Salve Fumaça!!
Desta vez, o texto não é meu...desculpe, quando copiei e colei, acabou não
saindo a citação da fonte

segue a fonte:
http://oglobo.globo.com/blogs/mercadodigital/posts/2011/02/21/sururu-na-roda-vai-gravar-cd-com-ajuda-de-internautas-364693.asp
a matéria é da jornalista Andrea Dunningham, da coluna Mercado Digital do
Globo Online

aquele abraço



2011/2/22 Phadha Phada <[email protected]>

> O Crowd funding, e' mais uma coisa que surge da onda colaborativa. Uma
> especie de compra coletiva voltada para producao cultural.
> O processo e' ate simples, funciona como socio de um clube de futebol
> que paga um valor x, para ter acesso a algumas regalias do seu clube do
> coracao.
> Eu acredito que os mais beneficiados serao aqueles artistas que ja tem
> seu nome consagrado, mas nao tem ao seu lado
> a maquina da industria.
> Lembrando tambem que atras de tudo isso tem uma estrutura empresarial
> que mantem todo esse servico.
> Tem que avaliar como ela vai se comportar administrando tudo isso.
>
> att
> Fabio Padilha(gangaz)
>
> Em 21 de fevereiro de 2011 22:08, vini correia
> <[email protected]> escreveu:
>  > tribuneiros e batuqueiros!
> >
> >  saiu isso aqui no globo online... será que vai pegar? As produtoras que
> se
> > cuidem...
> >
> > li outro dia uma matéria com o presidente da Universal dizendo que
> medalhões
> > e artistas do show business sempre recorrerão a grandes produtoras....
> para
> > ele, enquanto o artista cria e grava suas músicas, um
> > outro profissional cuida da sua carreira, divulgando, produzindo
> > shows, cuidando do marketing, distribuição e de toda parte
> > burocrática...Muitos artistas independentes surgem e estouram na
> > internet, quando atingem o sucesso acabam se rendendo a grandes
> produtoras e
> > gravadoras...
> >
> > aí fica a minha pergunta...com toda essa independência, será que artistas
> > são capazes de criar seu trabalho e cuidar da sua carreira ao mesmo
> tempo?
> >
> > aquele abraço
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > Sururu na Roda vai gravar CD com ajuda de internautas
> >
> >  Já imaginou ser o patrocinador da sua banda favorita com apenas R$5?
> Agora
> > você pode. Com o surgimento do “crowd funding”, projetos de incentivo
> > coletivo, o fã pode ajudar seu ídolo a sair do lugar. Isso vai acontecer
> com
> > a banda carioca Sururu na Roda, que pretende ser o primeiro grupo
> brasileiro
> > a gravar um CD com a ajuda do seu público. Quem já curtiu o Sururu no
> > Central Cultural Carioca ou outras praias na Lapa, pode experimentar a
> > novidade a partir de março.
> >
> > Fato é que este novo modelo de incentivo coletivo está ganhando força no
> > Brasil. São ações movidas pelo público, que se organiza para viabilizar
> algo
> > de maneira independente, sem depender de apoios ou patrocínios. Em geral,
> > quem ajuda no financiamento recebe recompensas em troca. No caso do
> Sururu
> > (veja o vídeo), por exemplo, a moeda de troca pode ser aula de percussão,
> um
> > tour por lugares tradicionais do samba no Rio de Janeiro e até um jantar
> > feito pela “Tia Nilze do Sururu”: um tradicional bobó de camarão.
> >
> > A proposta é do site movere.me e a ideia é apostar em uma troca de
> > experiências. O autor consegue realizar seu o projeto, e o público recebe
> > recompensas únicas e exclusivas relacionadas ao tema de seu interesse.
> > O “crowd funding” criou novos mecanismos de apoio cultural no mundo, mas
> > surgiu no Brasil com os sites Catarse e Queremos. Ou com o Camiseteria.
> Como
> > contou Fábio Seixas, fundador do projeto, em nosso curso de Redes
> Sociais,
> > quando fundou o Camiseteria fez crowd funding sem saber que tinha esse
> nome:
> > vendeu um CD pra amigos que dava direito a seis camisas para quem
> apostasse
> > na ideia, pelo valor de três. Deu certo.
> >
> > O Queremos, um dos projetos mais bem sucedidos, promoveu a vinda ao
> Brasil
> > de Miike Snow e das bandas Belle & Sebastian, e LCD Soundsystem, que
> tocou
> > no Vivo Rio na semana passada. O projeto identifica a possibilidade da
> > realização de um evento e levanta os custos de produção. A partir disso,
> > divide o total em quantas unidades forem necessárias para se tornar
> viável a
> > compra por um fã (no Miike Snow foram 100 unidades de R$ 200, no Belle &
> > Sebastian e no Two Door Cinema Club, 280). Trata-se do
> > ingresso-reembolsável. Quando o valor necessário é confirmado, eles
> iniciam
> > a venda de ingressos para o público e todos que compraram o
> > ingresso-reembolsável têm direito a um reembolso proporcional à venda de
> > ingressos. No caso do Miike Snow e Belle & Sebatian, quem investiu antes,
> > assistiu aos shows de graça.
> >
> > No Catarse, vários projetos estão cadastrados para serem financiados. Tem
> > desde uma novela para internet até espetáculos de dança. Um dos casos
> mais
> > bem-sucedidos no mundo é o do filme "Blue like jazz”, que será lançado
> esse
> > ano. A meta era arrecadar US$ 125 mil, para começar a produção. As
> > contribuições iam de US$ 10 a US$ 8 mil. Resultado da ação: o projeto
> > recebeu US$ 346 mil de 4.495 pessoas.
> >
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