Mas ao meu ver, o objetivo daquela roda de choro do filme brasileirinho, nao
era retratar uma roda autentica.
Foi uma montagem em formato de clipizinho para ser inserido no meio do
filme.

Mas agora se eh pra rotular o^"espirito da roda de samba"  vamos colocar os
pingos nos "is",  apesar da falta de cerveja, pinga e gargalhada na VELA...
Ela tem muito mais cara de samba, do que certos grupinhos burocraticos
casuarianos  de "malandrios" universitarios que pipocam na cidade
maravilhosa.
O rapaziadinha que deveria se trancar no AP, se afundar no  Black
Label, e sussurrar aquela  meia duzia de cancoes do repertorio bossanovista.

att
Fabio Padilha(gangaz)


Em 25 de fevereiro de 2010 17:55, Carolina <[email protected]> escreveu:

> A roda de samba do filme Brasileirinho sobre o choro me fez lembrar muito
> essa roda do samba da vela.
> O olhar estrangeiro sobre o filme possibilitou algumas cenas curiosas, como
> as gravações de rodas de choro espalhadas pelas ruas da cidade. A roda
> registrada em frente ao Real Gabinete Português de Leitura, situado próximo
> a Praça Tiradentes acontece no meio da rua, com músicos tocando e casais de
> figurantes dançando alegremente a sua volta. Não é algo incomum na cidade do
> Rio de Janeiro, encontrar rodas de choro que aconteçam na rua em plena praça
> pública, (por exemplo, a roda de choro da Praça São Salvador) mas a roda
> cinematográfica não conseguiu passar veracidade. Basta conhecer minimamente
> uma roda de choro ou samba para compreender que embora tudo ocorra
> “ordenadamente”, a roda possui uma dinâmica própria que por vezes beira a
> confusão: músicos tocando, povo ao redor dançando e conversando, tilintares
> de talheres e copos, bem distantes da roda registrada no filme.
> O samba da vela me pareceu a roda do filme. Ordenada demais! Falta cerveja,
> caldinho de feijão, cabrocha sambando...Não me crucifiquem!!! Nunca fui e
> acho a iniciativa muito legal. Conheci o pessoal do samba aqui no Rio na
> quadra da Portela no clima... feijoada da Velha Guarda, na época que a
> feijoada era da Velha Guarda... quem já foi sabe como é. Povo sambando,
> cerveja rolando, Surica gritando... kkkkk
>
> Abraços Carol.
>
>
> Em 25/02/10, haroldo ( Banda da Barra ) <[email protected]> escreveu:
>
>> Deve ser meio enfadonha essa passividade obrigatoria,afinal,trata-se de
>> uma roda de samba.Acho que quem frequenta deve fazer muito sacrificio para
>> ficar quetinho ouvindo samba que,garantem, ser bom.Essa rigidez nada tem a
>> ver com a descontracao do nosso ritmo.Como tudo muda,quem sabe,com o
>> tempo,os organizadores venham  modificar o andamento dos
>> trabalhos,permitindo uma biritinha,umas palminhas,um corinho e uma
>> dancadinha.Tudo inho,mas que pode deixar a gente com vontade de ir
>> la.Haroldo
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