tribuneiros e batuqueiros!  saiu isso aqui no globo online... será que vai
pegar? As produtoras que se cuidem... li outro dia uma matéria com o
presidente da Universal dizendo que medalhões e artistas do show business
sempre recorrerão a grandes produtoras.... para ele, enquanto o artista cria
e grava suas músicas, um outro profissional cuida da sua carreira,
divulgando, produzindo shows, cuidando do marketing, distribuição e de toda
parte burocrática...Muitos artistas independentes surgem e estouram na
internet, quando atingem o sucesso acabam se rendendo a grandes produtoras e
gravadoras...
aí fica a minha pergunta...com toda essa independência, será que artistas
são capazes de criar seu trabalho e cuidar da sua carreira ao mesmo tempo?

aquele abraço



  Sururu na Roda vai gravar CD com ajuda de
internautas<http://oglobo.globo.com/blogs/mercadodigital/posts/2011/02/21/sururu-na-roda-vai-gravar-cd-com-ajuda-de-internautas-364693.asp>

 Já imaginou ser o patrocinador da sua banda favorita com apenas R$5? Agora
você pode. Com o surgimento do “crowd funding”, projetos de incentivo
coletivo, o fã pode ajudar seu ídolo a sair do lugar. Isso vai acontecer com
a banda carioca Sururu na Roda, que pretende ser o primeiro grupo brasileiro
a gravar um CD com a ajuda do seu público. Quem já curtiu o Sururu no
Central Cultural Carioca ou outras praias na Lapa, pode experimentar a
novidade a partir de março.

Fato é que este novo modelo de incentivo coletivo está ganhando força no
Brasil. São ações movidas pelo público, que se organiza para viabilizar algo
de maneira independente, sem depender de apoios ou patrocínios. Em geral,
quem ajuda no financiamento recebe recompensas em troca. No caso do Sururu
(veja o vídeo), por exemplo, a moeda de troca pode ser aula de percussão, um
tour por lugares tradicionais do samba no Rio de Janeiro e até um jantar
feito pela “Tia Nilze do Sururu”: um tradicional bobó de camarão.

A proposta é do site movere.me
<http://www.movere.me/blog/2011/02/08/em-marco-cd-nelson-cavaquinho-por-sururu-na-roda-com-os-olhos-rasos-d%E2%80%99agua/>e
a ideia é apostar em uma troca de experiências. O autor consegue realizar
seu o projeto, e o público recebe recompensas únicas e exclusivas
relacionadas ao tema de seu interesse.
O “crowd funding” criou novos mecanismos de apoio cultural no mundo, mas
surgiu no Brasil com os sites Catarse <http://catarse.me/> e
Queremos<http://www.queremos.com.br/>.
Ou com o Camiseteria. Como contou Fábio Seixas, fundador do projeto, em
nosso curso de Redes
Sociais<http://www.idigo.com.br/oficina-de-facebook-para-os-negocios/>,
quando fundou o Camiseteria fez crowd funding sem saber que tinha esse nome:
vendeu um CD pra amigos que dava direito a seis camisas para quem apostasse
na ideia, pelo valor de três. Deu certo.

O Queremos, um dos projetos mais bem sucedidos, promoveu a vinda ao Brasil
de Miike Snow e das bandas Belle & Sebastian, e LCD Soundsystem, que tocou
no Vivo Rio na semana passada. O projeto identifica a possibilidade da
realização de um evento e levanta os custos de produção. A partir disso,
divide o total em quantas unidades forem necessárias para se tornar viável a
compra por um fã (no Miike Snow foram 100 unidades de R$ 200, no Belle &
Sebastian e no Two Door Cinema Club, 280). Trata-se do
ingresso-reembolsável. Quando o valor necessário é confirmado, eles iniciam
a venda de ingressos para o público e todos que compraram o
ingresso-reembolsável têm direito a um reembolso proporcional à venda de
ingressos. No caso do Miike Snow e Belle & Sebatian, quem investiu antes,
assistiu aos shows de graça.

No Catarse, vários projetos estão cadastrados para serem financiados. Tem
desde uma novela para internet até espetáculos de dança. Um dos casos mais
bem-sucedidos no mundo é o do filme "Blue like jazz”, que será lançado esse
ano. A meta era arrecadar US$ 125 mil, para começar a produção. As
contribuições iam de US$ 10 a US$ 8 mil. Resultado da ação: o projeto
recebeu US$ 346 mil de 4.495 pessoas.
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