Vírus, spyware, trojan e worm... Se não tivesse consultado o Google,
creio que também não teria ideia sobre a diferença.

De qualquer modo, pelo sistema de permissões, estamos a concluir que o
Linux, se não é imune, ao menos, é muitíssimo resistente a estas
espécies de contaminação.

Mas e quanto aos spywares, trojans e worms? Aqui estou a supor que a
utilização de repositórios oficiais deva minimizar tremendamente estes
riscos.

Mas e quanto aquelas pragas que se instalam na máquina do usuário
durante a navegação na Internet? Será que necessariamente precisam
autoexecutar-se? Por vezes, o Firefox diz que instalará um plugin e
nem por isso digito senha de administrador.

Quando o usuário diz que quer estar livre de vírus, na verdade, quer
dizer que deseja estar livre de ameaças virtuais, quaisquer que sejam
os seus nomes.

Se o Linux é resistente, quase imune a vírus, também o é no que diz
respeito às outras espécies de pragas?


Em 25/10/13, Ivan Brasil Fuzzer<[email protected]> escreveu:
> A possibilidade de existirem vírus para Linux é real, mas até hoje só
> provada através de conceitos. Vírus que são vírus de verdade precisam se
> autoexecutarem e replicarem sem que o usuário precise interagir com ele.
> Existe muita confusão entre vírus, trojan e outros malwares, a maioria
> da imprensa bota tudo no mesmo saco.
> O que atesta a segurança do Linux é seu sistema de permissões, não sendo
> necessário um programa para atestar isso, basta ler a fundo como
> funciona o sistema de permissões.
> No Windows, mesmo que o usuário use contas como administrador, os vírus
> continuam conseguindo se autoexecutarem e auto propagando, só fica um
> pouquinho mais difícil.
> Nos dois sistemas o usuário pode ferrar tudo e facilitar a entrada de
> programas indesejados, disso não tenho dúvidas, mas no Linux os cuidados
> a serem tomados são menores, só vai executar no computador o que o
> usuário permitiu explicitamente, já no Windows a história é outra.
>
> Em 25-10-2013 08:18, luciano de souza escreveu:
>> Caros,
>>
>> Em foruns, a comparação entre Windows e Linux costumam ser pontuadas
>> por paixões. O resultado disso é que, de um lado e de outro, costumam
>> ser emitidas opiniões parciais sobre o assunto.
>>
>> Por isso é que gostei do seguinte artigo:
>> http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1004070-6174,00-CONSIDERADO+MAIS+SEGURO+QUE+WINDOWS+LINUX+TAMBEM+NAO+ESTA+LIVRE+DE+AMEACAS.html
>>
>> De fato, não sei se tudo o que é dito no artigo é exato. Ao fim,
>> gostei mesmo é do tom.
>>
>> Há gente que diz que o Linux é imune a vírus. Ele não é. A despeito
>> disso, por cá, já ouvi relato de oito anos de uso sem antivírus e sem
>> vírus. algo de especial há que existir para obter tão notável
>> resultado.
>>
>> Pode ser devido ao menor uso do Linux? Em pequena medida, creio que
>> sim. Usuários de Windows conhecem mais usuários de Windows e,
>> portanto, estão aptos a transmitir para usuários de Windows.
>>
>> Pode ser devido ao fato de que o Linux possui um sistema de permissões
>> mais robusto? Na verdade, parece que além de o Windows ser um pouco
>> menos seguro; menos seguro é o comportamento dos usuários do Windows.
>> Eles poderiam criar contas administrativas para obrigar a autenticação
>> quando da instalação de programas. Mas o padrão do Windows não obriga
>> a isso.
>>
>> Como o próprio artigo desenvolveu e estive cá a resumir, são várias as
>> razões pelos quais o Linux é mais seguro. Mas o fato é que as
>> estatísticas parecem comprovar que realmente é mais seguro.
>>
>> Como além de seguro, o Linux é, para mim, muito funcional e
>> filosoficamente ajustado à minha personalidade, eu o adotei.
>>
>> Mas um questionamento deste artigo colocou-me uma dúvida. Ele dizia
>> que os usuários de Linux porque estão convencidos de que são imunes a
>> vírus, não se protegem. Mas como é que se protegeriam? Existe
>> antivírus para verificar contaminações em máquinas Linux? E se não
>> existe, como é realmente possível afirmar que não estamos infectados?
>>
>> Será que se presumiria a presença de vírus pelos efeitos que causa? E
>> se eu tivesse infectado por um vírus de boa família, bem educado, que
>> não aprecia os holofotes e realiza o seu trabalho com o silêncio de um
>> monge sisterciense?
>>
>> Se não há uma ferramenta que ateste a ausência de vírus, não se corre
>> o risco de que as alegações de maior segurança se tornem mais
>> subjetivas?
>>
>> De fato, eu realmente acredito que o Linux é mais seguro. Não é esta a
>> questão.
>> A minha dúvida é quais são as evidências empíricas desta segurança.
>>
>
> --
>
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Luciano de Souza

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