Ruy ...

Q bela dica vc nos deu ... dei uma passeada pela estante virtual e parei ... rapidinho gastei minha cota deste mês rs rs ..

Obrigada. Gostei de verdade

Bjs

Carmen



----- Original Message ----- From: "Rui Velocci" <[EMAIL PROTECTED]>
To: "Marcelo Neder" <[EMAIL PROTECTED]>
Cc: <[EMAIL PROTECTED]>; <[email protected]>
Sent: Tuesday, June 12, 2007 1:57 AM
Subject: Re: Res: [S-C] História do Samba + Convite


Eu uso o Estante Virtual, www.estantevirtual.com.br é um catalogo de vários
sebos..Já achei muitos livros de samba e música.

PS: O preço é muito bom também
Abração


Em 12/06/07, Marcelo Neder <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

Você tem que dar uma pesquisada em livrarias e lojas de discos.
  O livro, eu tenho. Comprei numa livraria em Cuiabá/MT.
  Quanto ao filme, vc tem que pesquisar.
  Dá uma procurada em sites de lojas como americanas.com ou
  saraiva.

  Abs

  Marcelo Neder


  P.S. Alguém pode ter (de sacanagem...) te tirado da lista. Basta jogar o
seu e-mail na página "deixar de fazer parte da tribuna...".
  Uma dica que eu te dou, é se cadastrar novamente. Talvez resolva


[EMAIL PROTECTED] escreveu:
          Olá Marcelo,
    Muito grato pela ajuda.
  Você sabe onde eu acho o livro e o vídeo?
  Estou com um problema para enviar para a lista. A mensagem que enviei
para você, voltou. Você pode encaminhá-la para a lista por mim?
  Estou à disposição ,
  Forte abraço,
  Luís
    ----- Original Message -----
  From: Marcelo Neder
  To: Alma
  Sent: Friday, June 08, 2007 1:22 PM
  Subject: Re: Res: [S-C] História do Samba + Convite


  Estou enviando pra vc o documento no word.
  Uma boa sugestão de bibliografia que eu recomendo é:
  "Dança, Brasil! - Festas e Danças Populares"
          Autor: Gustavo Côrtes
  Editora Leitura

  Fala sobre festas e danças das 5 regiões.
  Não sei se existe registro do navio Uruguai, mas uma outra sugestão de
imagens é o filme "Saravah"
  que tem imagens de João da Bahiana, Pixinguinha, etc...

  Abs

  Marcelo Neder



Alma <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:   Oi Marcelo e companheiros da
lista,

Sou professor de danças brasileiras de salão (com especial atenção ao
samba
de par abraçado) e acompanho com atenção as conversas e discussões da
lista.

Gostaria de receber a tabela em Word, e ainda pedir que caso você e os
outros colegas tenham teses e textos sobre o samba digitados que
considerem
interessantes, se pudessem me enviar, eu agradeceria muito pela gentileza.

Aproveitando a oportunidade, gostaria de saber se alguém sabe sobre as
filmagens no navio Uruguai e se sabem sobre imagens antigas de danças
(maxixe, samba, polca, fandango europeu, fandango brasileiro, lundu,
habaneira, choro, sambas de roda...)?

Não sei se é possível, mas se você quiser, posso tentar colocar a tabela
no
meu blog .

Por fim, me coloco à disposição dos tribuneiros, para o caso de alguma
necessidade à respeito da dança de salão e ainda ofereço um grande
desconto
na minha escola na Tijuca (Rio de Janeiro) aos interessados.

Forte abraço,
Luís Florião

----- Original Message -----
From: "Marcelo Neder"
To: "ltrl1917" ;
Sent: Thursday, June 07, 2007 3:23 PM
Subject: Re: Res: [S-C] História do Samba + Convite


> Não tenho scanner, e to meio duro pra pagar esse serviço.
> Mas vou fazer o seguinte. Vou fazer ele bem caprichado no word, e envio
> direto pro e-mail de quem quiser.
> Se alguém souber como salvar na internet e disponibilizar um link, me dê
> um toque que eu envio pro alguém e disponibiliza-se um link pros
> tribuneiros.
>
>
> Gente quero aproveitar aqui pra fazer um convite:
> Está havendo o Festival de Música Instrumental da Bahia, no Teatro
Castro
> Alves, e vários mestres de música estão sendo homenageados. Hoje
> (07/06/07) é a vez de Cacau do Pandeiro, e eu vou estar lá fazendo uma
> participação ao meu querido "preto velho".
> Quem estiver em Salvador e quiser ir, será bem vindo.
> Vamos prestigiar os nossos mestres em vida.
> Não sei quanto é a entrada, mas não é nenhuma "mini-fortuna" como
> costumam ser os shows na Sala Principal do TCA.
> O Festival tem o objetivo de ser um evento popular (mas em uma estrutura
> de ponta).
> Ah! sim... Começa as 20h
>
> Abs
>
>
> Marcelo Neder
>
>
>
> ltrl1917 escreveu: Neder, vc não tem como
> scanear este gráfico?
> Abs, Marcello
>
>
> ----- Mensagem original ----
> De: Marcelo Neder
> Para: [email protected]
> Enviadas: Quinta-feira, 7 de Junho de 2007 2:31:07
> Assunto: [S-C] História do Samba
>
>
> Vou copiar aqui alguns trechos da excelente coletânea História do Samba,
> da editora Globo dividida em 40 fascículos (Revista + CD), surrupiada
> sorrateiramente da casa de mamãe e que um dia (talvez nessa encarnação)
> vou devolver.
>
> "A grande maioria dos pesquisadores concorda que a primeira vez em que a
> palavra "samba" apareceu em letra de fôrma, na imprensa brasileira, foi
no
> jornal satírico O Carapuceiro, editado no Recife entre 1832 e 1842, por
um
> religioso, o padre Lopes Gama.
> Em uma das edições do ano de 1838, o padre Gama se refere a "samba
> d'almocreves", classificando o estilo musical como coisa própria da
> periferia, do meio rural (almocreve era o serviçal que se ocupava em
> cuidar de mulas e burros), contrapondo-o ao que se cultivava nos salões
> provincianos. Ali ouviam-se e dançavam-se operetas, polcas, valsas e o
> amaneirado lundu-canção.
> Antes disso, valendo-se da única forma jornalística conhecida, a
tradição
> oral, o ritmo que os africanos trouxeram nos navios negreiros foi
chamado
> por alguns de batuque. Mais acolá, acrescido dos chocalhos e das maracás
> dos índios que se chegaram aos tambores vindos d'além-mar, alguns outros
> ouviram dizer que a tal música teria o nome de zambo. Mas, os
> descobridores deveriam ainda meter sua colher (ou suas violas?) no
> guisado, transferindo para os Trópicos a influência que os mouros
> plantaram na península ibérica e a coisa poderia ser conhecida mais
> simplesmente como zambra.
> Os escravos chamavam sua dança de semba, que significaria "umbigada" ou
> "união do baixo ventre", referindo-se àquilo que no Brasil era
designado,
> no século XVI e começo do século XVII, como Batuque, englobando todos os
> ritmos e danças originários da África.
> Pesquisadores como Luís da Câmara Cascudo, Mário de Andrade, José Ramos
> Tinhorão, Oneyda Alvarenga, José Muniz Junior e outros semeiam teses
sobre
> a origem da palavra "samba" que variam de "divindade angolana protetora
de
> caçadores" a "culto à divindade através da dança", passando por "Sam
como
> dar e ba como receber, sendo assim a dança do dá e do recebe".
> Aceita a palavra como definitiva, serviu de início para denominar ritmos
> bastante diversificados, em regiões distintas do Brasil onde apareceriam
o
> samba-lenço, o samba-rural, o samba-de-roda, o samba-duro e outros. Até
> que se fixou no ritmo que caracteriza hoje mais especificamente o Rio de
> Janeiro, com alguma ramificação em São Paulo e com representação tímida
no
> restante do país. O que não impede o samba de ser a identificação
musical
> brasileira em todo o mundo.
> Embora causando grandes divergências entre pesquisadores e autores sobre
> suas origens, o samba inegavelmente tem suas raízes fincadas no coração
da
> Mãe Africa, onde se aleitou, encontrou as primeiras forças, ouviu os
> primeiros sons e, como qualquer recém-nascido, abriu os olhos para a
vida.
> Foi lá, no Continente Negro, onde a força mágica dos rituais religiosos,
o
> ritmo encantador de rústicos tambores, o canto forte e uníssono de
homens
> e mulheres que entoavam canções perdiam suas origens na ancestralidade
do
> tempo, que ele começou a se formar e a ser formado.
> o nome escolhido para seu batismo varia de região para região, de
> pesquisador para pesquisador, passando pela tradição oral que - de boca
em
> boca, de geração em geração - vai modificando, amoldando palavras e
> designações, trocando significados, diferenciando pronúncias,
> transformando o vocábulo, distorcendo a palavra, que chega ao seu uso
> muitas vezes completamente diferente de sua forma original.
> Qual seria o ritmo ancestral do samba? Seria um só ou teria vários, um
> para cada região? Os escravos que aqui aportaram eram de distintas
regiões
> africanas, o que justificaria a diversificação e as teses de cada
> historiador. Que, de qualquer forma, em uma coisa concordam: todos os
> termos desaguaram na denominação genérica de batuque para a dança e o
> ritmo com que os africanos "brincavam" nos terreiros das fazendas em
seus
> raríssimos momentos de lazer.
> No Brasil, portanto, o batuque é a célula-mãe da manifestação musical
> popular mais importante do país e dele surgiram ramos, afluentes,
> tendências, que se espalharam por todo o território. Sofreram
modificações
> rítmicas, harmônicas e de conteúdo, situando-se no ambiente rural ou no
> urbano, subdividindo-se, voltando a se encontrar, tomando novos
aspectos,
> dançantes, dramáticos, cantados, improvisados, em forma de cortejos
> religiosos ou leigos, em salões e em terreiros, em palcos de grandes
> teatros ou em fundos de quintais.
> Sob nome mais diversos, ganharam estilos e andamentos próprios, sotaques
> regionais, assumiram caráter romântico, jocoso, boêmio, patriótico.
> Centraram-se em instrumentos de sons diferentes, alguns preferindo as
> cordas dos violões, outros os foles das sanfonas, outros mais, a
marcação
> fundamental dos couros.
> Como rios que caminham para o mar, por mais meandros, meneios,
cachoeiras
> e remansos que criassem em seus percursos, o desaguar inevitável foi de
> afluente em afluente - no oceano maior chamado samba. Oceano que
> naturalmente tem suas praias, maiores e menores, chamadas samba-canção,
> samba-enredo, bossa nova e tantas mais, cantadas em prosa e verso por
> historiadores, pesquisadores, compositores, testemunhas mais ou menos
> participantes da própria história. Uma história que pode ser entendida a
> partir do gráfico a seguir que começa no batuque e principia a terminar
(e
> sabe-se lá onde vai acabar?) no samba."
>
>
> Obs. Marcelesca: Pensei em desenhar o gráfico no word e anexar, mas
> lembrei que a tribuna não aceita arquivos anexos, então vou tentar fazer
> aqui embaixo. Vai sair meio pobre e incompleta mas vou fazer um esforço
> pra passar praqui mesmo (façam um esforço mental pra entenderem também
> rsrsrs)
>
>
> Calhandos ----------- Batuque ------ Calundus
> Ritmos e danças | Denominação genérica da- | Ritmos e danças de
> de caráter religioso | da pelos europeus aos rít- | caráter religioso
(va-
> (vaticínios e previsões | mos e danças africanos | ticínios e previsões
> individuais: primeiros | África e Brasil do Séc. XVI e | individuais:
> primei-
> indícios de participa- | começo do Séc. XVII | ros indícios de parti-
> ção de brancos) | | cipação d brancos)
> Meados do Séc. XVII e | | Meados do Séc. XVII e
> Séc. XVIII | | Séc. XVIII
> Minas Gerais | | Bahia
> | | | |
> | | | |
> | | | |
> Ambiente urbano------| |-------------Ambiente Rural
> Danças e ritmos mestiços | | Ritmos Africanos não-nominados
> com base no Batuque | | e Lundus
> | | | |
> | | | |
> | | | |
> Fofa Lundu Fado | | Jongo Samba Coco
> Predomínio do Lundu | | Caxambu De Roda De cordão
> Fusão de mestiços e brancos | | Lenço De parelha
> das camadas mais baixas | | Rural De Roda
> Final do Séc. XVII, começo Séc. XVIII | | Maculelê Virado
> | | | Bate-baú Bambelô
> | | | Partido-Alto CE/PB/RN/
> | | | Tambor-de-crioula /AL
> | | | MA/CE/PI
> | | | BA/RJ/SP
> | | | Fins do Séc. XVII para o
> | | | Séc. XVIII e Séc. XIX
> | |
> Modinha Lundu-Canção |
> Recebe influências Mais comportado deriva | |
> européias (polca, do Lundo dos Salões | |
> operetas, etc...) | |
> Fins do Séc. XVIII e Séc. XIX | |
> Bahia e Rio de Janeiro | |
> | | |
> | | |
> | | |
> | | |
> Maxixe----------------------| |--------------Choro
> "A dança proibida" Gênero de interpretação musical
> recebe influências do tango, inicialmente carioca executado
> da habanera e da música européia por pequenos conjuntos de sopro
> Fins do Séc. XIX, começo do Séc. XX e principalmente cordas
> Fins do Séc. XIX
> | |
> | |
> | |
> | |
> |
> Samba
> Samba-Canção, Samba-enredo, Samba-de-Quadra, Samba-de-Breque,
Samba-Funk,
> Bossa Nova, Samba Reggae, etc...
>
> Inicialmente BA e RJ
> Nos dias de hoje, em todo o país
> com focos no exterior
>
>
> Este diagrama tem caráter meramente ilustrativo, tendo sido elaborado a
> partir dos trabalhos de Edison Carneiro e José Ramos Tinhorão.
>
> Fontes:
> Carneiro, Edison, Samba de Umbigada, Rio de Janeiro, MEC, 1961
> Tinhorão, J. R. Os sonhos dos negros no Brasil, São Paulo, Art Editora,
> 1988
>
> Obs: Carinhosa-pacientemente digitado por Marcelo Neder (e pessoalmente
> discordado em alguns pontos rsrrsrsrs...)
>
>
>
> Abs
>
> "O samba é pai do prazer, o samba é filho da dor...
> o grande poder transformador..."
>
>
> Marcelo Neder



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