João,
Sabendo do contexto de onde foi retirado esse trecho, possivelmente a idéia que se quis passar tenha sido de que o uso massivo dos sistemas operacionais e dos aplicativos de código fechado pelas empresas e estudantes sem a devida compra de licença é considerado ilegal, portanto passível de punição, o que consequentemente gera a impossibilidade de abertura de novas empresas (que utilizem-se deles legalmente) por causa do alto custo que as licenças representam. Para solucionar tal questão é que surgiu todo o movimento do software livre, essa mudança de mentalidade e prática com relação às tecnologias iniciado por Stallman e aperfeiçoado cada vez mais pela comunidade desenvolvedora e entusiasta, não é mesmo? Só que a grande maioria não enxerga essa situação, posiciona-se contra o uso dos Sistemas Operacionais Livres, como grande massa de manobra que é, sem ter ao menos verificado as inúmeras razões para se preferir uma Distribuição GNU/Linux (principalmente o Kurumin, que é tão descomplicado e pronto para o uso) a uma versão do Sistema Windows (quase uma hora para instalar o sistema principal, depois colocar vários CDs de drivers necessários ao funcionamento adequado de todo o hardware, depois instalar inúmeros aplicativos para as tarefas específicas e ainda ficar por horas baixando atualizações para completar; travamentos inexplicáveis e ainda querem que paguemos por tudo isso...) Com o Kurumin, em apenas um CD, gastando-se cerca de 20 minutos - nos quais pode-se navegar pela internet ou digitar um texto enquanto se espera - mais algumas atualizações rápidas e está pronto para o uso. O texto pretende mostrar àqueles que ainda não compreenderam a armadilha que se constitui depender exclusivamente dos códigos fechados, pelas restrições econômicas e ideológicas que essa atitude produz em toda a sociedade. Lembrando que Bill Gates, desde o início de sua carreira, está mais para comerciante do que para criador de códigos (Filme: Piratas do Vale do Silício). No Brasil, as leis de propriedade intelectual específicas a respeito de propriedade de software ainda estão em fase de desenvolvimento, porém pode-se imaginar que as atuais leis de propriedade intelectual (que antes referiam-se principalmente às obras artísticas) são aplicadas por interpretação. Dê uma olhada neste endereço: http://www.fsfla.org/svnwiki/legis/brasil/ Sintam-se à vontade para me corrigir ou complementar. Nota: Veja a forma mais sutil que escolhi para espalhar a idéia na minha assinatura. Atenciosamente, -- Laura Bernardes - laura.ssb (gmail) LauraSte MetaRecicleira - http://lauraste.wordpress.com (Um espaço para se falar de MetaReciclagem e transformações possíveis) Em anexo às mensagens, prefira usar formatos de arquivo aberto (pdf, txt, html) a formatos proprietários (doc, xls, ppt, pps); Veja http://www.gnu.org/philosophy/no-word-attachments.pt-br.html 2008/8/9 João Santana <[EMAIL PROTECTED]>: > Boa tarde, pessoas. > > Mandei um email para a GNU em maio deste ano a respeito de um texto que > li em [1], onde afirma-se que > > Microsoft can (and did recently in Kenya and Brazil) have local > police enforce laws that prohibit students from studying the > code, prohibit entrepeneurs starting new companies, and prohibit > professionals offering their services. > > Pedi que me enviassem os números das leis para procurar por elas na Casa > Civil da Presidência e até agora nada. > > Alguém conhece de quais leis a GNU está falando e pode me fornecer seus > números? > > [1] http://www.gnu.org/philosophy/no-word-attachments.html > -- > João Santana <[EMAIL PROTECTED]> > > > -- > Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português? > http://wiki.ubuntu-br.org/ComeceAqui - > ubuntu-br mailing list > [email protected] > https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br > -- Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português? http://wiki.ubuntu-br.org/ComeceAqui - ubuntu-br mailing list [email protected] https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

