Estimado Colega Paulo Gustavo Sampaio Andrade,

Esta afirmação de que a Procomp fora nacional até o ano de 1999, quando a
Diebold comprara 100% de suas ações, não garante que a Procomp não fora
apenas uma TESTA DE FERRO da própria Diebold até a data de sua completa
"aquisição".

Fui encarregado de Importação e Exportação de uma multinacional
norte-americana e sei bem o que elas são capazes de fazer no Brasil.

POR UMA URNA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me

Atenciosamente,

Leamartine Pinheiro de Souza
21 2558-9814 - [EMAIL PROTECTED]
Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310
Flamengo, Rio de Janeiro, RJ
22231-140
 

-----Mensagem original-----
De: [EMAIL PROTECTED] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em
nome de Paulo Gustavo Sampaio Andrade
Enviada em: terça-feira, 26 de setembro de 2006 09:40
Para: [EMAIL PROTECTED]
Cc: [email protected]
Assunto: [Voto Seguro] Empresa brasileira exporta know-how em

O erro já começa pela manchete: a Procomp não é
empresa brasileira. Já foi. Hoje é uma subsidiária da Diebold (dos EUA).


Mercado > Estratégias


Empresa brasileira exporta know-how em eleições eletrônicas

(http://idgnow.uol.com.br/mercado/2006/07/26/idgnoticia.2006-07-24.487740764
3)
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 26 de julho de 2006 às 07h00

São Paulo - Depois de fornecer mais de 380 mil
urnas eletrônicas ao TSE, Diebolb Procomp desenvolve modelo para exportação.

Principal fornecedora das urnas eletrônicas
brasileiras, a Diebolb Procomp encontrou uma
solução para fugir da sazonalidade das compras
governamentais - que ocorrem no máximo de dois em
dois anos, nos períodos eleitorais - e lançou no
mercado o que define como uma “urna eletrônica do tipo exportação”.

Embalada pela reputação de inovação e eficiência
das eleições eletrônicas brasileiras, a
fornecedora desenvolveu um projeto próprio de
urna eletrônica - já que os equipamentos
produzidos para o TSE (Tribunal Superior
Eleitoral) são protegidos por patente - e já está
em fase avançada de negociações com três países
da América Latina e um da África, além de ter
iniciado conversas com outro país da Europa para
fornecer o equipamento, que terá um custo médio de mil dólares.

Sua empresa-mãe, a norte-americana Diebold (que
adquiriu 100% das ações da Procomp em 1999), é
focada em soluções para auto-atendimento e em
eleições eletrônicas, porém a Procomp desenvolveu
o modelo que vai levar ao mercado internacional no Brasil.

“A urna vendida nos Estados Unidos é mais cara,
porque atende a necessidades locais. A tela, por
exemplo, é maior, porque os eleitores têm que
responder a uma série de perguntas no momento da
votação. Criamos um modelo mais adequado aos
mercados que queremos atingir”, justifica João
Abud Júnior, presidente da Diebold Procomp.

A urna para exportação também trará diferenças em
relação ao modelo fornecido ao TSE, que tem um
custo médio de 800 dólares. Uma das principais
diferenças é a tela, que, no modelo voltado ao
mercado externo, é colorida e maior.

Tabela Urna


O projeto da companhia é exportar em média 20 mil
urnas ao ano, a partir de 2007, o que deve gerar
uma receita anual de 20 milhões de dólares. O
modelo de atuação está baseado em parcerias com
integradores nos países onde os equipamentos
serão fornecidos, que serão responsáveis pelos
sistemas de retaguarda. “A urna é nada mais que
uma ponta inteligente do processo, que vai desde
a coleta dos dados até a apuração”, argumenta o executivo.

Apesar de ter fornecido ao governo mais de 380
mil das 432 mil urnas que serão utilizadas nas
eleições de 2006 (a empresa dividiu o
fornecimento dos equipamentos com a Unisys, que
venceu as licitações em 1996 e 2000), a Procomp
tem como principal foco de atuação a produção de
sistemas de automação bancária (ATMs), que
respondem por cerca de 85% da sua receita -
estimada em 1 bilhão de reais, em 2005.

“Em anos de fortes compras do governo, como 2000,
quando foram adquiridas 180 mil urnas, este
negócio chegou representar 20% da nossa receita.
Neste ano, por exemplo, o governo adquiriu apenas
25 mil urnas, mantendo apenas um crescimento
vegetativo, portanto as urnas representarão
apenas 5% do faturamento”, explica Abud.

O edital mais magro deste ano, contudo, deve ser
compensado por uma licitação mais ampla nas
próximas eleições, daqui a dois anos, na opinião
do executivo. “As primeiras urnas, de 1996 e
1998, já estarão completando mais de dez anos,
portanto é provável que haja um processo de troca”, justifica.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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