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Doutores, esta � minha 3a tentativa de responder. Meus e-mails est�o sendo rejeitados, 
n�o sei a raz�o. Talvez os kb
tenham superado o limite de 40kb.

Prezado Dr.  Humberto Adami

Bom  dia!

Primeiro, quero voltar a repetir, o que, desde o in�cio daquela carta eletr�nica, eu 
acentuei. Segundo a mim parece,
n�o poderemos, seria imposs�vel, encontrar "a" resposta. Encontraremos muitas 
respostas para tudo na vida.
Respostas que, associadas, levam a novas indaga��es.

Como eu havia dito, h� muitos fatores que, associados, permitem a continuidade de uma 
enormidade de situa��es,
situa��es estas que significam o desrespeito aos direitos fundamentais 
constitucionais, no Brasil. O questionamento, �
�poca, limitou-se � algumas das barreiras que os deficiente f�sicos conhecem.

N�o vou repetir os fatores que relacionei, naquele email.
Basta aquele primeiro par�grafo:
"CR(...) Escrevo, para refletirmos v�rios detalhes, sobre os quais n�o me aprofundo, 
n�o � preciso, e que dizem
respeito aos princ�pios fundamentais da Constitui��o da Rep�blica Brasileira, � rea��o 
inconsciente de uma na��o que
percebe as car�ncias humanas como banalidades "normais" e aos valores humanos que t�m 
sido desprezados, como o da
solidariedade, com a evolu��o da barb�rie, provocada, sem qualquer reserva, pela 
hegemonia do capital."

e mais adiante:
"CR(...)Eu tenho tentado entender isso at� hoje...H� bastante tempo, (...) Mas por que 
ser� que n�o podemos ver, ainda,
a plena efic�cia e efici�ncia destas leis estaduais e municipais? Eu penso que s�o 
tantos os fatores, que talvez n�o os
tenha conseguido identificar por completo...(...)".

Eu disse a verdade. Tanto que outras tantas indaga��es surgem � mente, e, na 
inquieta��o, sentimo-nos sem resposta...e
sem respostas. No entanto, vamos identificando muitas raz�es.

V�rias perguntas, em seu texto, chamaram minha aten��o:

HUMBERTO.ADAMI-"porque tais direitos permacem ignorados (...)Seria a falta de 
organiza��o dessas popula��es
discriminadas em ongs? Seria a falta de condena��o em honor�rios de sucumb�ncia em 
a��es dessa natureza/?(...)onde os
direitos coletivos tenham sido afrontados, tornando tais demandas mais atrativa aos 
advogados privados?"

Al�m dos fatores que relacionei no passado, n�o posso acrescentar mais nada, por causa 
de minhas pr�prias limita��es,
no que dizem respeito ao acervo cultural pessoal.
E naquele meu texto, eu cheguei a escrever:
CR"Escrevo, para refletirmos v�rios detalhes, sobre os quais n�o me aprofundo(...)".

Quanto � falta de organiza��o em associa��es, acredito que a inexist�ncia de 
entidades, que representem cada grupo
singular, pode ajudar a manter a falta de aten��o, de um modo geral. Esta parcela da 
popula��o, os deficientes, como as
outras tantas, desorganizadas,  termina acusando mais um motivo que, embora os gritos 
isolados das pessoas, mantenha
sem fiscaliza��o o respeito, ou n�o, � lei.

Ali�s, conv�m lembrar, a falta de organiza��o da popula��o em entidades que 
representem legitimamente seus interesses,
n�o assegura, aos cidad�os, audi�ncia, e, tampouco, garante o encontro de ouvidos, 
frente � sociedade, �s outras
associa��es, e, por fim, diante dos poderes p�blicos. Independente dos fins de cada 
grupo social, isto se d�, ou daria,
com os m�dicos, os empres�rios, os trabalhadores rurais, as crian�as, e por a� afora.  

Mas os deficientes t�m conseguido se organizar sim. Penso que a falta de recursos 
restringe as atividades organizadas,
que precisam de divulga��o. 

A divulga��o auxiliaria no reconhecimento de que, a todos os cidad�os, a toda a 
sociedade, portanto, cabe o dever de
contribuir para que o direito seja realizado. (pequeno exemplo: A entrada para um 
laborat�rio de exames cl�nicos ainda
tem dois degraus...O restaurante mais pr�ximo, tem degraus...).

E, no que se refere � contraposi��o advocacia particular e p�blica, quer dizer, 
particular e assist�ncia jur�dica, a
este respeito, o que � que poder�amos perceber?

As associa��es t�m seus advogados, para cuidar de seus problemas particulares. A 
partir do instante em que as quest�es
superarem o �mbito dos problemas particulares, e j� puderem ser designadas como de um 
grupo social, que comp�e a
sociedade, acredito que a representa��o adequada ser� a p�blica, atrav�s do Minist�rio 
P�blico.

E, quanto a honor�rios, advogados pagos pelo Estado, logo lembrou-me uma reforma que 
merece a Justi�a brasileira:
Dar condi��es � assist�ncia judici�ria, para que os procuradores possam trabalhar em 
condi��es  id�nticas  �quelas
desenvolvidas pelos grandes escrit�rios particulares, empresas de advogados 
associados. A igualdade das partes, num
ju�zo, tamb�m passa pelas possibilidades de Ter excelente representa��o judicial, t�o 
bem aparelhada quanto �quelas
empresas.

E continuamos sem respostas completas, que d�em fim cabal �s d�vidas, quando elas 
dizem respeito aos problemas sociais.
E, o direito, deveria Ter como a sua fonte mais adequada, a realidade da vida de uma 
sociedade.

N�o vou me estender mais. 
Apenas digo que falta a��o. Aquelas suas perguntas mostram que a falta de a��o n�o � 
de uma ou de outra pessoa.  A
falta de a��o tem, como respons�veis, uma quota de participa��o de todos, mas, 
principalmente, de quem, detendo o
poder, n�o favorece a divulga��o de informa��es. 

Colocarei informa��es em outro ou outros 2 emails, se for do interesse. Sobre 
legisla��es, ser� o primeiro a ser
remetido. Estou inscrita em tr�s listas: trabalhista, amigos-juristas e 
alunos_direito, para a qual retornei.

Tenham, todos, uma �tima semana!

Abra�os
Cristiane Rozicki

----------
| De: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
| Para: [EMAIL PROTECTED]; Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva 
|<[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben
<[EMAIL PROTECTED]>; guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; 
[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED];
[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; 
[EMAIL PROTECTED]; amigos-juristas
<[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; 
[EMAIL PROTECTED];
[EMAIL PROTECTED]; - [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; - 
[EMAIL PROTECTED];
[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]
| Assunto: [amigos-juristas] Re: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer/direitos dos 
|portadores de defici�ncia f�sica
| Data: Quinta-feira, 22 de Julho de 1999 20:55
| 
| Prezada Cristiane
| 
| Sua mensagem me d� a certeza da import�ncia do debate sobre os direitos dos
| portadores de defici�ncia f�sica, como mais uma comunidade discriminada que
| �.
| 
| Na verdade ao responder a pergunta feita anteriormente, a d�vida aumentou.
| Pois, se temos legisla��o e princ�pios constitucionais protegendo tais
| direitos; atribui��es espec�ficas  e poderes expressos para institui��es
| poderosas como  o Minist�rio P�blico( a��o civil p�blica, por exemplo);
| porque tais direitos permacem ignorados mesmo ap�s todo este processo?
| 
| Seria a falta de organiza��o dessas popula��es discriminadas em ongs? Seria
| a falta de condena��o em honor�rios de sucumb�ncia em a��es dessa natureza/?
| 
| H� poucos dias, na lista de direito ambiental discutiu-se fervorosamente
| sobre a condena��o de uma promotoria, por ter tido a a��o julgada
| improcedente.
| 
| Conversando com amigos, ap�s, surgiu a id�ia: seria o caso de estabelecer a
| condena��o de honor�rios advocat�cios para essas a��es onde os direitos
| coletivos tenham sido afrontados, tornando tais demandas mais atrativa aos
| advogados privados?
| 
| Soube que a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, em especial dos
| direitos da popula��o negra,  ganhou grande grande empuxo quando foi adotada
| tal provid�ncia , inclusive para a��es civis p�blicas.
| 
| Ou seria interessante postular, judicialmente, que administradores p�blicos
| que n�o tivessem  tal cuidado, ficassem impedidos de registrar candidaturas
| a cargos majorit�rios/eleitorais?
| 
| Tive contato com alguns colegas ap�s a mensagem do Dalfovo.
| 
| N�o sei se h� lista espec�fica para tal assunto, mas um semin�rio estar�
| sendo realizado aqui no Rio, dias 12 e 13 de agosto.
| 
| Acaso voce indicaria um site que possu�sse a  rela��o de institui��es
| dedicadas ao tema?
| 
| humberto adami
| [EMAIL PROTECTED]
| -----Mensagem original-----
| De: Cristiane Rozicki <[EMAIL PROTECTED]>
| Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Oscar
| Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
| <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>;
| guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
| <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
| amigos-juristas <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
| <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
| <[EMAIL PROTECTED]>; - [EMAIL PROTECTED] <-
| [EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
| <[EMAIL PROTECTED]>; - [EMAIL PROTECTED] <- [EMAIL PROTECTED]>;
| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
| <[EMAIL PROTECTED]>
| Data: S�bado, 7 de Agosto de 1999 02:05
| Assunto: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer
| 
| 
| >Prezados, todos que receber�o esta mensagem,
| >e caro Humberto Adami Santos J�nior
| >
| >Li o questionamento final de sua mensagem, e n�o pude me conter...
| >Escrevo, para refletirmos v�rios detalhes, sobre os quais n�o me aprofundo,
| n�o � preciso, e que dizem respeito aos
| >princ�pios fundamentais da Constitui��o da Rep�blica Brasileira, � rea��o
| inconsciente de uma na��o que percebe as
| >car�ncias humanas como banalidades "normais" e aos valores humanos que t�m
| sido desprezados, como o da solidariedade,
| >com a evolu��o da barb�rie, provocada, sem qualquer reserva, pela hegemonia
| do capital.
| >
| >" A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os
| direitos dessas pessoas discriminadas sejam
| >devidamente respeitados?" Humberto Adami
| >
| >Eu tenho tentado entender isso at� hoje...H� bastante tempo, desde o
| segundo semestre de 90, para dizer a verdade.
| >A obrigatoriedade de o Brasil tornar-se "civilizado" e n�o-discriminativo,
| diante de todo o tipo de defici�ncia, �
| >determina��o que est� marcada na Constitui��o da Rep�blica, precisamente o
| � 2o do art. 227, que diz:
| >
| >"A lei dispor� sobre normas de constru��o dos logradouros e dos edif�cios
| de uso p�blico e de fabrica��o de ve�culos de
| >transporte coletivo, a fim de garantir acesso adequado �s pessoas
| portadoras de defici�ncia".
| >
| >E art. 244:
| >"A lei dispor� sobre a adapta��o dos logradouros, dos edif�cios de uso
| p�blico e de transporte coletivo .... a fim de
| >garantir acesso adequado �s pessoas portadoras de defici�ncia, conforme o
| disposto no art. 227, � 2o".
| >
| >E, ainda, observando como o objetivo de assegurar a integra��o, de todos os
| deficientes, ao conv�vio social, est�
| >manifesto nos fundamentos de constitui��o �no sentido de cria��o ou de
| persist�ncia- do Estado brasileiro, podemos
| >associar, sistematicamente,
| >
| >--o pre�mbulo da CF/88, que anuncia a institui��o de um Estado democr�tico,
| "...destinado a assegurar o exerc�cio dos
| >direitos sociais e individuais...a igualdade e a justi�a como valores
| supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e
| >sem preconceitos...";
| >
| >--o art. 1o da Lei Suprema, "A Rep�blica Federativa do
| Brasil...constitui-se em Estado Democr�tico de Direito e tem
| >como fundamentos: II-a cidadania; III-a dignidade da pessoa humana";
| >
| >--o inc. IV do art. 3o:
| >"promover o bem de todos, sem preconceito...e quaisquer outras formas de
| discrimina��o".
| >
| >A capacidade de legislar sobre este tema � concorrente, da Uni�o, dos
| Estados e dos Munic�pios. Quer dizer, inexistindo
| >lei federal sobre o assunto, o Estado-membro e/ou o Munic�pio, podem
| legislar. Se, depois da cria��o da norma aplic�vel
| >ao �mbito estadual ou municipal, advier legisla��o federal, aquelas, de
| �mbito de aplica��o inferior ao da Uni�o, ser�o
| >mantidas e dever�o apresentar como princ�pios, aqueles que vierem a
| fundamentar a lei federal (dever�o adequar  seus
| >princ�pios aos termos da lei de �mbito de aplica��o maior).
| >
| >O que tem acontecido no pa�s, desde a promulga��o da CF/88, � a cria��o de
| leis estatuais (mais raras, no entanto, se
| >comparadas �s iniciativas municipais) e municipais.
| >
| >Mas por que ser� que n�o podemos ver, ainda, a plena efic�cia e efici�ncia
| destas leis estaduais e municipais?
| >
| >Eu penso que s�o tantos os fatores, que talvez n�o os tenha conseguido
| identificar por completo...
| >
| >Cultura, � um deles. Sempre foi mais simples, e c�modo, deixar os
| diferentes, ignorar o "aparentemente" incapazes
| >-frisando: inclusive alguns graus de defici�ncia mental permitem o
| trabalho, mostrando o engano a que o preconceito e a
| >ignor�ncia (por falta de informa��o e de divulga��o) podem levar-.
| >
| >Contudo, n�o tem sido s� uma proposta c�moda...que admite a realidade em
| que vivemos, como "normal".
| >Esta conviv�ncia cotidiana, com a falta de acesso aos direitos
| fundamentais, levou � banaliza��o das duras e absurdas
| >realidades nacionais. Mas os problemas ainda alcan�am ra�zes bem mais
| profundas, as quais est�o relacionadas �s
| >conting�ncias nacionais, e que est�o relacionadas, por conseguinte, �
| proposta de  vida do autoritarismo do capital,
| >que condiciona o mundo a uma vis�o m�ope, unicamente de valores econ�micos.
| >
| >Da� que, pode-se perceber, nitidamente, a banaliza��o das inadequa��es da
| nossa estrutura de vida, do condicionamento
| >que nos acompanha, no que tange aos valores humanos de vida, os quais s�o
| desprezados, e, por fim, faz-nos deixar de
| >lembrar dos deveres humanos.
| >
| >Faz-nos, ademais, esquecer que a garantia de acesso a muitos direitos, tais
| como educa��o, por exemplo, e integra��o do
| >deficiente e do idoso ao conv�vio social, bem como aqueles relacionados �
| crian�a e ao adolescente, s�o obriga��es que
| >t�m, como destinat�rio, a generalidade dos cidad�os. E, sendo assim,
| consequentemente, tais direitos preceituam
| >obriga��es onde a sociedade, ao lado do Estado, � a pessoa que participa da
| efetiva��o plena daqueles.
| >
| >Eu sou, cidad�, brasileira, que comp�e, junto com quase um ter�o da
| popula��o nacional �quantos 150 milh�es de
| >habitantes j� somamos?- (um ter�o corresponde ao suficiente n�mero de
| eleitores �prestem aten��o nisto aqueles que
| >pretendem ascens�o pol�tica- para p�r na presid�ncia da Rep�blica,
| legitimamente, um candidato surpresa (ora, os votos
| >s�o diretos, e t�m respondido satisfatoriamente � intensidade das car�ncias
| dos brasileiros, necessidades prementes de
| >educa��o, moradia, sa�de, trabalho digno e valorizado, remunerado de modo a
| permitir uma vida digna �um dos valores
| >fundamentais do Estado democr�tico de direito brasileiro, como j� foi
| apontado-), eu sou uma deficiente.
| >
| >S�o as palavras de quem tenta racionalizar o problema, um drama que n�o
| est� divorciado de outros tantos e que,
| >envolvido no ambiente da inseguran�a e da perda dos mais belos princ�pios
| de conviv�ncia humana, � absorvido por uma
| >luta, a luta pela sobreviv�ncia de um povo marginalizado e sofrido.
| >
| >Abra�os a todos
| >Cristiane Rozicki
| >Florian�polis, 05 de agosto de 1999 � 07:12
| >
| >
| >----------
| >| De: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
| >| Para: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
| >| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
| <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben
| ><[EMAIL PROTECTED]>; guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>;
| [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED];
| >[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED];
| [EMAIL PROTECTED]; amigos-juristas
| ><[EMAIL PROTECTED]>
| >| Assunto: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer
| >| Data: Quarta-feira, 21 de Julho de 1999 21:47
| >|
| >| Prezado Dalfovo
| >| O tema dos direitos dos portadores de defici�ncia f�sica, visto sob o
| �ngulo
| >| de pessoas integrantes de uma minoria discriminada, deve ser amplamante
| >| debatido.
| >| Semana passada pude verificar que a ag�ncia do Banerj aqui no Rio, na Rua
| >| Senador Dantas, providenciou uma passarela para o ingresso de cadeiras de
| >| rodas na ag�ncia. Pelo que sei isto � lei, pelo menos aqui no Rio. Uma
| lei
| >| do Carlos Minc.
| >|
| >| A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os
| direitos
| >| dessas pessoas discriminadas sejam devidamente respeitados?
| >|
| >| Humberto Adami
| >| [EMAIL PROTECTED]
| >| -----Mensagem original-----
| >| De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
| >| Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
| >| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
| 
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