Seguindo nesta onda de lançamentos, vale ir atrás do novo disco da Roberta Sá, junto com o Trio Madeira Brasil, cantando músicas de Roque Ferreira.
Vem cheio de bainidade de Roque, um tantão de requinte do Trio e a bela voz de Roberta. Eu não consigo parar de ouvir. E, cá entre nós, já tem no Um que Tenha. (http://umquetenha.org/uqt/?p=9610) Em 29 de julho de 2010 12:18, <[email protected]> escreveu: > Send Tribuna mailing list submissions to > [email protected] > > To subscribe or unsubscribe via the World Wide Web, visit > http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna > or, via email, send a message with subject or body 'help' to > [email protected] > > You can reach the person managing the list at > [email protected] > > When replying, please edit your Subject line so it is more specific > than "Re: Contents of Tribuna digest..." > > > Tópicos de Hoje: > > 1. Re: Correio Braziiliense: A bênção, Das Neves (o novo Cd de > Wilson das Neves) (Lucia Helena Almeida) > 2. Re: Correio Braziiliense: A bênção, Das Neves (o novo Cd de > Wilson das Neves) (oswaldo oleare) > > > ---------------------------------------------------------------------- > > Message: 1 > Date: Thu, 29 Jul 2010 12:00:36 -0300 > From: Lucia Helena Almeida <[email protected]> > Subject: Re: [S-C] Correio Braziiliense: A bênção, Das Neves (o novo > Cd de Wilson das Neves) > To: [email protected] > Cc: [email protected] > Message-ID: > <[email protected]> > Content-Type: text/plain; charset="windows-1252" > > Valeu Caio! > Só nos resta dizer: Ô Sorte! > bj > > LH > > Em 29 de julho de 2010 11:58, Caio Tiburcio <[email protected] > >escreveu: > > > *Matéria de Teresa Albuquerque, no caderno Diversão&Arte do jornal > Correio > > Braziliense de hoje, 29 de julho, abaixo transcrita, trata do novo cd do > > abençoado Wilson das Neves. São 1**3 faixas peças compostas pelo Wilson > > das Neves e em parceria com Paulo César Pinheiro, Nelson Rufino, Nei > Lopes, > > Arlindo Cruz, Delcio Carvalho, Roque Ferreira e Vitor Pessoa. > > > > E fala de um filme que será dirigido pelo **Cristiano Abud e terá como > > tema a vida e a obra do grande Wilson das Neves. > > > > Caio Tiburcio * > > > > > > Correio Braziliense > > Diversão&Arte > > > > *A bênção, Das Neves > > > > Teresa Albuquerque > > * > > *Um dos maiores bateristas do Brasil, Wilson das Neves lança o terceiro > > álbum como cantor e compositor, tem discos editados na Europa e ganha > > documentário sobre sua trajetória* > > > > > > Wilson das Neves já ouviu centenas de bateristas e até hoje não sabe quem > é > > o melhor. Não gosta desse papo de ?mito?, de ?monstro?. Referência para > > bateristas de várias gerações, o músico de 74 anos, que já gravou com > mais > > de 600 artistas, recusa até o título de mestre. ?Quanto mais a gente > > aprende, menos sabe. Eu não sei nada?, afirma ele, que sempre que pode > vai > > ver algum colega tocar, inclusive os mais jovens, para aprender algo > novo. > > Modéstia? ?Não. Isso é vivência. Você tem que saber que não é melhor do > que > > ninguém. A gente está aqui para isto: vir, aprender, deixar alguma coisa > e > > voltar para onde veio.? > > > > Elegante, boa-praça, criador de um simpático bordão (?Ô, sorte!?) e > > talentoso até dizer chega, Das Neves diz que nunca quis tocar, não. A > música > > é que se engraçou com ele. Também não pensava em cantar, mas em 1996, aos > 60 > > anos, lançou seu primeiro disco como autor e intérprete, O som sagrado de > > Wilson das Neves. O segundo, Brasão de Orfeu, saiu em 2004. O terceiro, > Pra > > gente fazer mais um samba, chega agora às lojas, pouco depois de ter sido > > lançado na Europa. Pelas prateleiras de lá também pode ser encontrado Que > > beleza, álbum do grupo Ipanemas que ele gravou em 1964 e acaba de ser > > editado em CD pelo selo londrino Far Out. > > > > E tem mais: o mineiro Cristiano Abud está dirigindo um documentário sobre > > ele, chamado O samba é meu dom. No filme, o músico conta histórias de > seus > > 56 anos como baterista profissional, participando de orquestras e > > acompanhando nomes como Elis Regina, Wilson Simonal, Roberto Carlos, Elza > > Soares? (a lista é enorme, ele anota tudo). Com Elizeth Cardoso, por > > exemplo, começou a tocar em 1973 e ficou até o fim (a Divina morreu em > > 1990). ?Só posso dizer o seguinte: Elizeth era ?o? cara. Ah, como eu > queria > > que ela estivesse viva para cantar minhas músicas? Ela e Jamelão?, > comenta o > > músico, que está na banda de Chico Buarque há 26 anos e vive sendo > > reverenciado pelo patrão no palco. ?É outro que é ?o? cara. Chico, > Elizeth e > > Ney Matogrosso. Ô, sorte!? > > > > *Dom divino* > > Nascido na Glória, no Rio de Janeiro, Wilson das Neves foi criado ouvindo > > choro e as chamadas jazz bands, que tinham banjo, bateria e trombone. ?A > > música estava ali, nas festas da casa da minha tia, e depois no > candomblé. > > Eu tinha que ser músico mesmo?, constata ele, que não teve nem pai nem > avô > > instrumentista, mas se viu numa família de irmãos bateristas (o mais > velho > > já morreu; o mais novo mora na Bélgica). Nenhum de seus filhos (ele teve > > quatro, dois faleceram) e netos (são quatro) seguiu na música. Quem sabe > > João, o bisneto? ?Não forço ninguém a nada. Cada um tem seu dom.? > > > > Para Das Neves, que começou aos 14 anos, incentivado por Edgar Nunes > Rocca, > > o Bituca, e aos 18 já era profissional, música é algo divino mesmo. ?Foi > ela > > quem me escolheu.? Ele diz que não planejou nada. Começou a compor em > 1973, > > mas não mostrava as melodias para ninguém. Até que um dia foi convencido > por > > Paulo César Pinheiro e ganhou seu primeiro parceiro. Com Pinheiro, fez > mais > > de 60 músicas. Todas assim: ele grava as melodias em fitas-cassetes, na > base > > do ?lalalá?, depois ajeita com o cavaquinho, e manda para os parceiros > > fazerem a letra. > > > > Falam bastante de sua batida, muitos a reconhecem de imediato, mas ele > diz > > que é só porque está há mais tempo na praça e gravou muito. ?As pessoas > se > > acostumaram comigo?, justifica. ?Batida é uma coisa natural. Ninguém toca > > igual a ninguém. Cada um tem sua jogadinha, sua ginga, seu suingue?, > garante > > o sambista, que já gravou de tudo quando era baterista contratado de > > gravadora ? inclusive o primeiro disco de rock de Roberto Carlos ? e > desde > > 2003 sobe ao palco ao lado dos meninos da Orquestra Imperial. ?No meio > > daquela juventude, eu me sinto um garoto. Eles têm o maior carinho por > mim e > > eu adoro eles.? > > > > Um pouco dessas histórias, Das Neves vem gravando em fitas-cassetes para, > > quem sabe, um dia sair num livro. ?Vou me lembrando das coisas e contando > > lá. Falo de como comecei, de casos engraçados, das minhas avôs, da minha > > bisavô.? Ele era o xodó da bisavó materna, que morreu aos 116 anos. ?Não > > quero isso tudo pra mim, não, porque aí você começa a ficar chato, né? Se > > bem que minha bisavó era muito boazinha?, ri. ?Chegar aos 90 e poucos > está > > bom. Quero ver os bisnetos andando por aí.? > > > > > > *1 - O novo disco* > > Pra gente fazer mais um samba tem 13 faixas compostas por ele em parceria > > com os letristas Paulo César Pinheiro, Nelson Rufino, Nei Lopes, Arlindo > > Cruz, Delcio Carvalho, Roque Ferreira e Vitor Pessoa. A mais recente é de > um > > ano atrás; a mais antiga, Folha no ar, da década de 1970. Como escolheu o > > repertório? ?Ah, gosto de todas as músicas que faço. Então é só meter a > mão > > no saco e tirar umas (risos).? > > > > *Eu conhecia Wilson das Neves dos discos, reconhecia de cara sua batida, > > vez por outra o peruava através do vidro de estúdios de gravação. Hoje > não > > subo ao palco sem ele. Ele é o pulso da banda, termômetro, técnico do > time, > > rei da anedota e pajé? > > * > > *Chico Buarque > > * > > No cinema > > > > Cristiano Abud, diretor do documentário O samba é meu dom, conheceu > Wilson > > das Neves em 2009, apresentado pelo produtor Alexandre Segundo. Na mesma > > hora, se interessou em fazer um filme sobre a vida e a obra desse > carioca, > > que o encanta cada vez mais. ?Ele é sensacional?, elogia o cineasta. > ?Além > > de ser um frasista genial ? é o nosso Otto Lara Resende do samba ?, e da > > sabedoria com que leva a vida, tem um talento fora de série. É > > impressionante o respeito que os músicos têm por ele. Só vendo ao vivo, > in > > loco, para entender a dimensão disso.? Cristiano já filmou uma longa > > entrevista com o músico em Belo Horizonte e acompanhou a gravação do > > terceiro CD. Até o fim do ano, quer reunir Das Neves e seus parceiros > > tocando e conversando num estúdio. O longa-metragem tem lançamento > previsto > > para 2011. > > > > *http://www2.correiobraziliense.com.br/cbonline/cultura/cadc_mat_1.htm*< > http://www2.correiobraziliense.com.br/cbonline/cultura/cadc_mat_1.htm> > > > > > > _______________________________________________ > > Tribuna mailing list > > [email protected] > > http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna > > > > > -------------- Próxima Parte ---------- > Anexo em HTML limpo e removido > > ------------------------------ > > Message: 2 > Date: Thu, 29 Jul 2010 12:18:18 -0300 > From: oswaldo oleare <[email protected]> > Subject: Re: [S-C] Correio Braziiliense: A bênção, Das Neves (o novo > Cd de Wilson das Neves) > To: [email protected] > Cc: [email protected] > Message-ID: > <[email protected]> > Content-Type: text/plain; charset="windows-1252" > > Caio, meu caro, que beleza! Segunda passada, a propósito, rolamos no nosso > programa Clube da Boa Música - 104.7, Universitária FM, 8 às 10 da noite - > www.universitariafm.coml.br - um discaço - da era do LP - chamado Os > Ipanemas, de 1964, em que o grande Wilson das Neves aparece Astor Silva, > Rubens Bassini - percussão - o violonista Neco - que viajou ano passado > para > outras esferas - e o baixista Marinho. > > Eles entraram em estúdio pra tocar o que quisessem, e não o que determinava > a CBS. > > Deu um discão durabu. Depois teve outros. Depois, vou ver se passo o > breguessim procê ouvir daí. > abração do Oleari. > > Em 29 de julho de 2010 11:58, Caio Tiburcio <[email protected] > >escreveu: > > > *Matéria de Teresa Albuquerque, no caderno Diversão&Arte do jornal > Correio > > Braziliense de hoje, 29 de julho, abaixo transcrita, trata do novo cd do > > abençoado Wilson das Neves. São 1**3 faixas peças compostas pelo Wilson > > das Neves e em parceria com Paulo César Pinheiro, Nelson Rufino, Nei > Lopes, > > Arlindo Cruz, Delcio Carvalho, Roque Ferreira e Vitor Pessoa. > > > > E fala de um filme que será dirigido pelo **Cristiano Abud e terá como > > tema a vida e a obra do grande Wilson das Neves. > > > > Caio Tiburcio * > > > > > > Correio Braziliense > > Diversão&Arte > > > > *A bênção, Das Neves > > > > Teresa Albuquerque > > * > > *Um dos maiores bateristas do Brasil, Wilson das Neves lança o terceiro > > álbum como cantor e compositor, tem discos editados na Europa e ganha > > documentário sobre sua trajetória* > > > > > > Wilson das Neves já ouviu centenas de bateristas e até hoje não sabe quem > é > > o melhor. Não gosta desse papo de ?mito?, de ?monstro?. Referência para > > bateristas de várias gerações, o músico de 74 anos, que já gravou com > mais > > de 600 artistas, recusa até o título de mestre. ?Quanto mais a gente > > aprende, menos sabe. Eu não sei nada?, afirma ele, que sempre que pode > vai > > ver algum colega tocar, inclusive os mais jovens, para aprender algo > novo. > > Modéstia? ?Não. Isso é vivência. Você tem que saber que não é melhor do > que > > ninguém. A gente está aqui para isto: vir, aprender, deixar alguma coisa > e > > voltar para onde veio.? > > > > Elegante, boa-praça, criador de um simpático bordão (?Ô, sorte!?) e > > talentoso até dizer chega, Das Neves diz que nunca quis tocar, não. A > música > > é que se engraçou com ele. Também não pensava em cantar, mas em 1996, aos > 60 > > anos, lançou seu primeiro disco como autor e intérprete, O som sagrado de > > Wilson das Neves. O segundo, Brasão de Orfeu, saiu em 2004. O terceiro, > Pra > > gente fazer mais um samba, chega agora às lojas, pouco depois de ter sido > > lançado na Europa. Pelas prateleiras de lá também pode ser encontrado Que > > beleza, álbum do grupo Ipanemas que ele gravou em 1964 e acaba de ser > > editado em CD pelo selo londrino Far Out. > > > > E tem mais: o mineiro Cristiano Abud está dirigindo um documentário sobre > > ele, chamado O samba é meu dom. No filme, o músico conta histórias de > seus > > 56 anos como baterista profissional, participando de orquestras e > > acompanhando nomes como Elis Regina, Wilson Simonal, Roberto Carlos, Elza > > Soares? (a lista é enorme, ele anota tudo). Com Elizeth Cardoso, por > > exemplo, começou a tocar em 1973 e ficou até o fim (a Divina morreu em > > 1990). ?Só posso dizer o seguinte: Elizeth era ?o? cara. Ah, como eu > queria > > que ela estivesse viva para cantar minhas músicas? Ela e Jamelão?, > comenta o > > músico, que está na banda de Chico Buarque há 26 anos e vive sendo > > reverenciado pelo patrão no palco. ?É outro que é ?o? cara. Chico, > Elizeth e > > Ney Matogrosso. Ô, sorte!? > > > > *Dom divino* > > Nascido na Glória, no Rio de Janeiro, Wilson das Neves foi criado ouvindo > > choro e as chamadas jazz bands, que tinham banjo, bateria e trombone. ?A > > música estava ali, nas festas da casa da minha tia, e depois no > candomblé. > > Eu tinha que ser músico mesmo?, constata ele, que não teve nem pai nem > avô > > instrumentista, mas se viu numa família de irmãos bateristas (o mais > velho > > já morreu; o mais novo mora na Bélgica). Nenhum de seus filhos (ele teve > > quatro, dois faleceram) e netos (são quatro) seguiu na música. Quem sabe > > João, o bisneto? ?Não forço ninguém a nada. Cada um tem seu dom.? > > > > Para Das Neves, que começou aos 14 anos, incentivado por Edgar Nunes > Rocca, > > o Bituca, e aos 18 já era profissional, música é algo divino mesmo. ?Foi > ela > > quem me escolheu.? Ele diz que não planejou nada. Começou a compor em > 1973, > > mas não mostrava as melodias para ninguém. Até que um dia foi convencido > por > > Paulo César Pinheiro e ganhou seu primeiro parceiro. Com Pinheiro, fez > mais > > de 60 músicas. Todas assim: ele grava as melodias em fitas-cassetes, na > base > > do ?lalalá?, depois ajeita com o cavaquinho, e manda para os parceiros > > fazerem a letra. > > > > Falam bastante de sua batida, muitos a reconhecem de imediato, mas ele > diz > > que é só porque está há mais tempo na praça e gravou muito. ?As pessoas > se > > acostumaram comigo?, justifica. ?Batida é uma coisa natural. Ninguém toca > > igual a ninguém. Cada um tem sua jogadinha, sua ginga, seu suingue?, > garante > > o sambista, que já gravou de tudo quando era baterista contratado de > > gravadora ? inclusive o primeiro disco de rock de Roberto Carlos ? e > desde > > 2003 sobe ao palco ao lado dos meninos da Orquestra Imperial. ?No meio > > daquela juventude, eu me sinto um garoto. Eles têm o maior carinho por > mim e > > eu adoro eles.? > > > > Um pouco dessas histórias, Das Neves vem gravando em fitas-cassetes para, > > quem sabe, um dia sair num livro. ?Vou me lembrando das coisas e contando > > lá. Falo de como comecei, de casos engraçados, das minhas avôs, da minha > > bisavô.? Ele era o xodó da bisavó materna, que morreu aos 116 anos. ?Não > > quero isso tudo pra mim, não, porque aí você começa a ficar chato, né? Se > > bem que minha bisavó era muito boazinha?, ri. ?Chegar aos 90 e poucos > está > > bom. Quero ver os bisnetos andando por aí.? > > > > > > *1 - O novo disco* > > Pra gente fazer mais um samba tem 13 faixas compostas por ele em parceria > > com os letristas Paulo César Pinheiro, Nelson Rufino, Nei Lopes, Arlindo > > Cruz, Delcio Carvalho, Roque Ferreira e Vitor Pessoa. A mais recente é de > um > > ano atrás; a mais antiga, Folha no ar, da década de 1970. Como escolheu o > > repertório? ?Ah, gosto de todas as músicas que faço. Então é só meter a > mão > > no saco e tirar umas (risos).? > > > > *Eu conhecia Wilson das Neves dos discos, reconhecia de cara sua batida, > > vez por outra o peruava através do vidro de estúdios de gravação. Hoje > não > > subo ao palco sem ele. Ele é o pulso da banda, termômetro, técnico do > time, > > rei da anedota e pajé? > > * > > *Chico Buarque > > * > > No cinema > > > > Cristiano Abud, diretor do documentário O samba é meu dom, conheceu > Wilson > > das Neves em 2009, apresentado pelo produtor Alexandre Segundo. Na mesma > > hora, se interessou em fazer um filme sobre a vida e a obra desse > carioca, > > que o encanta cada vez mais. ?Ele é sensacional?, elogia o cineasta. > ?Além > > de ser um frasista genial ? é o nosso Otto Lara Resende do samba ?, e da > > sabedoria com que leva a vida, tem um talento fora de série. É > > impressionante o respeito que os músicos têm por ele. Só vendo ao vivo, > in > > loco, para entender a dimensão disso.? Cristiano já filmou uma longa > > entrevista com o músico em Belo Horizonte e acompanhou a gravação do > > terceiro CD. Até o fim do ano, quer reunir Das Neves e seus parceiros > > tocando e conversando num estúdio. O longa-metragem tem lançamento > previsto > > para 2011. > > > > *http://www2.correiobraziliense.com.br/cbonline/cultura/cadc_mat_1.htm*< > http://www2.correiobraziliense.com.br/cbonline/cultura/cadc_mat_1.htm> > > > > > > _______________________________________________ > > Tribuna mailing list > > [email protected] > > http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna > > > > > -------------- Próxima Parte ---------- > Anexo em HTML limpo e removido > > ------------------------------ > > _______________________________________________ > Tribuna mailing list > [email protected] > http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna > > > Fim da Digest Tribuna, volume 11, assunto 50 > ******************************************** > -- Fel Mendes +55 11 2232-4155 +55 11 9520-7707
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