Em 21-09-2011 16:39, Robson - UbuntuListas escreveu: > Todo comerciante quer dinheiro, então isso que você falou não tem nada a > ver com o Linux, e, possivelmente você venderia o Windows para ganhar > dinheiro, ou perderia o cliente, pois ele compra o que quer, agora para > quem nunca usou computador você poderia barganhar e apresentar o Linux > barateando o custo do micro. >
Robson, desculpe-me, mas você está equivocado. Vou te dizer o porque: Veja o que disse o Ávila: Em 21-09-2011 19:22, Ávila . escreveu: > As lojas de informática nunca vendem o SO. Sempre instalam piratão. > Na verdade se você falar em pagar licença de SO para qualquer comerciante > por aqui pode ter certeza que você nunca mais volta lá para realizar um > trabalho. > Ele vai achar você incompetente que não consegue nem instalar o sistema > direito. > Eu concordo com o que foi dito enquanto a pirataria correr solta por aqui > fica difícil.... > Eu presto serviço para uns comércios por aqui e acredite eles não sabiam que > o XP era pago. kkkkk pode isso? Ninguém vende o sistema do Tio Gates para ganhar dinheiro, mesmo porque só quem compra essas licenças são empresas, que consequentemente compram estas de grandes lojas e/ou direto do fabricante. Os users comuns você conta nos dedos. A não ser que você tenha o OS original, ou tenha-o comprado, 99,9 % das lojas de informática vão instalar o piratão mesmo. Mesmo assim, já vi (e muitas vezes) o cliente levar seu microcomputador para a loja com um OS original e sair de lá com um piratão instalado. Na verdade, são poucos os que sabem diferenciar um OS original de um pirata. E para a grande maioria, é tudo a mesma coisa, porque você compra um computador e já vem instalado o sistema das janelinhas, e não existe informação disponível ao consumidor de que aquele software está sendo pago por ele, dando a falsa impressão de que o OS é de graça. Isso acaba alimentando o consumo de softwares piratas, que acaba alimentando as oficinas e seus supostos técnicos. E não raro, como eu já disse anteriormente, estes prestam um péssimo serviço para forçar o consumidor a necessitar sempre deste "profissional". E é esse tipo de mentalidade que atrapalha o crescimento do software livre. Como eu trabalho? Divulgo o Ubuntu como alternativa, instalo-o para meus clientes, esclareço-os, não tenho medo de convence-los a experimentar um novo sistema. Diferente dos meus "concorrentes", presto um serviço de qualidade. Não ganho muitas vezes do mesmo cliente, mas ganho a confiança deles, que sempre me indicam para outros clientes, e que me indicam para outros, e assim faço a roda girar a meu favor. Não violo a lei, não prejudico meus clientes nem engano-os, por isso me considero um bom profissional. Tenho a confiança deles, e por tudo isso, jamais vou deixar de usar o Ubuntu, pois sou muito grato a ele por ter me dado essa brecha de mercado que quase ninguém explora. Resumindo tudo: se um técnico trabalha com ética, ele usa software livre e o distribui. Dá sim para fazer mais pelo Ubuntu e pelo software livre, é só termos mais objetividade e transparência com nosso próximo. E quem disse que não dá para ganhar dinheiro com o software livre??? :) Anderson -- Mais sobre o Ubuntu em português: http://www.ubuntu-br.org/comece Lista de discussão Ubuntu Brasil Histórico, descadastramento e outras opções: https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

