Nunca tive a intenção de recriminar colega algum, pois como disse, respeito a opinião de todos assim como espero o mesmo respeito pela minha. Por isso sempre que coloco uma opinião pessoal costumo deixar bem claro que aquela é a "minha opinião", até mesmo porque na maioria das vezes ter uma oponião que vai de contra a maioria gera certa polêmica. No caso em particular do colega Franz, depois de inúmeros colegas que lhe ofereceram ajuda, o mesmo simplesmente chega e diz como resposta: "Solicitei a compra de dois Office 2007 Pro para resolver o nosso problema". E isso na lista do BrOffice !! Você achou isso produtivo ?!? Aí vocês vão me desculpar, mas tenho que concordar com que o Renato falou. O colega se sentiu avontade pra expressar sua opinião e fazer propaganda do M$Office e eu respeitei a sua opinião, assim também como eu me senti avontade pra dizer à ele que achava que ele tinha feito uma péssima escolha e que com isso além de ter gasto um dinheiro que poderia ser empregado em coisas mais úteis, não tava contribuindo em nada com a sociedade, e assim espero que ele também tenha respeitado a minha opinião. Não recrimino quem usa o M$Office, eu mesmo sou obrigado a usá-lo em certos lugares as vezes por não ter outra opção, só achei muito "cômodo" o que o colega fez, mas como disse, é um direito dele e devemos respeitar.

Marcus Senna Borges de Barros wrote:
Já que a discussão está boa, vou dar minha contribuição:

Acho que cada um tem a sua opinião e deve ser preservada, mas também
acho que recriminar alguém porque adotou esta ou aquela solução beira o
ofensivo (veja bem , Marcelo, você tem todo o direito de ter a opinião
que quiser - óbvio - e externar se quiser, mas acho que a coisa poderia
ser colocada de uma forma mais construtiva). O recado que eu daria para
o Franz é o de não deixar que uma situação pontual (espero) como essa
inviabilize a adoção de um software como o BR-Office na empresa dele.
Como todo software, o BR-Office vai amadurecer e chegar a um nível de
qualidade bastante satisfatório até para os "heavy users" (quem precisa
de macros, gráficos em planilhas, etc, já deve ter penado com o
BR-Office).

Com relação ao software livre, acho que a adoção ou não depende de
vários fatores, e o MENOS IMPORTANTE deles é o lado técnico. Queiram ou
não, na grande maioria dos casos o software proprietário sempre estará
um passo à frente das soluções em SL, e não dá para esperar algo
diferente, pois as equipes de desenvolvimento de software proprietário
GANHAM para isso. Mesmo assim, acho que a diferença está diminuindo
muito. Na minha opinião, os fatores mais importantes são a questão do
custo, da dependência ou não de um único fornecedor e do suporte que se
obtém com a ferramenta.

Sobre o Office 2007, ainda não usei, mas tenho colegas que estão
testando. O que eles me falam é que, depois que você passa do período de
adaptação (já que o software muda o mapa mental do usuário, que estava
acostumado com um outro paradigma), ele é, sim, bastante produtivo.
Entretanto, para quem pretende implementar o BR-Office em uma empresa
que já tem a cultura de uso pesado do MS-Office (que é o nosso caso
aqui), esse é o mote ideal: o usuário vai perder muito menos tempo
"aprendendo" a usar o BR-Office do que se fosse migrar para o Office
2007.

Espero ter contribuído.

Um abraço,

Marcus.

Em Ter, 2007-05-08 às 12:39 -0300, Serena Pereira escreveu:

Oscar L. Bertoldo Scherer escreveu:

"Com relação a escolha entre software livre ou proprietário, depende de como
a situação se apresenta: se existem resursos financeiros suficientes, e o
software apresenta boa solução, então não há nenhum problema em adotar um
soft proprietário".

Esta é a tua opinião, não relacionada propriamente ao tópico, da qual eu, e muitos outros, discordamos absolutamente!

Sobre o Office, particularmente o 2007, pode servir para alguns, mas pessoalmente acho bem ruinzinho, pela confusão em seu layout, preço, modelo de desenvolvimento, etc...

Oscar L. Bertoldo Scherer escreveu:
Marcelo,

Não podemos esquecer que o OOo ainda precisa "amadurecer", em muitos
aspectos, para chegar ao nível do M$-Office. Frequentemente vemos, aqui no fórum mesmo, muitos casos em que as soluções oferecidas pelo M$ Office são
mais adequadas que as do OOo.
Com relação a escolha entre software livre ou proprietário, depende de como
a situação se apresenta: se existem resursos financeiros suficientes, e o
software apresenta boa solução, então não há nenhum problema em adotar um
soft proprietário.

Quanto as suas opniões, cuidado podem ser interpretadas como as de um
"troll".

Um abraço,

Oscar

Em 08/05/07, Marcelo <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
É sempre assim, a desculpa do bêbado é a cachaça !!! e pelo visto daqui
uns dias vai ser o limão também !!

[EMAIL PROTECTED] wrote:
Entrevista de Louis Suarez-Potts, 47 anos, gerente mundial do projeto
OpenOffice org à revista Info, da Editora Abril:

Info : O que é preciso melhorar?

Louis Suarez-Potts:  A performance. Sun, Intel e Novell têm trabalhado
duro nesse sentido. De outro lado, só quem trabalha com planilhas
complexas sente o problema. Para esses usuários, a solução é simples:
continuem utilizando o Excel.

Celso


Olivier Hallot escreveu:
Não sejamos tão radicais, afinal, foi uma solução objetiva que
resolveu o problema. Em que pese nossa preferencia pelo OpenOffice,
convenhamos que o MSOffice ainda é o lider que cria as tendencias e
os hábitos dos usuários, que passa a pedir as mesmas coisas.

De certo que o problema pareceu mais para um sistema corporativo
resolvido na base do PPC-PPL (planilha pra cá, planilha pra lá), dai
a necessidade de usar a planilha como repositorio de informação
acessivel por multiplos usuários (PPT = planilha pra todos).

Se não temos esta "feature", paciencia... não é a única que nos
difere do MSOffice, pra melhor ou pra pior.
Olivier

Marcelo escreveu:
Poisé Franz, você foi pelo caminho mais fácil, não contribuístes
nada para o crescimento da sociedade, fez uma péssima aquisição e
gastou uma grana que poderia ser empregada em coisas bem mais
úteis !
FRANZ wrote:
Olá Rodrigo,

Eu solicitei a compra de dois Office 2007 Pro para resolver o nosso
problema.

Franz

Rodrigo Camargo wrote:
Entendo o seu problema, infelizmente esse dependência do mercado
acaba
com o que de fato e seguro e muitas vezes pouco prático. O que
você
acharia de tentar mudar para o Base assim você poderia com um
pequeno
aplicativo controlar os teus dados. Será que resolveria teu
problema?
SDS

****************************
           Rodrigo C. Camargo
     Suporte Técnico - Depto T.I
           Unimed Litoral -SC
             (47) 3341-4414
****************************


-----Mensagem original-----
De: FRANZ [mailto:[EMAIL PROTECTED] Enviada em:
segunda-feira, 7 de maio de 2007 11:48
Para: [email protected]
Assunto: Re: [usuarios OOo] trabalho compartilhado

Desculpem-me. Talvez eu tenha expressado mal e você não entendeu.
Nós temos o controle contábil financeiro e orçamentário e mais de
recursos humanos, patrimonial e etc. num programa proprietário. O
que fazemos é justamente verificar se esse sistema e juntamente
com os dados nele inseridos estão corretos. No setor público, pela
Lei de Responsabilidade

Fiscal, é determinado que seja feito esse controle paralelo das
informações. Portanto - acho que escrevi anteriormente - eu não
posso usar o mesmo sistema para verificar se os dados estão
corretos apenas apertando alguns botões. O controle deve ser feito
paralelamente. A planilha é uma das ferramentas que lançamos mão
pelo fato dela ser muito

versátil para ser usada na auditoria. Hoje mesmo estamos recebendo
uma auditoria externa de Brasília para auditar as contas dos
recursos que recebemos do Banco Mundial e todos estão usando
planilha em seus notebooks. No ramo de auditoria planilha
eletrônica é a ferramenta básica para o trabalho do dia-a-dia.

Renato S. Yamane wrote:

FRANZ escreveu:

A utilidade prática onde trabalho é enorme porque temos um
orçamento anual de meio bilhão de reais e aqui na controladoria
nós acompanhamos a entrada dessas receitas...

E vocês fazem o controle disso por planilha?? :-)
O software ERP de vocês não faz esse trabalho?
<http://en.wikipedia.org/wiki/Enterprise_resource_planning>

Att,
Renato


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