Alguém aqui participou desse seminário?
Carlos Linhares
21 9815-0458
Carnavalesco
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Blocos e prefeito condenam uso de cordas para separar os foliões Ramiro Costa
| Carnavalesco | 09/05/2009 00:29 impressão | Envie por e-mail | RSS
A multiplicação dos blocos de carnaval na cidade do Rio chegou a tal ponto
que até a própria prefeitura não sabe a quantidade exata deles, mas são muitos,
pelo menos mais de 500. A cidade ganha com mais turistas, mais movimentos nos
hotéis e no comércio, mas alguns problemas aparecem. O trânsito, ruas sujas e
vandalismo são as principais queixas dos moradores com o passagem dos blocos.
Para discutir e tentar resolver algumas questões, a Liga Sebastiana (grupo que
reúne 12 grandes blocos da cidade) promove, durante dois dias, o seminário
"desenrolando a sepertina". Neste sábado, o evento começa às 10h.
Na noite desta sexta-feira, na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil, no
bairro do Flamengo, o primeiro dia do encontro teve a participação do prefeito
do Rio, Eduardo Paes, e dos secretários municipais de Cultura e Turismo,
Jandira Feghali e Antonio Pedro, respectivamente.
A presidente da Liga Sebastiana, Rita Fernandes, falou sobre a importância do
poder público no evento. "É a primeira vez que conversamos com a esfera
pública. Hoje, senão sentarmos para conversar, nós teremos problemas em 2010",
admitiu a presidente da Liga Sebastiana.
Rita também comentou sobre principal queixa dos moradores que vivem perto dos
locais de desfiles dos blocos, o cheiro forte de urina. Mesmo com o aumento do
número de banheiros químicos espalhados na concentração e ao longo de percurso,
alguns foliões continuam recorrendo à rua para urinar. "Uma pesquisa mostrou
que não adianta aumentar o número de banheiros químicos, as pessoas precisam se
educar" Ela ainda acrescentou. "Vou pedir ao prefeito que construa banheiros
públicos na cidade".
A relação dos blocos com a vizinhança nem sempre é amigável. De um lado,
moradores que apreciam e brincam durante a folia. Do outros, pessoas que
ignoram o carnaval e se incomodam com os transtornos, gerados automaticamente
pelos blocos, como fechamento de ruas e o barulho. "A cidade é orgânica. Há
pessoas que gostam e outras que não gostam de carnaval. Convidamos para amanhã
(sábado) a Associação de Moradores de Santa Teresa para ouvir o que eles têm
para falar", explicou a presidente Liga Sebastiana.
Outra polêmica ficou por conta da "corda", que separa quem comprou a camiseta
para desfilar de quem não adquiriu. A ideia de implementar esse sistema, no Rio
de Janeiro, foi rejeitada tanto pelo prefeito Eduardo Paes quanto pelos
representantes dos pricipais blocos da cidade. " O carnaval do Rio é
democrático. A rua não será vendida. O carnaval de rua encheu os hoteis da
cidade nessa temporada com turistas de São Paulo, de Minas Gerais, do Norte e
Nordeste do Brasil", disse Paes.
Os presidentes e diretos de blocos também pediram para que não se perca a
"espontaneidade" da festa com o excesso de regras. "O Rio sabe muito bem
organizar uma festa. Os blocos já estão há anos fazendo isso. Nós fazemos o
melhor carnaval do mundo", afirmou Nelson Rodrigues Filho, fundador e
presidente do Bloco do Barbas.
Novas regras para os blocos
Nesta sexta-feira, o Diário Oficial do Município publicou um decreto que
pretende organização o carnaval de rua. Os blocos têm até o dia 30 de agosto
para entrar com pedido de desfile para o carnaval de 2010. "Vamos evitar que
blocos passem por hospitais para diminuir os transtornos. Agora que teremos um
ano inteiro, poderemos nos preparar melhor", disse o secretário municipal de
Turismo, Antônio Pedro.
Carlos Linhares
Contato: 21 9815-0458
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