Santa paranóia.
Oblações ao mestre!

(mudando chave para 8192 bits ou o mais próximo possível)
-- 
Marco de Freitas,
NBR para a Internet já! Porque meu navegador não é penico.

http://www.abrasol.org/modules.php?name=News&file=article&sid=199
http://www.w3.org/2003/03/Translations/byLanguage?language=pt-br
http://www.petitiononline.com/we6k7496/petition.html
http://www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/browsers.php

Alain escreveu:
> 
> 
> Marco escreveu:
> 
>>
>> Não suprima nenhum dos cuidados paranóicos de praxe só por causa de um
>> mero certificado.
> 
> 
> Muito bom conselho. Não aposente o velho bom senso também.
> 
>> Ainda creio que o uso de pares de chaves gnuPG seria a melhor opção.
> 
> 
> Minha paranóia (!) diz que só se puder garantir que o arquivo da chave
> não vai ser copiado. Aí complica...
> 
> Eu gostaria muito de ter um sistema que usasse pares de chaves mas
> também uma senha para liberar
> 
>> Quando acesso o sítio do Banco do Brasil a criptografia usada é de 128
>> bits. Meus pares de chaves gnuPG foram gerados com 1024 bits (o padrão).
>>  Não julguei necessário gerar as chaves com 2048 bits.
> 
> 
> Não podemos esquecer que gnuPG com 1024 é menos seguro que AES com 128!
> 
> no Livro "Applied Cryptography" Bruce Schneier recomendapara chave
> públicas para 2005: 1024 bits contra indivíduos e 2048 contra
> governos/corporaćões, para 2015: 2048 ou 4096 bits. Ele também tem uma
> tabela que mostra que 128 bits equivalem a 2304 bits se for uma chave
> pública. Ainda tem uma recomendação interessante: para um dos maiores
> segredos do mundo, a fórmula da Cocacola ele recomenda 112 bits (1792 se
> public key) !!!
> 
> Alain

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