MOVIMENTO PELA REFORMA TRIBUT�RIA

 

O Advogado, Consultor e Escritor nas �reas Tribut�ria, Trabalhista e Pol�tica Econ�mica LU�S ALBERTO MENDON�A MEATO, tem dois livros lan�ados recentemente:

"Temas de Direito Tribut�rio e Financeiro" – editado pela Lumen Juris, do Rio de Janeiro, janeiro de 1999;

"Temas de Direito Tribut�rio nos Cr�ditos de Natureza Trabalhista – editado pela S�ntese de Porto Alegre, maio de 2001.

O autor resolveu trazer a tona as id�ias de Reforma Tribut�ria contidas no primeiro livro lan�ado em Janeiro de 1999.

Faz-se necess�rio que as teorias contidas no primeiro livro devem ser adotadas imediatamente, principalmente ap�s a assinatura dos Tratados de livre com�rcio com o ALCA (integra��o econ�mica com M�xico, Estados Unidos e Canad�); n�o obstante a imensa carga de tributos vigentes na atualidade.

Defende-se a tese da Tributa��o Eletr�nica - o chamado Imposto �nico, nos seguintes termos:

    1. REFORMA TRIBUT�RIA:

 

      1. cria��o do IVA(imposto sobre valor agregado) e do IMF (imposto sobre movimenta��o financeira)
      2. substitui��o do I.P.I(federal); ICMS (estadual) e ISS (municipal) pelo I.V.A;
      3.  

         

      4. substitui��o do Imposto de Renda (federal); IPVA (estadual) e IPTU (municipal) pelo I.M.F;
      5. manuten��o das receitas dos Estados e Municipios;
      6.  

      7. Defini��o das al�quotas destes dois impostos no intuito de se manter a arrecada��o atual – I.V.A entre 6 e 10%; e IMF entre 4 e 6,5%;
      8. manuten��o das Taxas (taxa de inc�ndio; taxa de lixo; de �gua e esgoto, e taxa de ilumina��o p�blica); e dos Ped�gios. Isto porque, n�o haveria a incid�ncia de impostos como IPVA e o IPTU;
      9.  

      10. manuten��o do INSS como contribui��o social, levando-se em conta a regra atual do teto de 10 sal�rios-de-contribui��o. Acima deste valor valer� a regra da Previd�ncia Complementar Privada;
      11.  

      12. Identifica��o somente atrav�s do CPF, tornando-se �nico n�mero de refer�ncia das pessoas f�sicas, incorporando n�mero de: carteira de trabalho; de previd�ncia social; de identidade e de t�tulo de eleitor;
      13.  

      14. Inexist�ncia de Imunidades e Isen��es em rela��o ao IMF – al�m de um imposto eficiente na arrecada��o, servir� tamb�m como fiscalizador, j� que identificar� sempre o comprador e o vendedor de determinado produto, atrav�s do recebimento do valor da compra sempre que for movimentada uma conta banc�ria;
      15.  

      16. Inexist�ncia de sigilos fiscal e banc�rio para os representantes do Minist�rio P�blico, bem como dos funcion�rios das Fazendas P�blicas.

 

As proposi��es enumeradas devem ser seguidas sem mudan�as. Contudo diante da complexidade da mat�ria, bem como da necessidade de aglutina��o de for�as e id�ias, poder�o ser ampliadas pela incorpora��o de novos coment�rios

Afinal, a Reforma Tribut�ria no Brasil j� � discutida a mais de 10 anos, e n�o ser� implantada sem uma ampla discuss�o e aceita��o de todos pelo melhor caminho para realiz�-la.

Por isso, caso voc� deseje entrar nesta campanha, d� sua opini�o, bem como deixe seu nome, telefone, cidade e E-mail, e repasse para outras pessoas.

Niter�i, 07 de maio de 2001.

LU�S ALBERTO MENDON�A MEATO

E-mail: [EMAIL PROTECTED]

tels.: (21) 622-1290 e 9152-0601

 

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