Eric, how with a simple monkey patch will allow a worker to not
connect with the kernel request queue?

On Thu, Oct 9, 2014 at 2:34 PM, Eric Wong <[email protected]> wrote:
> Devin Ben-Hur <[email protected]> wrote:
>> Excellent points Michael.  But to Bráulio's original request, it
>> would be lovely to factor out the clean and robust process
>> management parts of unicorn (daemonization, pidfile-mgmt, pre-load,
>> fork, reap, signaling) separate from the HTTP/Rack server.
>
> I think some projects exist nowadays (and were inspired by unicorn).
> I also cannot speak to the quality of them, though.
>
> My take is that stuff ends up being fairly specific to the type of
> app used and putting an abstraction around them makes it harder to learn
> and use than the lower-level primitives Ruby provides.
>
> The ordering of some things (e.g. writing pid file, preload, binding
> sockets, hooks, timeout checks) seems subject to the needs of the
> specific server; and it's easier to figure out the ordering of those
> things when the lower-level parts are right in front of you instead of
> abstracted away in a library.
>
> Having Ruby as an abstraction around C syscalls is great since I don't
> have to worry about things like buffer overruns or error-checking every
> single syscall.  More abstraction than that ends up hiding too many
> important details, making programming and maintenance harder.



-- 
"Lute pela sua ideologia. Seja um com sua ideologia. Viva pela sua
ideologia. Morra por sua ideologia" P.R. Sarkar

EITA - Educação, Informação e Tecnologias para Autogestão
http://cirandas.net/brauliobo
http://eita.org.br

"Paramapurusha é meu pai e Parama Prakriti é minha mãe. O universo é
meu lar e todos nós somos cidadãos deste cosmo. Este universo é a
imaginação da Mente Macrocósmica, e todas as entidades estão sendo
criadas, preservadas e destruídas nas fases de extroversão e
introversão do fluxo imaginativo cósmico. No âmbito pessoal, quando
uma pessoa imagina algo em sua mente, naquele momento, essa pessoa é a
única proprietária daquilo que ela imagina, e ninguém mais. Quando um
ser humano criado mentalmente caminha por um milharal também
imaginado, a pessoa imaginada não é a propriedade desse milharal, pois
ele pertence ao indivíduo que o está imaginando. Este universo foi
criado na imaginação de Brahma, a Entidade Suprema, por isso a
propriedade deste universo é de Brahma, e não dos microcosmos que
também foram criados pela imaginação de Brahma. Nenhuma propriedade
deste mundo, mutável ou imutável, pertence a um indivíduo em
particular; tudo é o patrimônio comum de todos."
Restante do texto em
http://cirandas.net/brauliobo/blog/a-problematica-de-hoje-em-dia

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