Olá pessoal essa é uma triste noticia, mas por outro lado o geveno federal
esta investido fortemente no software livre. tanto que eles estão forçado o
uso do linux nas instituições educacionais.
chegam até a afirmar que o dual boot não é bom pois o desconhecido sai
perdendo (no caso o linux).
se esta intenção do governo federal continuar eu acredito que num prazo de 5
anos os sistemas livres estarão muito mais forte no brasil.
este mesmo projeto está sendo seguido pelo governo frances.
----- Original Message -----
From: "Chico" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[email protected]>
Sent: Thursday, December 22, 2005 9:09 AM
Subject: Re: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem usar
o OpenOffice !!!
Eu gostaria que existisse um jeito de nos juntarmos em coro e dizer isso a
todos eles por email.
Se bem que falar não adianta nada... eles vão continuar longe da gente, no
ar-condicionado, sem patrão, com o salário e a pança gorda.
Na minha vida, a coisa que mais odeio é Bill Gates e Deputado brasileiro.
Abraços.
Chico.
----- Original Message -----
From: "Rodrigo C. Camargo" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[email protected]>
Sent: Thursday, December 22, 2005 7:27 AM
Subject: RES: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem
usar o OpenOffice !!!
È por essas e outras que nos vamos a vida todas sermos o pais do
futebol, nunca o pais da tecnologia, nossos queridos deputados preferem
pagara 7 milhoes de reais pra Microsoft a investir 500 mil reais em um
projeto para aprimoração do OpenOffice ou qualquer outro soft que seja
livre. Mas a culpa disso tudo e do povo que vota nessa gente.
-----Mensagem original-----
De: Chico [mailto:[EMAIL PROTECTED]
Enviada em: quinta-feira, 22 de dezembro de 2005 08:43
Para: [email protected]
Assunto: [usuarios OOo] Os pobrezinhos dos Deputados não conseguem usar
o OpenOffice !!!
Deputados reclamam e Câmara compra MS Office
Quarta-feira, 21 dezembro de 2005 - 12:47
IDG Now!
Depois de uma experiência de dois anos com o software livre Open
Office, a Câmara dos Deputados está adquirindo licenças da suíte de
aplicativos proprietários Microsoft Office para os computadores da casa.
Reclamações dos usuários sobre incompatibilidades entre a
plataforma
exclusiva de softwares livres com as atividades e necessidades da
instituição obrigam a aquisição do Microsoft Office, de acordo com a
Câmara.
O OpenOffice continuará a ser usado, mas os deputados, comissões,
lideranças partidárias e setores técnicos da Câmara terão a opção de
usar
também o produto da Microsoft.
Para realizar a compra, a Câmara obteve da fabricante o desconto
mais
alto que a empresa oferece em nível mundial, o que vai permitir a
aquisição
das licenças por cerca de metade do preço de mercado.
Os níveis de descontos variam da categoria A (mais baixo) até D
(mais
alto). A Câmara, assim como a maioria dos órgãos do serviço público
federal,
possui normalmente um nível de desconto C, mas na aquisição atual
conseguiu
um nível de desconto D.
Com isso, o preço de mercado das 7.587 licenças, estimado em 11
milhões de reais, deve baixar para aproximadamente 6 milhões de reais,
já
que as revendedoras Microsoft poderão competir entre si pela melhor
oferta.
O pregão para aquisição das licenças ocorreu entre 15h00 e 18h40
da
terça-feira (20/12), mas, como não foi concluído, será retomado às 14h00
da
quinta-feira (21/12).
Dores de cabeça
Segundo a Câmara, a adoção do OpenOffice trouxe uma economia
significativa de recursos, porém ocasionou problemas no envio e
recebimento
de documentos de outros órgãos, além de exigir um investimento maior em
treinamento.
Além disso, não é possível implantar o OpenOffice em todos os
equipamentos da Câmara, em razão de limitações do software, dependência
de
determinadas aplicações e uso avançado de recursos do pacote da
Microsoft.
É o caso, por exemplo, do deputado Júlio Lopes (PP-RJ). "Nós
trabalhamos com Word no escritório no Rio. Não há compatibilidade entre
os
programas. Prefiro a funcionalidade do Microsoft Office", resumiu.
Explicações semelhantes foram fornecidas pelas assessorias de
outros
deputados, como Ivan Ranzolin (PFL-SC), Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Ricarte
de
Freitas (PTB-MT), Jorge Alberto (PMDB-SE) e Coronel Alves (PL-AP).
Reclamações
A Câmara iniciou o uso do OpenOffice em 2003. Ao longo de 2005, a
direção da Câmara recebeu 79 pedidos de aquisição do Microsoft Office,
vindos de deputados, comissões, lideranças partidárias e órgãos da Casa
para
os quais o OpenOffice não era suficiente para atender as necessidades
administrativas.
As principais reclamações se referem a dificuldades de operação do
OpenOffice, perda de formatação ocorrida no recebimento de documentos
externos e no envio de documentos para fora do ambiente da Câmara dos
Deputados, assim como a incompatibilidade entre documentos do MS-Office
e
OpenOffice.
"Não estamos substituindo o OpenOffice pelo MS-Office, mas
oferecendo
ao usuário aqui da Câmara a possibilidade de optar entre as duas
plataformas", resumiu o diretor do Centro de Informética, Luiz Antonio
da
Eira.
Com informações da Agência Câmara.
Fonte:
http://idgnow.uol.com.br/AdPortalv5/ComputacaoCorporativaInterna_211205.
html
Abraços.
Chico.
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