Oi, Enilson:

O padre falou sobre ver a vida com mais leveza, dar menos importância aos pequenos problemas, algo assim. Na verdade o que me chamou a atenção foi o fato dele ter puxado um samba, independente do que o samba estivesse dizendo, se era adequado ao discurso dele ou não. O mais bacana foi a resposta da audiência, parecia até ensaiado. :-)

Na verdade isso é uma resposta que esse movimento chamado "Renovação Carismática" - atrasado, diga-se de passagem, por que é a antítese da Teologia da Libertação - dá ao avanço das igrejas evangélicas que tirou muita genta da igreja católica. As missas hoje se assemelham muito aos cultos evangélicos, com palmas, músicas, participação dos fiéis no desenrolar da própria missa, maior participação das mulheres durante o culto etc... A igreja católica não é boba, viu que perdia terreno a passos largos para os evangélicos e tratou de se adaptar à nova realidade.


Sonia Palhares (BsB-DF)


E pensar que essa discussão começou porque o padre lá de Brasília (era de lá?) cantou na missa o samba escolhido para jingle pela família Scolari. E a Sonia achou legal. Aliás nunca entendi bem porque a mensagem extremamente conservadora e conformista da letra (deixa a vida me levar/ sou feliz e agradeço com tudo que Deus me deu etc) coube tão ajustada em um cara como o Cafu, que tudo o que fez na vida foi revoltar-se, tentar crescer, superar-se. Mas que o samba de Serginho Meriti e Eri do Cais é fantástico, disso não se duvida.

Enilson

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