E tenha sempre um CD-ROM com o OOo, com a instalação automática, de
preferência.
-- 
Marco de Freitas,
NBR para a Internet já! Porque meu navegador não é penico.

http://www.abrasol.org/modules.php?name=News&file=article&sid=199
http://www.w3.org/2003/03/Translations/byLanguage?language=pt-br
http://www.petitiononline.com/we6k7496/petition.html
http://www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/browsers.php

Carlos B. Schwab escreveu:
> Ah, está explicada verdadeira extensão de seu problema
> Igor, sem trocadilhos... JUIZ. Juízes são advogados e
> estes são, sinceramente, um dos piores públicos para
> trabalhar.
> 
> Sua situação é parecida com a minha, serviço público e
> advogados. O que falta para essa gente é respeito,
> respeito aos colegas de trabalho que não advogados
> como eles. Falta também respeito à ordem e hierarquia
> no serviço público.
> 
> Se utilizar OpenOffice foi ORDEM da administração,
> deve ser respeitada como tal. Ninguém pede que aceitem
> como cordeiros, todos tem direito de discordar, mas
> que respeitem a ordem e quem as faz cumprir.
> 
> Um cara do exército falou que é muito importante o
> "apoio do comando", ou seja, a chefia, quem decidiu
> pelo uso de OpenOffice tem o dever de dar total apoio
> a quem executa. E acima de tudo, quem recebeu a ordem
> tem o dever de obedecê-la. Lá, uma ordem é uma ordem.
> 
> Não sou fã de organizações militares, mas lá há algo
> que falta aos outros órgãos públicos: respeito à
> hierarquia e disciplina, coisas que há muito sumiram
> de outros lugares, principalmente quando envolvem os
> "doutores" juízes e advogados.
> 
> Resolvemos o problema em parte, com o seguinte
> argumento, mesmo sem poder contar muito com o "apoio
> do comando": 
> 
> "Não possuímos licença para instalar o MSOffice e
> instituição não possui verba para comprá-las. Instalar
> MSOffice seria considerado pirataria, portanto, ato
> ilícito." 
> 
> Por coerência, a maioria deles tinha de concordar e
> muitos respondiam: "então vou usar esta merda, mas não
> levo mais trabalho para casa"
> 
> Aos mais renitentes, que exigiam o MSOffice, ao menos
> eu, respondia: "Não vou instalar, pois como disse-lhe,
> não possuímos licença e seria pirataria. Não vou
> instalar porque NINGUÉM pode obrigar-me a cometer ato
> ilícito no exercício de minhas funções. Se o senhor
> tiver alguma dúvida, estarei à disposição para
> esclarecê-la."
> 
> Ficou um tanto fora do tópico, mas eu compreendo muito
> bem os problemas pelos quais o Igor passou e,
> lamentavelmente, ainda vai passar.
> 
> Ah, em tempo, decidimos utilizar o padrão do
> OpenOffice e posteriormente iremos fazer a conversão
> de toda a base de arquivos existente em formato .doc,
> o que não é pouca coisa, pois cada advogado possui de
> 300 a 600 Mb em arquivos em média. São quase uma
> centena de advogados.
> 
> 
> --- Igor da Silva Erler <[EMAIL PROTECTED]>
> escreveu:
> 
> 
>>Eu concordo que o melhor seria usar o padrão do
>>proprio OO. Mas trabalho num estabelecimento publico
> 
> 
>>e aqui existe o "eu mando, eu quero, eu sou mais 
>>importante que voce carinha do computador". Tipo,
> 
> nos
> 
>>tinhamos instalado o OO nas maquinas ano passado,
> 
> mas
> 
>>as pessoas reclamavam que "isso não abre la em
> 
> casa",
> 
>>e UM JUIZ mandou que nos do Departamento de 
>>informatica tiracemos todos os OO e instalasemos 
>>M.office(ps: que nos nao tinhamos) em todas as 
>>maquinas...
> 
> 
>>Solução: Compramos quase 100 Pacotes .M.Office.
>>derrepente a custo quase 2x mais caro pela urgencia 
>>Agora queremos testar para ver se assim é possivel
>>pelo menos usar um software livre por enquanto , 
>>chegaram 300 maquinas novas e eu tenho de por 
>>um ofice nelas, e nao tenho dinheiro para M.
>>Office...
> 
> 
> 
> Carlos B. Schwab
> 
>         Porto Alegre, RS
> 
> Email: [EMAIL PROTECTED]
> Linux user #178140, since oct 1996.
> "Que capacidade impiedosa essa minha de fingir ser normal o tempo todo!!" 
> - Raul Seixas
> "Quem come de tudo está sempre mastigando" 
> - XSandro


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