Amigos,

O fato verificado abaixo ilustra ainda uma vez mais como é muito fácil um pequeno funcionário qualquer de uma empresa terceirizada quelquer mudar os rumos do país por uma ninharia de dinheiro. Creio que poderia ser explorado na nossa campanha por urnas eletrônicas mais seguras do que as atuais. Vejam que não é necessário nem mesmo uma alta autoridade, como no caso do Palloci quebrando o sigilo bancário daquele rapaz, para se violar a lei rapidamente se dirigindo diretamente ao funcionário capaz de executar a operação. Durante os preparativos para as eleições as urnas são manipuladas por um número enorme de pessoal contratado para a ocasião por empresas terceirizadas pelo TSE, o furo de segurança me parece evidente.

 Abraços, Paulo.

CORREIO BRAZILIENSE (18/5/2006)

- R$ 200 - O suborno que desencadeou o terror em São Paulo

- Arthur Vinícius da Silva, funcionário terceirizado da C^Mara, confessou o crime. Ele disse que, por R$ 200, entregou aos advogados Maria Cristina de Souza Rachado e Sérgio Wesley da Cunha dois CDs de áudio. Neles estava gravado o depoimento secreto que dois delegados prestaram na CPI do Tráfico de Armas. E no qual contaram sobre a transferência de presos que seria feita em São Paulo. Por meio dos advogados, os CDs teriam chegado ao traficante Marcola, um dos chefões do PCC, dois dias antes de iniciada a barbárie que resultou em pelo menos 138 mortes.
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