Caro Ricardo,
Tenho até medo disso.... espero que você não tenha dissabores
no futuro, mas a probabilidade é grande.... Aí pode ser tarde.
Lembre que toda vez que se abre um arquivo do formato MSOffice
ocorre uma conversão para o formato OOo e quando salva novamente é
convertido... isso é um prato cheio para problemas... imagina isso
sendo feito 10, 15 edições sucessivas de um documento... se for texto
puro até vai, mas quando entrarem tabelas, figuras, gráficos, imagens,
quebras de página forçadas, cabeçalhos/rodapés diferentes entre
páginas, equações, etc, etc.... aí o bicho pega.
Aqui também temos esse problema de formatos, mas é porque as
chefias continuam com MS Office, e aí vai tudo por água abaixo... mas
os problemas ocorrem toda hora com essa historia de usar como padrão
do OOo um formato que não é nativo dele, e de padrão não tem nada.
Eu uso somente formatos do OOo, se alguém quer o arquivo e
não tem OOo, salvo uma cópia com o formato MS Office e mando...
Quanto a "confusão" das extensões, o pessoal aprende rápido.
E no meu ponto de vista, se não aprender de jeito nenhum então está
precisando trocar a peça que opera o computador... porque trabalho é
isso, mudança sempre, coisa nova sempre, e se o cara não conseguir se
adequar a isso, não serve pro trabalho....
Gilmar do Amaral
On 2/9/06, Ricardo Barroso <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> Carlos,
> Trabalho em um orgão público e também adotei o padrão M$ para
> os
> documentos tanto interno como externo, pois se você tentar usar o formato do
> OOo com usuários que vem usando
> Word já a algum tempo a confusão que isso vai causar é muito grande, eles
> simplesmente não aceitam, e não se esqueça que funcionário público tem
> estabilidade de emprego e consecontemente é impossível tirar certos vícios que
> eles tem.
>
> Citando "Carlos B. Schwab" <[EMAIL PROTECTED]>:
>
> > Os problemas de compatibilidade entre os arquivos do MSOffice e OpenOffice
> > podem ser minimizados se forem adotadas algumas regras. É interessante que
> > adote-se um formato padrão para os arquivos que circulam internamente e
> > para intercâmbio externo.
> >
> > O ideal é que internamente adotem-se os formatos padrão do programa
> > utilizado, no caso o OpenOffice, e para intercâmbio externo algum formato
> > que sabidamente poderá ser aberto sem maiores problemas por outros
> > programas.
> >
> > No órgão público em que trabalho os "cabeças" resolveram adotar os
> > formatos do MSOffice como padrão, mesmo com o uso do OpenOffice, tanto
> > internamente quanto para intercâmbio. Pessoalmente acho isso um erro, pois
> > estaremos trabalhando com o OpenOffice não em seu formato nativo e com
> > todos os riscos que isso pode acarretar.
> >
> > A escolha deve-se em parte do lento processo de migração adotado, onde
> > ficamos com uma salada de OOo 1.1.3 e 2.0 e Word97, 2000 e 2003. Só fico
> > imaginando o que vai dar com o "cria no OOo, edita no Word2000, lê no
> > Word97, reedita no OOo..."
> >
> >
> > Carlos B. Schwab
> >
> > Porto Alegre, RS
> >
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> > Linux user #178140, since oct 1996.
> > "Que capacidade impiedosa essa minha de fingir ser normal o tempo todo!!"
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> > - XSandro
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Gilmar Amaral
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