--------------------------------------------------------------------- Prezados, tendo recebido esta mensagem tamb�m, pe�o permiss�o para levar o tema a Ricardo Menezes, ambientalista, m�dico. Ricardo Menezes vem organizando eventos e, agora, um site na web, sobre quest�es como estas. Se n�o me tarda a mem�ria, ele est� em SP. Sauda��es Cristiane ---------- | De: Antonio Fernando Pinheiro Pedro <[EMAIL PROTECTED]> | Para: [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; Oscar Dalfovo |<[EMAIL PROTECTED]>; Guilherme Jose Purvin de Figueiredo <[EMAIL PROTECTED]>; Ambiente Global <[EMAIL PROTECTED]> | Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva |<[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>; guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; amigos-juristas <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED] | Assunto: [amigos-juristas] Re: [direito_da_cidade] Ajudar a Vencer | Data: S�bado, 7 de Agosto de 1999 10:36 | | Caros amigos, | | Essa quest�o possui intima liga��o com nossa lista de Direito da Cidade, e | poderia constituir objeto de uma reuni�o especial de nossa Comiss�o de | Direito da Cidade do Instituto dos Advogados Brasileiros, no Rio. | O assunto foi objeto de reuni�o ocorrida h� muitos anos na antiga | Subcomiss�o de Meio Ambiente da OAB/SP, quando eu a presidia, tendo � �poca | (1991) surgido proposta de concentrarmos esfor�os na garantia de acesso e | tr�nsito dos deficientes aos logradouros-p�blicos, exigir o cumprimento de | normas Constitucionais e do novo C�digo de Obras da Cidade de S�o Paulo (� | �poca rec�m aprovado) quanto ao acesso de deficientes �s edifica��es, e | normas de facilita��o de transporte coletivo. | O assunto, confesso, n�o foi adiante, talvez por falta de maior engajamento | direto dos envolvidos. | Posteriormente, por iniciativa do IBAP, uma equipe capitaneada pelo Dr. | Guilherme Purvin de Figueiredo, desenvolveu projeto editorial precios�ssimo, | que contou com a colabora��o de amigos pr�ximos, como o Jos� Eduardo | Rodrigues e Herman Benjamin, estabelecendo par�metros doutrin�rios pelos | quais se poderiam implementar direitos e garantias em favor da diversidade | cidad�... | Sugiro, assim, caro Dr. Adami: | 1. que se convide o Guilherme Jos� Purvin de Figueiredo (e.mail no rol de | destinat�rios), para integrar nossa lista; | 2. que o assunto seja debatido em uma sess�o aberta, com a participa��o | multidisciplinar de urbanistas, em uma reuni�o de nossa Comiss�o do IAB, | sendo o resultado e provid�ncias proativas, divulgados na lista; | 3. que organizemos um CHAT a respeito, que poderia contar com o apoio do | provedor de conte�do da UOL, a ag�ncia "Ambiente Global"; | (www.ambienteglobal.com.br ), o IBAP (Instituto Brasileiro de Advocacia | P�blica) e a ABAA (Associa��o Brasileira dos Advogados Ambientalistas) - com | a palavra nossa editora Gra�a. | | [ ]s. | AFPP | -----Mensagem original----- | De: Cristiane Rozicki <[EMAIL PROTECTED]> | Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Oscar | Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]> | Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva | <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>; | guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] | <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | amigos-juristas <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] | <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] | <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] | <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] | <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] | <[EMAIL PROTECTED]> | Data: Quinta-feira, 5 de Agosto de 1999 07:28 | Assunto: [direito_da_cidade] Re: [amigos-juristas] Ajudar a Vencer | | | >Prezados, todos que receber�o esta mensagem, | >e caro Humberto Adami Santos J�nior | > | >Li o questionamento final de sua mensagem, e n�o pude me conter... | >Escrevo, para refletirmos v�rios detalhes, sobre os quais n�o me aprofundo, | n�o � preciso, e que dizem respeito aos | >princ�pios fundamentais da Constitui��o da Rep�blica Brasileira, � rea��o | inconsciente de uma na��o que percebe as | >car�ncias humanas como banalidades "normais" e aos valores humanos que t�m | sido desprezados, como o da solidariedade, | >com a evolu��o da barb�rie, provocada, sem qualquer reserva, pela hegemonia | do capital. | > | >" A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os | direitos dessas pessoas discriminadas sejam | >devidamente respeitados?" Humberto Adami | > | >Eu tenho tentado entender isso at� hoje...H� bastante tempo, desde o | segundo semestre de 90, para dizer a verdade. | >A obrigatoriedade de o Brasil tornar-se "civilizado" e n�o-discriminativo, | diante de todo o tipo de defici�ncia, � | >determina��o que est� marcada na Constitui��o da Rep�blica, precisamente o | � 2o do art. 227, que diz: | > | >"A lei dispor� sobre normas de constru��o dos logradouros e dos edif�cios | de uso p�blico e de fabrica��o de ve�culos de | >transporte coletivo, a fim de garantir acesso adequado �s pessoas | portadoras de defici�ncia". | > | >E art. 244: | >"A lei dispor� sobre a adapta��o dos logradouros, dos edif�cios de uso | p�blico e de transporte coletivo .... a fim de | >garantir acesso adequado �s pessoas portadoras de defici�ncia, conforme o | disposto no art. 227, � 2o". | > | >E, ainda, observando como o objetivo de assegurar a integra��o, de todos os | deficientes, ao conv�vio social, est� | >manifesto nos fundamentos de constitui��o �no sentido de cria��o ou de | persist�ncia- do Estado brasileiro, podemos | >associar, sistematicamente, | > | >--o pre�mbulo da CF/88, que anuncia a institui��o de um Estado democr�tico, | "...destinado a assegurar o exerc�cio dos | >direitos sociais e individuais...a igualdade e a justi�a como valores | supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e | >sem preconceitos..."; | > | >--o art. 1o da Lei Suprema, "A Rep�blica Federativa do | Brasil...constitui-se em Estado Democr�tico de Direito e tem | >como fundamentos: II-a cidadania; III-a dignidade da pessoa humana"; | > | >--o inc. IV do art. 3o: | >"promover o bem de todos, sem preconceito...e quaisquer outras formas de | discrimina��o". | > | >A capacidade de legislar sobre este tema � concorrente, da Uni�o, dos | Estados e dos Munic�pios. Quer dizer, inexistindo | >lei federal sobre o assunto, o Estado-membro e/ou o Munic�pio, podem | legislar. Se, depois da cria��o da norma aplic�vel | >ao �mbito estadual ou municipal, advier legisla��o federal, aquelas, de | �mbito de aplica��o inferior ao da Uni�o, ser�o | >mantidas e dever�o apresentar como princ�pios, aqueles que vierem a | fundamentar a lei federal (dever�o adequar seus | >princ�pios aos termos da lei de �mbito de aplica��o maior). | > | >O que tem acontecido no pa�s, desde a promulga��o da CF/88, � a cria��o de | leis estatuais (mais raras, no entanto, se | >comparadas �s iniciativas municipais) e municipais. | > | >Mas por que ser� que n�o podemos ver, ainda, a plena efic�cia e efici�ncia | destas leis estaduais e municipais? | > | >Eu penso que s�o tantos os fatores, que talvez n�o os tenha conseguido | identificar por completo... | > | >Cultura, � um deles. Sempre foi mais simples, e c�modo, deixar os | diferentes, ignorar o "aparentemente" incapazes | >-frisando: inclusive alguns graus de defici�ncia mental permitem o | trabalho, mostrando o engano a que o preconceito e a | >ignor�ncia (por falta de informa��o e de divulga��o) podem levar-. | > | >Contudo, n�o tem sido s� uma proposta c�moda...que admite a realidade em | que vivemos, como "normal". | >Esta conviv�ncia cotidiana, com a falta de acesso aos direitos | fundamentais, levou � banaliza��o das duras e absurdas | >realidades nacionais. Mas os problemas ainda alcan�am ra�zes bem mais | profundas, as quais est�o relacionadas �s | >conting�ncias nacionais, e que est�o relacionadas, por conseguinte, � | proposta de vida do autoritarismo do capital, | >que condiciona o mundo a uma vis�o m�ope, unicamente de valores econ�micos. | > | >Da� que, pode-se perceber, nitidamente, a banaliza��o das inadequa��es da | nossa estrutura de vida, do condicionamento | >que nos acompanha, no que tange aos valores humanos de vida, os quais s�o | desprezados, e, por fim, faz-nos deixar de | >lembrar dos deveres humanos. | > | >Faz-nos, ademais, esquecer que a garantia de acesso a muitos direitos, tais | como educa��o, por exemplo, e integra��o do | >deficiente e do idoso ao conv�vio social, bem como aqueles relacionados � | crian�a e ao adolescente, s�o obriga��es que | >t�m, como destinat�rio, a generalidade dos cidad�os. E, sendo assim, | consequentemente, tais direitos preceituam | >obriga��es onde a sociedade, ao lado do Estado, � a pessoa que participa da | efetiva��o plena daqueles. | > | >Eu sou, cidad�, brasileira, que comp�e, junto com quase um ter�o da | popula��o nacional �quantos 150 milh�es de | >habitantes j� somamos?- (um ter�o corresponde ao suficiente n�mero de | eleitores �prestem aten��o nisto aqueles que | >pretendem ascens�o pol�tica- para p�r na presid�ncia da Rep�blica, | legitimamente, um candidato surpresa (ora, os votos | >s�o diretos, e t�m respondido satisfatoriamente � intensidade das car�ncias | dos brasileiros, necessidades prementes de | >educa��o, moradia, sa�de, trabalho digno e valorizado, remunerado de modo a | permitir uma vida digna �um dos valores | >fundamentais do Estado democr�tico de direito brasileiro, como j� foi | apontado-), eu sou uma deficiente. | > | >S�o as palavras de quem tenta racionalizar o problema, um drama que n�o | est� divorciado de outros tantos e que, | >envolvido no ambiente da inseguran�a e da perda dos mais belos princ�pios | de conviv�ncia humana, � absorvido por uma | >luta, a luta pela sobreviv�ncia de um povo marginalizado e sofrido. | > | >Abra�os a todos | >Cristiane Rozicki | >Florian�polis, 05 de agosto de 1999 � 07:12 | > | > | >---------- | >| De: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]> | >| Para: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]> | >| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva | <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben | ><[EMAIL PROTECTED]>; guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; | [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; | >[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; | [EMAIL PROTECTED]; amigos-juristas | ><[EMAIL PROTECTED]> | >| Assunto: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer | >| Data: Quarta-feira, 21 de Julho de 1999 21:47 | >| | >| Prezado Dalfovo | >| O tema dos direitos dos portadores de defici�ncia f�sica, visto sob o | �ngulo | >| de pessoas integrantes de uma minoria discriminada, deve ser amplamante | >| debatido. | >| Semana passada pude verificar que a ag�ncia do Banerj aqui no Rio, na Rua | >| Senador Dantas, providenciou uma passarela para o ingresso de cadeiras de | >| rodas na ag�ncia. Pelo que sei isto � lei, pelo menos aqui no Rio. Uma | lei | >| do Carlos Minc. | >| | >| A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os | direitos | >| dessas pessoas discriminadas sejam devidamente respeitados? | >| | >| Humberto Adami | >| [EMAIL PROTECTED] | >| -----Mensagem original----- | >| De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]> | >| Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]> | >| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva | >| <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>; | >| guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] | >| <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | >| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | >| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]> | >| Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 08:11 | >| Assunto: Re: Ajudar a Vencer | >| | >| | >| >Ol� | >| > | >| >Humberto Adami Santos Junior wrote: | >| > | >| >> Prezado Mrizer | >| >> N�o sei. | >| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP, que | � | >| o | >| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a discuss�o | l� | >| >> prossiga... | >| > | >| >Gostaria de comtribuir com minha experiencia profissional, nao sou o | expert | >| no | >| >assunto, porem venho observando aqui na regiao de Blumenau - SC, algumas | >| >empresas no setor Textil veem contratando deficiente fisico e mental e | apos | >| um | >| >periodo de 10 anos de trabalho eles se aposentam. | >| > | >| >Tenho um exemplo de um garoto com Sindrome de Down trabalhou por dez | anos | >| nesta | >| >empresa ao qual eu era funcionario, e apos o periodo de 10 anos ele teve | >| sua | >| >aposentadoria integral. | >| > | >| >Tambem recentemente foi feito um trabalho para arrecadar fundos para | APAE | >| na | >| >regiao, onde as pessoas autorizavam o debito em conta para auxiliar na | >| >recuperacao desta entidade. | >| > | >| >Tambem acredito que estamos muito longe de sermos cidadao e aceitarmos | as | >| >pessoas, fisicas ou principalmente mental, como um ser normal na | sociedade. | >| >Mesmo assim, la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida | >| conforme | >| >texto enviado a voce "...>>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os | >| outros a | >| >vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso >>>> | >| >", | >| >espero que um dia nos nos concientizamos e comecamos a aceitar esta | >| realidade | >| >que esta na nossa frente e nao queremos aceitar. | >| > | >| >So lembrando, nao podemos esquecer que alem dos deficientes fisicos e | >| mentais | >| >tem tambem os desempregados e as pessoas de baixa renda (muitas pessoas | >| passando | >| >fome), realmente estamos longe de sermos cidadao !!. | >| > | >| >-- | >| >Ate + | >| > | >| >Mens.: O caminho do sucesso estah na capacidade da | >| > transformacao dos sonhos em realidades ! | >| > | >| >Um forte abraco. | >| >----------------------------------------------------------------- | >| >Prof.Oscar Dalfovo,MAN | >| >----------------------------------------------------------------- | >| >FURB - Universidade Regional de Blumenau | >| >Departamento de Sistemas e Computacao | >| >Antonio da Veiga, 140. Cx. Postal 1507 | >| >Blumenau, SC, Brasil. CEP: 89010-971 | >| >Tel:(047)321-0278 Fax:(047)322-8818 Cel:(047)982-1890 | >| >http://www.inf.furb.rct-sc.br/~dalfovo | >| >mailto: [EMAIL PROTECTED] | >| >mailto: [EMAIL PROTECTED] | >| >----------------------------------------------------------------- | >| > | >| > | >| >Humberto Adami Santos Junior wrote: | >| > | >| >> Prezado Mrizer | >| >> N�o sei. | >| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP, que | � | >| o | >| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a discuss�o | l� | >| >> prossiga. | >| >> Como � uma lista fechada, estou repassando-a, tamb�m, ao Dr Guilherme | >| >> Purvin, seu moderador, que com certeza ter� interesse em alimentar o | >| debate | >| >> no local mais apropriado. | >| >> | >| >> O que posso dizer, com certeza, � que no n�cleo contra a discrimina��o | no | >| >> Minist�rio do Trabalho/RJ havia uma representante do MPT, que afirmou | que | >| >> fosse exigido a cota dos deficientes f�sicos, de uma hora para outra, | as | >| >> empresas poderiam obter junto ao governo federal uma medida provis�ria | >| para | >| >> suspender a aplica��o do dispositivo da cota. | >| >> Pessoalmente, n�o acho que isto seja impecilho, como tamb�m, n�o | acredito | >| >> que esta seja a posi��o do MPT. | >| >> Talvez essa quest�o encontre na in�rcia da sociedade em exigir | respeito | >| aos | >| >> direitos das minorias discriminadas sua resposta. Mas o que para | alguns � | >| >> facultativo, para outros � obrigat�rio. Enquanto h� lei, n�o posso | >| encontrar | >| >> respostas para a sua pergunta. Sugiro que contate associa��es de | >| portadores | >| >> de defici�ncia f�sica na sua �rea de atua��o para que representem | junto | >| ao | >| >> MPT. � o que estou fazendo. | >| >> Tomara que esta discuss�o auxilie na solu��o do assunto. | >| >> Um abra�o | >| >> humberto adami | >| >> [EMAIL PROTECTED] | >| >> -----Mensagem original----- | >| >> De: MRizer <[EMAIL PROTECTED]> | >| >> Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]> | >| >> Cc: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]> | >| >> Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 02:27 | >| >> Assunto: Re: Ajudar a Vencer | >| >> | >| >> > | >| >> > | >| >> > | >| >> > | >| >> >POR QUE OS PROCURADORES DO TRABALHO nao fazem nada quanto � | fiscaliza��o | >| e | >| >> >cumprimento do preceito legal que estabele�e percentual de | deficientes | >| em | >| >> >concursos p�blicos???????? | >| >> > | >| >> >JA VI, cenas lastim�veis de deficientes, tendo que entrar com MS pra | >| >> >garantir a vaga, al�m de que tinham obtido a nota estabelecida em lei | >| para | >| >> >o ingresso. | >| >> > | >| >> > | >| >> > | >| >> > | >| >> > | >| >> >At 12:02 20/07/99 -0300, you wrote: | >| >> >>Prezada Rosa Fernanda | >| >> >>Sua observa��o � correta no tocante � discrimina��o dos deficientes | >| >> f�sicos. | >| >> >>Possuem at� uma cota definida no quadro de empregos das empresas que | >| n�o | >| >> >>� observado, sem que o minist�rio p�blico do trabalho, at� onde se | tem | >| >> >>not�cia, adote as provid�ncias legalmente cab�veis, ou seja, o | simples | >| >> >>cumprimento da lei. | >| >> >> | >| >> >>Recentemente, a Minist�rio do Trabalho/RJ criou um n�cleo de combate | a | >| >> >>v�rios tipos de discrimina��o. | >| >> >> | >| >> >>O IBAP possui excelente obra sobre o assunto, Direitos dos | Portadores | >| de | >| >> >>Defici�ncia F�sica. | >| >> >>Humberto Adami | >| >> >>[EMAIL PROTECTED] | >| >> >>-----Mensagem original----- | >| >> >>De: Rosa Fernanda <[EMAIL PROTECTED]> | >| >> >>Para: adami <[EMAIL PROTECTED]>; Vladimir Passos de Freitas | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; vanusa urta agrelli | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; sergio martins <[EMAIL PROTECTED]>; | >| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; paulo roberto pereira de sousa | >| >> <[EMAIL PROTECTED]>; | >| >> >>moises <[EMAIL PROTECTED]>; marcio chaer <[EMAIL PROTECTED]>; | Maisa | >| >> >>Ribeiro <[EMAIL PROTECTED]>; Lista Jusfilosofia BHNET | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista DIREITO-L | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista Direito Onix <[EMAIL PROTECTED]>; | >| Lista | >| >> >>Direito Alunos P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de | >| Direito | >| >> >>P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito Livre | AMB | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito ISM | >| <[EMAIL PROTECTED]>; | >| >> >>Lista de Direito El�gica <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de | Direito - | >| >> Summer | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | >| >> lamachia | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; joaquim <[EMAIL PROTECTED]>; | >| INAGE | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; hugo | >| studart | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; enea de stultz e almeida <[EMAIL PROTECTED]>; | >| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; | >| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; david zee | >| <[EMAIL PROTECTED]>; | >| >> >>Danilo Doneda <[EMAIL PROTECTED]>; ceap <[EMAIL PROTECTED]>; | >| carlos | >| >> >>jose de souza guimar�es <[EMAIL PROTECTED]>; assis <[EMAIL PROTECTED]>; | >| >> antonio | >| >> >>fernando pinheiro pedro <[EMAIL PROTECTED]>; Ana Paula Fernandes | >| Nogueira | >| >> >>da Cruz <[EMAIL PROTECTED]>; AMB Livre | <[EMAIL PROTECTED]>; | >| >> adami | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] | >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Alex Miranda <[EMAIL PROTECTED]> | >| >> >>Data: Domingo, 1 de Agosto de 1999 15:44 | >| >> >>Assunto: [direito_da_cidade] Re: [SGA-L] Ajudar a Vencer | >| >> >> | >| >> >> | >| >> >>>Muito bonita o texto que recebi de voc�s, mas infelizmente o mundo | n�o | >| � | >| >> >>>assim. Se cada pessoa agisse como nessa linda est�ria, com certeza | o | >| >> Mundo | >| >> >>>seria bem melhor... E a sociedade ainda discrimina os deficientes | >| >> >>f�sicos... | >| >> >>> | >| >> >>>---------- | >| >> >>>> | >| >> >>>> | >| >> >>>> humberto adami | >| >> >>>> [EMAIL PROTECTED] | >| >> >>>> -----Mensagem original----- | >| >> >>>> De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]> | >| >> >>>> Para: Empreendedor em Informatica <[EMAIL PROTECTED]>; | SGA-L | >| >> >>>> <[EMAIL PROTECTED]> | >| >> >>>> Data: Sexta-feira, 30 de Julho de 1999 21:53 | >| >> >>>> Assunto: [SGA-L] Ajudar a Vencer | >| >> >>>> | >| >> >>>> | >| >> >>>> >A alguns anos atras, nas Olimpiadas Especiais de Seattle, nove | >| >> >>>> >participantes, todos com deficiencia mental ou fisica, | alinharam-se | >| >> >>>> >para a largada da corrida dos 100 metros rasos. | >| >> >>>> >Ao sinal, todos partiram, nao exatamente em disparada, mas com | >| >> >>>> >vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. | Todos, | >| >> >>>> >menos um garoto, que tropecou no asfalto, caiu rolando e comecou | a | >| >> >>>> >chorar. | >| >> >>>> >Os outros oito ouviram o choro. Diminuiram o passo e olharam | para | >| >> tras. | >| >> >>>> > Entao eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com | >| >> >>>> >Sindrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: | >| "Pronto, | >| >> >>>> >agora vai sarar". | >| >> >>>> > E todos os nove competidores deram os bracos e andaram juntos | ate | >| a | >| >> >>>> >linha de chegada. | >| >> >>>> >O estadio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. | >| >> >>>> >E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo | essa | >| >> >>>> >historia | >| >> >>>> >ate hoje. | >| >> >>>> >Porque? | >| >> >>>> >Por que, la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida | >| >> >>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os outros a vencer, mesmo | que | >| >> isso | >| >> >>>> >signifique diminuir o passo e mudar de curso. | >| >> >>>> > | >| >> >>>> > Um Abraco | >| >> >>>> > Nei Jaison Faes | >| >> >>>> > | >| >> >>>> > | >| >> >>>> > | >| >> >>>> > | >| >> >>>> > | >| >> >>>> | >| >> >>>> | >| >> >>> | >| >> >>> | >| >> >>> | >| >> >>> | >| >> >>> | >| >> | >| | >>>------------------------------------------------------------------------ | >| >> >>>Click Here to apply for a NextCard Internet Visa and start earning | >| >> >>>FREE travel in HALF the time with the NextCard Rew@rds Program. | >| >> >>>http://clickhere.egroups.com/click/449 | >| >> >>> | >| >> >>> | >| >> >>>eGroups.com p�gina principal: | >| >> >>http://www.egroups.com/group/direito_da_cidade | >| >> >>>http://www.egroups.com - Simplificando comunicaciones del grupo | >| >> >>> | >| >> >>> | >| >> >>> | >| >> >>> | >| >> >> | >| >> >> | >| >> > | >| > | >| > | >| > | >| >-- | >| >Ate + | >| > | >| >Mens.: O caminho do sucesso estah na capacidade da | >| > transformacao dos sonhos em realidades ! | >| > | >| >Um forte abraco. | >| >----------------------------------------------------------------- | >| >Prof.Oscar Dalfovo,MAN | >| >----------------------------------------------------------------- | >| >FURB - Universidade Regional de Blumenau | >| >Departamento de Sistemas e Computacao | >| >Antonio da Veiga, 140. 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