O erro já começa pela manchete: a Procomp não é 
empresa brasileira. Já foi. Hoje é uma subsidiária da Diebold (dos EUA).


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Empresa brasileira exporta know-how em eleições eletrônicas

(http://idgnow.uol.com.br/mercado/2006/07/26/idgnoticia.2006-07-24.4877407643)
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 26 de julho de 2006 às 07h00

São Paulo - Depois de fornecer mais de 380 mil urnas eletrônicas ao TSE, Diebolb Procomp desenvolve modelo para exportação.

Principal fornecedora das urnas eletrônicas brasileiras, a Diebolb Procomp encontrou uma solução para fugir da sazonalidade das compras governamentais - que ocorrem no máximo de dois em dois anos, nos períodos eleitorais - e lançou no mercado o que define como uma “urna eletrônica do tipo exportação”

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