Em Seg, 2008-10-20 às 20:04 -0200, Nei Vicente Ferreira Moreira escreveu: > Pessoal, > > Aproveitando a discussão sobre antivírus, venho expor uma dúvida e > solicitá-los suporte de conteúdo para resposta. > Hoje, um profissional na área de TI, soube que usava Linux e estava > implementando servidor de arquivos baseado no Debian. Ele me questionou se > eu tinha certeza da inexistência de código malicioso no Linux.
Como poderia a comunidade sabotar a ela mesma? Por que criar código malicioso capaz de prejudicar computadores Linux? Por que nada disso é comentado nas listas de desenvolvedores? Fnord. > O tema da discussão estava voltado ao suporte e manutenção de sistemas > operacionais e comparou-se Linux e o Windows. Ele citou um contrato da > Microsoft com o governo americano, onde aquela empresa ofereceu ao governo a > abertura do código, não para ser alterado, mas para ser auditado. Onde se > voltou e questionou sobre a idoneidade do código Linux. O código Linux é tão idôneo que o Pentágono usa Linux. Poderia o Quartel-General do Império usar um código capaz de emitir um DEFCON 5 remotamente sendo ele totalmente furado e malicioso? > Senhores, o que posso dizer? Que maliciosa é a Microsoft, que envia dados de pesquisa locais remotamente para servidores seus, que não implementa hashes para aumentar a segurança do seu Messenger, que ao invés de acabar com a API Win32 fica tapando buraco com o seu .NET. E eu voto uma moção de desconfiança nessa história da MS abrir o código do Windows. > > Nei Moreira João Santana. -- Cibertecário: Doses Homeopáticas de Ciência da Informação e Cultura do Software Livre http://cibertecario.wordpress.com -- Mais sobre o Ubuntu em português: http://www.ubuntu-br.org/comece Lista de discussão Ubuntu Brasil Histórico, descadastramento e outras opções: https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

