A PAZ
 
Por que temos um sonho
 
 
 
Um dia perguntaram pr� mim, com raz�o, onde estariam as refer�ncias bibliogr�ficas dos textos que escrevo.
 
 
E, como eu gostaria de saber onde est�o... Pensei comigo. Ser� mais simples pr� mim, e talvez estes textos ganhem um traje mais adequado... e deixem de ser vistos como um ultraje... 
 
 
Disse, ent�o, que um dia eu explicaria, se conseguisse... Se fizesse entender como � que s�o criadas o que eu chamo de " colunas de abobrinhas ", eu tentaria escrever sobre isso.
 
 
Considerando que isso � o simples resultado de uma emo��o, parece-me que este fato explica tudo. Muito embora seja t�o dif�cil compreender o funcionamento de emo��o somado a um enc�falo perdido com muitos neur�nios queimados - sem vida -.
 
 
� a minha tentativa de apresentar uma justificativa. Tentar justificar o que nem eu posso entender. O mundo das emo��es, dos sentimentos, que s�o vivenciados acompanhados de uma tentativa de v�-los traduzidos racionalmente (?) em palavras.
 
 
Onde est�o as refer�ncia de bibliogr�ficas?
 
 
No modo de interpretar as express�es dos sentimentos e das emo��es das outras pessoas que as manifestaram um dia.
 
 
Hoje aconteceu assim. Talvez seja imposs�vel entender... Mas....
 
 
Estou com problemas outra vez nesta m�quina. E isto me levou � leitura, numa tentativa de organizar, hoje, as quase 3000 mensagens guardadas no programa de correio eletr�nico.
 
 
Mas fui surpreendida enquanto lia os versos de -A Paz -, de Gilberto Gil e Donato.  Recebi com carinho  -Um Velho Estema -, obra dedicada a Cristiana e Alice.
 
 
Coincid�ncias?
 
 
N�o. Eu  chamaria de " fatalidades ", da vida de um " anormal".
 
 
Nesse momento, das surpresas coincidentes, interpretei - Um Velho Estema - como a busca interior de paz. Numa necessidade de querer estar junto de todas as suas express�es vivas da vida humana.
 
 
De - A Paz -, de Gil e Donato, destaco apenas a parte dos versos que canta de uma pessoa que parou na beira  do cais e que j� n�o tem mais caminhos para seguir.
 
 
"Eu vim, vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou ao fim
Onde o fim da tarde � lil�s
Onde o mar arrebenta em mim..."
 
 
 
Esta chegada at� o fim da estrada, na beira do cais, onde o mar arrebenta em mim, foi o instante em que descobri o quanto te amo. E n�o foram as guerras que fizeram este amor em paz. Foi a minha solid�o sem solid�o.
 
 
As guerras tentaram destruir este amor. Mas ele existe. Voc� querendo ou n�o.
 
 
 
 
 
 _A PAZ_ � dedicada a Gerson Gr�nblatt, autor de UM VELHO ESTEMA.
 
 
Ilha de Santa Catarina, 28 de setembro de 2001.
 
Cristiane Rozicki
RG SSP/RS 1023725292
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P.O.D.E. porque faz refer�ncia a diferen�as
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