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Prezados, todos que receber�o esta mensagem, 
e caro Humberto Adami Santos J�nior

Li o questionamento final de sua mensagem, e n�o pude me conter...
Escrevo, para refletirmos v�rios detalhes, sobre os quais n�o me aprofundo, n�o � 
preciso, e que dizem respeito aos
princ�pios fundamentais da Constitui��o da Rep�blica Brasileira, � rea��o inconsciente 
de uma na��o que percebe as
car�ncias humanas como banalidades "normais" e aos valores humanos que t�m sido 
desprezados, como o da solidariedade,
com a evolu��o da barb�rie, provocada, sem qualquer reserva, pela hegemonia do capital.

" A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os direitos dessas 
pessoas discriminadas sejam
devidamente respeitados?" Humberto Adami

Eu tenho tentado entender isso at� hoje...H� bastante tempo, desde o segundo semestre 
de 90, para dizer a verdade.
A obrigatoriedade de o Brasil tornar-se "civilizado" e n�o-discriminativo, diante de 
todo o tipo de defici�ncia, �
determina��o que est� marcada na Constitui��o da Rep�blica, precisamente o � 2o do 
art. 227, que diz:

"A lei dispor� sobre normas de constru��o dos logradouros e dos edif�cios de uso 
p�blico e de fabrica��o de ve�culos de
transporte coletivo, a fim de garantir acesso adequado �s pessoas portadoras de 
defici�ncia". 

E art. 244:
"A lei dispor� sobre a adapta��o dos logradouros, dos edif�cios de uso p�blico e de 
transporte coletivo .... a fim de
garantir acesso adequado �s pessoas portadoras de defici�ncia, conforme o disposto no 
art. 227, � 2o".

E, ainda, observando como o objetivo de assegurar a integra��o, de todos os 
deficientes, ao conv�vio social, est�
manifesto nos fundamentos de constitui��o �no sentido de cria��o ou de persist�ncia- 
do Estado brasileiro, podemos
associar, sistematicamente, 

--o pre�mbulo da CF/88, que anuncia a institui��o de um Estado democr�tico, 
"...destinado a assegurar o exerc�cio dos
direitos sociais e individuais...a igualdade e a justi�a como valores supremos de uma 
sociedade fraterna, pluralista e
sem preconceitos..."; 

--o art. 1o da Lei Suprema, "A Rep�blica Federativa do Brasil...constitui-se em Estado 
Democr�tico de Direito e tem
como fundamentos: II-a cidadania; III-a dignidade da pessoa humana";

--o inc. IV do art. 3o: 
"promover o bem de todos, sem preconceito...e quaisquer outras formas de 
discrimina��o".

A capacidade de legislar sobre este tema � concorrente, da Uni�o, dos Estados e dos 
Munic�pios. Quer dizer, inexistindo
lei federal sobre o assunto, o Estado-membro e/ou o Munic�pio, podem legislar. Se, 
depois da cria��o da norma aplic�vel
ao �mbito estadual ou municipal, advier legisla��o federal, aquelas, de �mbito de 
aplica��o inferior ao da Uni�o, ser�o
mantidas e dever�o apresentar como princ�pios, aqueles que vierem a fundamentar a lei 
federal (dever�o adequar  seus
princ�pios aos termos da lei de �mbito de aplica��o maior).

O que tem acontecido no pa�s, desde a promulga��o da CF/88, � a cria��o de leis 
estatuais (mais raras, no entanto, se
comparadas �s iniciativas municipais) e municipais.

Mas por que ser� que n�o podemos ver, ainda, a plena efic�cia e efici�ncia destas leis 
estaduais e municipais? 

Eu penso que s�o tantos os fatores, que talvez n�o os tenha conseguido identificar por 
completo...

Cultura, � um deles. Sempre foi mais simples, e c�modo, deixar os diferentes, ignorar 
o "aparentemente" incapazes 
-frisando: inclusive alguns graus de defici�ncia mental permitem o trabalho, mostrando 
o engano a que o preconceito e a
ignor�ncia (por falta de informa��o e de divulga��o) podem levar-.

Contudo, n�o tem sido s� uma proposta c�moda...que admite a realidade em que vivemos, 
como "normal".
Esta conviv�ncia cotidiana, com a falta de acesso aos direitos fundamentais, levou � 
banaliza��o das duras e absurdas
realidades nacionais. Mas os problemas ainda alcan�am ra�zes bem mais profundas, as 
quais est�o relacionadas �s
conting�ncias nacionais, e que est�o relacionadas, por conseguinte, � proposta de  
vida do autoritarismo do capital,
que condiciona o mundo a uma vis�o m�ope, unicamente de valores econ�micos.

Da� que, pode-se perceber, nitidamente, a banaliza��o das inadequa��es da nossa 
estrutura de vida, do condicionamento
que nos acompanha, no que tange aos valores humanos de vida, os quais s�o desprezados, 
e, por fim, faz-nos deixar de
lembrar dos deveres humanos.

Faz-nos, ademais, esquecer que a garantia de acesso a muitos direitos, tais como 
educa��o, por exemplo, e integra��o do
deficiente e do idoso ao conv�vio social, bem como aqueles relacionados �  crian�a e 
ao adolescente, s�o obriga��es que
t�m, como destinat�rio, a generalidade dos cidad�os. E, sendo assim, consequentemente, 
tais direitos preceituam
obriga��es onde a sociedade, ao lado do Estado, � a pessoa que participa da efetiva��o 
plena daqueles.

Eu sou, cidad�, brasileira, que comp�e, junto com quase um ter�o da popula��o nacional 
�quantos 150 milh�es de
habitantes j� somamos?- (um ter�o corresponde ao suficiente n�mero de eleitores 
�prestem aten��o nisto aqueles que
pretendem ascens�o pol�tica- para p�r na presid�ncia da Rep�blica, legitimamente, um 
candidato surpresa (ora, os votos
s�o diretos, e t�m respondido satisfatoriamente � intensidade das car�ncias dos 
brasileiros, necessidades prementes de
educa��o, moradia, sa�de, trabalho digno e valorizado, remunerado de modo a permitir 
uma vida digna �um dos valores
fundamentais do Estado democr�tico de direito brasileiro, como j� foi apontado-), eu 
sou uma deficiente.  

S�o as palavras de quem tenta racionalizar o problema, um drama que n�o est� 
divorciado de outros tantos e que,
envolvido no ambiente da inseguran�a e da perda dos mais belos princ�pios de 
conviv�ncia humana, � absorvido por uma
luta, a luta pela sobreviv�ncia de um povo marginalizado e sofrido.

Abra�os a todos
Cristiane Rozicki
Florian�polis, 05 de agosto de 1999 � 07:12


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| De: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
| Para: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva 
|<[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben
<[EMAIL PROTECTED]>; guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; 
[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED];
[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; 
[EMAIL PROTECTED]; amigos-juristas
<[EMAIL PROTECTED]>
| Assunto: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer
| Data: Quarta-feira, 21 de Julho de 1999 21:47
| 
| Prezado Dalfovo
| O tema dos direitos dos portadores de defici�ncia f�sica, visto sob o �ngulo
| de pessoas integrantes de uma minoria discriminada, deve ser amplamante
| debatido.
| Semana passada pude verificar que a ag�ncia do Banerj aqui no Rio, na Rua
| Senador Dantas, providenciou uma passarela para o ingresso de cadeiras de
| rodas na ag�ncia. Pelo que sei isto � lei, pelo menos aqui no Rio. Uma lei
| do Carlos Minc.
| 
| A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os direitos
| dessas pessoas discriminadas sejam devidamente respeitados?
| 
| Humberto Adami
| [EMAIL PROTECTED]
| -----Mensagem original-----
| De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
| Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
| <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>;
| guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
| <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
| Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 08:11
| Assunto: Re: Ajudar a Vencer
| 
| 
| >Ol�
| >
| >Humberto Adami Santos Junior wrote:
| >
| >> Prezado Mrizer
| >> N�o sei.
| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP,  que �
| o
| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a discuss�o l�
| >> prossiga...
| >
| >Gostaria de comtribuir com minha experiencia profissional, nao sou o expert
| no
| >assunto, porem venho observando aqui na regiao de Blumenau - SC, algumas
| >empresas no setor Textil veem contratando deficiente fisico e mental e apos
| um
| >periodo de 10 anos de trabalho eles se aposentam.
| >
| >Tenho um exemplo de um garoto com Sindrome de Down trabalhou por dez anos
| nesta
| >empresa ao qual eu era funcionario, e apos o periodo de 10 anos ele teve
| sua
| >aposentadoria integral.
| >
| >Tambem recentemente foi feito um trabalho para arrecadar fundos para APAE
| na
| >regiao, onde as pessoas autorizavam o debito em conta para auxiliar na
| >recuperacao desta entidade.
| >
| >Tambem acredito que estamos muito longe de sermos cidadao e aceitarmos as
| >pessoas, fisicas ou principalmente mental, como um ser normal na sociedade.
| >Mesmo assim,  la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida
| conforme
| >texto enviado a voce "...>>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os
| outros a
| >vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso >>>>
| >",
| >espero que um dia nos nos concientizamos e comecamos a aceitar esta
| realidade
| >que esta na nossa frente e nao queremos aceitar.
| >
| >So lembrando, nao podemos esquecer que  alem dos deficientes fisicos e
| mentais
| >tem tambem os desempregados e as pessoas de baixa renda (muitas pessoas
| passando
| >fome), realmente estamos longe de sermos cidadao !!.
| >
| >--
| >Ate +
| >
| >Mens.: O caminho do sucesso estah na capacidade da
| > transformacao dos sonhos em realidades !
| >
| >Um forte abraco.
| >-----------------------------------------------------------------
| >Prof.Oscar Dalfovo,MAN
| >-----------------------------------------------------------------
| >FURB - Universidade Regional de Blumenau
| >Departamento de Sistemas e Computacao
| >Antonio da Veiga, 140.      Cx. Postal 1507
| >Blumenau, SC, Brasil.       CEP: 89010-971
| >Tel:(047)321-0278 Fax:(047)322-8818 Cel:(047)982-1890
| >http://www.inf.furb.rct-sc.br/~dalfovo
| >mailto: [EMAIL PROTECTED]
| >mailto: [EMAIL PROTECTED]
| >-----------------------------------------------------------------
| >
| >
| >Humberto Adami Santos Junior wrote:
| >
| >> Prezado Mrizer
| >> N�o sei.
| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP,  que �
| o
| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a discuss�o l�
| >> prossiga.
| >> Como � uma lista fechada, estou repassando-a, tamb�m, ao Dr Guilherme
| >> Purvin, seu moderador, que com certeza ter� interesse em alimentar o
| debate
| >> no local mais apropriado.
| >>
| >> O que posso dizer, com certeza, � que no n�cleo contra a discrimina��o no
| >> Minist�rio do Trabalho/RJ havia uma representante do MPT, que afirmou que
| >> fosse exigido a cota dos deficientes f�sicos, de uma hora para outra, as
| >> empresas poderiam obter junto ao governo federal uma medida provis�ria
| para
| >> suspender a aplica��o do dispositivo da cota.
| >> Pessoalmente, n�o acho que isto seja impecilho, como tamb�m, n�o acredito
| >> que esta seja a posi��o do MPT.
| >> Talvez essa quest�o encontre na in�rcia da sociedade em exigir respeito
| aos
| >> direitos das minorias discriminadas sua resposta. Mas o que para alguns �
| >> facultativo, para outros � obrigat�rio. Enquanto h� lei, n�o posso
| encontrar
| >> respostas para a sua pergunta. Sugiro que contate associa��es de
| portadores
| >> de defici�ncia f�sica na sua �rea de atua��o para que representem junto
| ao
| >> MPT. � o que estou fazendo.
| >> Tomara que esta discuss�o auxilie na solu��o do assunto.
| >> Um abra�o
| >> humberto adami
| >> [EMAIL PROTECTED]
| >> -----Mensagem original-----
| >> De: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>
| >> Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
| >> Cc: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
| >> Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 02:27
| >> Assunto: Re: Ajudar a Vencer
| >>
| >> >
| >> >
| >> >
| >> >
| >> >POR QUE OS PROCURADORES DO TRABALHO nao fazem nada quanto � fiscaliza��o
| e
| >> >cumprimento do preceito legal que estabele�e percentual de deficientes
| em
| >> >concursos p�blicos????????
| >> >
| >> >JA VI, cenas lastim�veis de deficientes, tendo que entrar com MS pra
| >> >garantir a vaga, al�m de que tinham obtido a nota estabelecida em lei
| para
| >> >o ingresso.
| >> >
| >> >
| >> >
| >> >
| >> >
| >> >At 12:02 20/07/99 -0300, you wrote:
| >> >>Prezada Rosa Fernanda
| >> >>Sua observa��o � correta no tocante � discrimina��o dos deficientes
| >> f�sicos.
| >> >>Possuem at� uma cota definida no quadro de empregos das empresas que
| n�o
| >> >>� observado, sem que o minist�rio p�blico do trabalho, at� onde se tem
| >> >>not�cia, adote as provid�ncias legalmente cab�veis, ou seja, o simples
| >> >>cumprimento da lei.
| >> >>
| >> >>Recentemente, a Minist�rio do Trabalho/RJ criou um n�cleo de combate a
| >> >>v�rios tipos de discrimina��o.
| >> >>
| >> >>O IBAP possui excelente obra sobre o assunto, Direitos dos Portadores
| de
| >> >>Defici�ncia F�sica.
| >> >>Humberto Adami
| >> >>[EMAIL PROTECTED]
| >> >>-----Mensagem original-----
| >> >>De: Rosa Fernanda <[EMAIL PROTECTED]>
| >> >>Para: adami <[EMAIL PROTECTED]>; Vladimir Passos de Freitas
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; vanusa urta agrelli
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; sergio martins <[EMAIL PROTECTED]>;
| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; paulo roberto pereira de sousa
| >> <[EMAIL PROTECTED]>;
| >> >>moises <[EMAIL PROTECTED]>; marcio chaer <[EMAIL PROTECTED]>; Maisa
| >> >>Ribeiro <[EMAIL PROTECTED]>; Lista Jusfilosofia BHNET
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista DIREITO-L
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista Direito Onix <[EMAIL PROTECTED]>;
| Lista
| >> >>Direito Alunos P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de
| Direito
| >> >>P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito Livre AMB
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito ISM
| <[EMAIL PROTECTED]>;
| >> >>Lista de Direito El�gica <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito -
| >> Summer
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
| >> lamachia
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; joaquim <[EMAIL PROTECTED]>;
| INAGE
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; hugo
| studart
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; enea de stultz e almeida <[EMAIL PROTECTED]>;
| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; david zee
| <[EMAIL PROTECTED]>;
| >> >>Danilo Doneda <[EMAIL PROTECTED]>; ceap <[EMAIL PROTECTED]>;
| carlos
| >> >>jose de souza guimar�es <[EMAIL PROTECTED]>; assis <[EMAIL PROTECTED]>;
| >> antonio
| >> >>fernando pinheiro pedro <[EMAIL PROTECTED]>; Ana Paula Fernandes
| Nogueira
| >> >>da Cruz <[EMAIL PROTECTED]>; AMB Livre <[EMAIL PROTECTED]>;
| >> adami
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Alex Miranda <[EMAIL PROTECTED]>
| >> >>Data: Domingo, 1 de Agosto de 1999 15:44
| >> >>Assunto: [direito_da_cidade] Re: [SGA-L] Ajudar a Vencer
| >> >>
| >> >>
| >> >>>Muito bonita o texto que recebi de voc�s, mas infelizmente o mundo n�o
| �
| >> >>>assim. Se cada pessoa agisse como nessa linda est�ria, com certeza o
| >> Mundo
| >> >>>seria bem melhor... E a sociedade ainda discrimina os deficientes
| >> >>f�sicos...
| >> >>>
| >> >>>----------
| >> >>>>
| >> >>>>
| >> >>>> humberto adami
| >> >>>> [EMAIL PROTECTED]
| >> >>>> -----Mensagem original-----
| >> >>>> De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
| >> >>>> Para: Empreendedor em Informatica <[EMAIL PROTECTED]>; SGA-L
| >> >>>> <[EMAIL PROTECTED]>
| >> >>>> Data: Sexta-feira, 30 de Julho de 1999 21:53
| >> >>>> Assunto: [SGA-L] Ajudar a Vencer
| >> >>>>
| >> >>>>
| >> >>>> >A alguns anos atras, nas Olimpiadas Especiais de Seattle, nove
| >> >>>> >participantes, todos com deficiencia mental ou fisica, alinharam-se
| >> >>>> >para a largada da corrida dos 100 metros rasos.
| >> >>>> >Ao sinal, todos partiram, nao exatamente em disparada, mas com
| >> >>>> >vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.  Todos,
| >> >>>> >menos um garoto, que tropecou no asfalto, caiu rolando e comecou a
| >> >>>> >chorar.
| >> >>>> >Os outros oito ouviram o choro. Diminuiram o passo e olharam para
| >> tras.
| >> >>>> > Entao eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com
| >> >>>> >Sindrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:
| "Pronto,
| >> >>>> >agora vai sarar".
| >> >>>> > E todos os nove competidores deram os bracos e andaram juntos ate
| a
| >> >>>> >linha de chegada.
| >> >>>> >O estadio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.
| >> >>>> >E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa
| >> >>>> >historia
| >> >>>> >ate hoje.
| >> >>>> >Porque?
| >> >>>> >Por que, la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida
| >> >>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os outros a vencer, mesmo que
| >> isso
| >> >>>> >signifique diminuir o passo e mudar de curso.
| >> >>>> >
| >> >>>> >                                   Um Abraco
| >> >>>> >                                               Nei Jaison Faes
| >> >>>> >
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