Leamartine, a urnas foram fabricadas no Brasil e utilizam LCD.

Leamartine Pinheiro de Souza - Rio Net wrote:

Estimado Colega Divino Leitão,

Na verdade, a Urna Eletrônica adotada pelo TSE possui todo aquele tamanho
por causa do tubo de imagem que poderia ser substituído por um de cristal ou
plasma.

Com esta providência, a Urna Eletrônica poderia ser feita até no formato de
um iPod.

Cumpre-me lembrá-lo que, nesta opção, tanto a impressão paralela do voto
como a impressão das "zerésimas" e dos votos impressos em paralelo, seria
feito por um outro bloco conectado ao primeiro por um simples cabo paralelo
ou USB.

A triste verdade é que a Urna Eletrônica do TSE não passa de um trambolho
que, ainda por cima, não efetua a impressão paralela do voto, além de ser
IMPORTADA.

Se fizéssemos uma Urna Eletrônica, NO FORMATO de um Notebook, teríamos um
produto efetivamente NACIONAL com um mercado externo exponencial.

POR UMA URNA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me

Atenciosamente,

Leamartine Pinheiro de Souza
21 2558-9814 - [EMAIL PROTECTED]
Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310
Flamengo, Rio de Janeiro, RJ
22231-140


-----Mensagem original-----
De: [EMAIL PROTECTED] [mailto:[EMAIL PROTECTED]] Em
nome de DivListas
Enviada em: sexta-feira, 4 de agosto de 2006 13:22
Para: Leamartine Pinheiro de Souza - Rio Net
Assunto: Re: RES: [Voto Seguro] Pergunta

Respondendo a Leamartine:

> A propósito, o que achastes da Urna Eletrônica em forma de Notebook
> ?!!

  A  pergunta  é  para  o Amilcar, mas me fez lembrar que não comentei
  esta proposta...

  Notebooks  são  equipamentos caros e frágeis, não foram criados para
  uso  comunitário  e  portanto  não seriam - em princípio - adequados
  para esta atividade.

  No  entanto  o  Brasil está participando do lançamento mundial de um
  notebook  voltado  para  a  inclusão  digital e que custaria o preço
  simbólico  de  100  dólares,  segundo as notícias seremos o primeiro
  país  a  implantar  na rede escolar, este dispositivo criado por uma
  parceria  que  envolve  o  MIT  e  Microsoft,  entre diversas outras
  instituições.

  Seria  o  caso  de aproveitar para estudar este dispositivo e ver se
  poderia ser adaptado para o uso como urnas.

  De   minha   parte   acredito  que  não  é adequado. A urna, por sua
  importância,  precisa  ter  todo  seu hardware criado exclusivamente
  para  a  finalidade  principal, qualquer dispositivo adicional não é
  bem-vindo, principalmente devido a questão da segurança.

  Acredito  que  o  formato da CAIXA da urna deveria ser encomendado a
  designers  experientes,  através  de  concorrência pública e a estes
  seria  dada  a exclusiva preocupação com a praticidade e facilidade de
  operar,  levando  em  conta  as  características ergonômicas do povo
  brasileiro  e  atendendo  levando  em conta as deficiências físicas,
  podendo   até  criar CAIXAS especiais para quem tenha dificuldade de
  leitura,  com  uso  de  som. Afinal faz tempo que o TSE regulamentou
  leis  para  atender  pessoas com necessidades especiais e como estas
  pessoas são devidamente cadastradas é muito mais prático criar urnas
  diferentes  para  elas  do  que  adaptar  TODAS  as urnas para isso,
  gastando mais do nosso suado dinheiro.

  Resolvida  a  questão  da  CAIXA,  cabe  aos técnicos desenvolver um
  hardware  exclusivo  para  a  urna,  utilizando  apenas produtos que
  possam   ser  encontrados  facilmente  no  mercado  ou  que  possam
  simplesmente  ser  fabricados  aqui mesmo, são poucos os componentes
  que  não  podem  ser  encomendados  a nossa industria, evidentemente
  permitindo  também  a concorrência internacional, o objetivo é criar
  um  hardware  compacto,  seguro e eficiente, APENAS COM O NECESSÁRIO
  PARA A ATIVIDADE QUE SE PROPÕE.

  A  terceira etapa seria o desenvolvimento de um software para usar o
  dispositivo. Separando-os em categorias que seriam de acordo com uma
  lógica  de  segurança  em  código  aberto  ou  secreto, sendo que os
  desenvolvedores  simplesmente  não poderiam ser os mesmos para fazer
  todo o conjunto.

  NO  caso  do tal chip que sugeri, pode-se ter uma empresa (que ganhe
  uma concorrência pública) responsável apenas por ele.

  Outra  empresa  cuida  do  OS  de  acesso, outra cuida do sistema de
  votação e assim por diante.

  Já   que   o  TSE  informa  que  vai  implementar  dispositivos  de
  identificação pessoal do eleitor então presume-se que terá mesmo que
  modificar  todo o hardware e é exatamente este o momento de oferecer
  a  eles  um  formato  mais racional, que a principio jogue fora essa
  urna  que  conhecemos,  que  é  defasada  e  custa  muito  mais caro
  implementar  nela  modificações do que partir para um novo modelo...
  alias  esta  que  aí  está  já  é  um novo modelo, mas tem vícios do
  antigo e foram acrescentados novos vícios, como a absurda utilização
  de um sistema operacional evidentemente inadequado.

  Como  sugerir  isso  ao TSE e depois cobrar uma resposta eu não sei,
  claro  que  também  só  fiz  uma  análise superficial do que seria o
  conjunto,   evidentemente   há  pessoas  qualificadas  em  diversas
  instituiçÕes   no   Brasil   para   fazer   isso   com   o   devido
  profissionalismo,  mas  é  preciso  que  exista a intenção do TSE de
  exercer  sua  função  precipua  de  definir  e fiscalizar e deixar o
  trabalho  industrial  nas  mãos  de  técnicos  que  não  tem que ser
  escondidos  a 4 chaves ou "escolhidos" por representantes do governo
  que  já  demonstraram  não  ter  a  capacidade  de fazer as escolhas
  corretas.

  A  urna  é  um  produto industrial como qualquer outro, se as Forças
  Armadas  dos EUA podem contratar empresas para fazer seus armamentos
  é  evidente que o TSE brasileiro pode fazer o mesmo para uma simples
  urna eletronica, que até um estudante poderia criar no seu quartinho
  com mais eficiência do que esta que nos é imposta.

  O processo todo da eleição é que é inovador e não o meio pelo qual é
  praticado,  a URNA não é o ponto chave, mas sim os procedimentos, no
  entando  o  TSE  tem apostado na URNA como o representante máximo de
  nossa  capacidade  de  escolher  os  representantes  para manter uma
  democracia sobre a qual precisamos aprender muito.

  Na  verdade  o  processo  eleitoral INTEIRO precisa ser revisto, mas
  começar pela URNA já seria de bom tamanho.
 
    Grande abraço,

        Divino  Leitão
        Conheça www.minimidia.com.br mais informação em menos espaço.
  
    Pra rir e pensar (não necessariamente nesta ordem)
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