, empresa petroqu�mica do grupo, �lvaro Cunha, encontram-se hoje com o presidente da Petrobras, Henri Philippe Reischtul, para apresentar o projeto de integra��o de ativos petroqu�micos do Nordeste caso a associa��o Odebrecht-Mariani ven�a o leil�o de venda da Norquisa, holding da Copene, marcado para 12 de junho.

A palestra � mais uma da s�rie que o cons�rcio t�m feito para o mercado e s�cios dos dois grupos. A Petrobras � uma parceira importante, porque � fornecedora de nafta, principal mat�ria-prima das centrais. Se a Odebrecht-Mariani ganharem o leil�o, a Odebrecht - que divide o controle da Copesul, a central ga�cha, com a Ipiranga - ser� compradora de cerca de oito milh�es de toneladas anuais ou 80% do total consumido no Pa�s, num gasto de cerca de US$ 2 bilh�es por ano.

O mercado avalia que a Odebrecht, uma vez vitoriosa, ter� maior poder de barganha para negociar com a estatal. `O poder de barganha n�o � com a Petrobras, mas com a possibilidade de importar a pre�os melhores`, disse um analista. O cons�rcio tamb�m apresenta hoje o projeto para os fundos de pens�o Previ e Petros, s�cios da Copene. Ontem, �lvaro Cunha, e os executivos do grupo Mariani, Pedro Henrique Mariani e Francisco S�, mostraram o plano de integra��o � diretoria do BNDES. O banco ap�ia o grupo Ultra na disputa pela Copene e n�o quis comentar o encontro.

`Viemos expor nosso projeto, nossa preocupa��o com os acionistas minorit�rios e o interesse de realizar a opera��o com total transpar�ncia, em caso de vit�ria`, disse Cunha. Segundo ele, o cons�rcio n�o pediu recursos ao banco, j� que tem uma opera��o de financiamento montada com bancos privados - liderada pelo Citibank/Salomon Smith Barney e pelo ABN Amro. De acordo com Mariani, `o BNDES, � um parceiro tradicional, e em caso de vit�ria do cons�rcio, poderia apoiar investimentos em expans�o`.

A expans�o, segundo ele, poder� contar tamb�m com sustenta��o do mercado de capitais. O cons�rcio n�o pretende fechar o capital mas sim criar condi��es para que haja a migra��o de acionistas para a `Nova Copene`, empresa operacional fruto da integra��o. Segundo Mariani, ainda n�o est� definido se a nova empresa nascer� com 100% de ordin�rias. `Essa decis�o fica para depois`.

Quanto aos boatos de que a Dow estaria novamente interessada em adquirir a Copene, �lvaro Cunha disse desconhecer o fato.

Em comunicado � Bovespa, a Copene avisou ontem que a amplia��o da capacidade de produ��o de eteno foi adiada para 2002. O assessor de Rela��es com Investidores, Carlos Augusto Freitas, disse que a empresa contratada para a amplia��o precisaria fazer mais modifica��es. `Ir�amos parar 43 dias para fazer manuten��o e amplia��o. Mas a parada durar� s� 23 dias, para manuten��o. A produ��o n�o ser� comprometida`. A amplia��o geraria mais 80 mil toneladas/ano ainda em 2001. At� 2004, a Copene quer aumentar em 300 mil toneladas/ano a produ��o atual de 1,2 milh�o de toneladas de eteno.

Por Simone Goldberg, Gazeta Mercantil/P�gina A10, em 16/05/2001

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PLR: Mobiliza��o faz Petrobras aumentar o piso

FUP indica a suspens�o das paralisa��es e a aprova��o da proposta que � o dobro do piso da primeira parcela

A press�o da categoria levou a dire��o da Petrobras a avan�ar em sua proposta, elevando para R$ 3,6 mil o piso da segunda parcela, cuja proposta inicial era de R$ 1,8 mil. A proposta da empresa para a PLR passa a ser ent�o de 3 Sal�rios B�sicos ou R$ 3,6 mil, o que for maior. O avan�o da proposta se deve � mobiliza��o da categoria, aprovada nas assembl�ias das principais bases do pa�s. No Norte Fluminense, por exemplo, os petroleiros j� vinham realizando, desde segunda-feira, atrasos no embarque dos v�os no heliporto de Farol de S�o Tom�. Diante desta mudan�a, a FUP e os sindicatos est�o indicando a suspens�o da greve “pipoca” e a aprova��o da nova proposta.
Fortalecida por essas mobiliza��es, a FUP vinha desde a semana passada pressionando a dire��o da Petrobras (inclusive o presidente da empresa) a apresentar uma nova proposta. Na segunda-feira (14/05), a FUP e os sindicatos cobraram uma resposta da Ger�ncia de RH, que sinalizou com um piso de R$ 3 mil para a segunda parcela, condicionando a apresenta��o da proposta ao compromisso da FUP em indicar a sua aprova��o, o que foi rejeitado de imediato pela Federa��o.
Hoje � tarde (16/05), a Ger�ncia apresentou a proposta que dobrou o piso para R$ 3,6 mil, com pagamento para o pr�ximo dia 23. A nova proposta da Petrobras contempla cerca de 11 mil trabalhadores, ou seja, um ter�o da categoria. Para se ter uma id�ia, o piso anteriormente proposto (R$ 1,8 mil) atingiria apenas 50 petroleiros, o que representava 0,16% dos empregados.Fica claro mais uma vez que somente a mobiliza��o fortalece a luta da categoria em defesa dos nossos direitos e no alcance de nossas conquistas.

Publicado em 16/05 no Primeira M�o

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