Encaminhando mensagem sobre artigo na Zero Hora de Porto Alegre. Está em: http://www.clicrbs.com.br/jornais/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&edition=6466&template=&start=1§ion=Artigos&source=Busca%2Ca1301830.xml&channel=9&id=&titanterior=&content=&menu=23&themeid=§ionid=&suppid=&fromdate=&todate=&modovisual=
ou no link da mensagem do desemb. Ilton (abaixo). Para defender o emprego, pode até mudar de assunto. O brilhante articulista Freitas, provando que o papel tudo aceita, falou um montão de coisas que ele gostaria que acontecessem (as abobrinhas de sempre), mas se esqueceu da zerézima... É porque ela realmente nada significa em termos de segurança, mas apenas um espetáculo para enganar trouxas. Ele devia ler o livro do Amilcar/Cida e/ou estudar um pouco mais sobre Informática. Pobre Brasil! Walter Del Picchia - S.Paulo/SP -------------------------------- Mensagem Original --------------------------------- Assunto: CONTRA-ATAQUE De: Ilton Dellandréa <[EMAIL PROTECTED]> Data: Qui, Setembro 28, 2006 9:31 am Para: "Walter Del Picchia" <[EMAIL PROTECTED]> ------------------------------------------------------------------------------------ Olha aqui o contra-ataque, embora não específico. Um abraço, Ilton ========================================== O Artigo: Porto Alegre, 28 de setembro de 2006. Edição nº 15010 Artigo Zerésimas de conhecimento JORGE LHEUREUX DE FREITAS/ Secretário de Tecnologia da Informação do TRE/RS - Integrante da Comissão de Implantação do Voto E O papel tudo aceita, podendo-se usar até as citações mais estapafúrdias para fundamentar absurdos. O período eleitoral é típico: começam as críticas contra a urna, afirmando a sua vulnerabilidade, as "forças ocultas" que desviam votos, a invasão de hackers pela tomada elétrica e a conexão do voto com o eleitor. Na ânsia de criticá-la, são lançados argumentos pueris, tais como o fato de o sistema financeiro não adotar a tecnologia da Justiça Eleitoral, como se fosse possível fazê-lo, ignorando o detalhe de que a urna não possui conexão a rede alguma (Internet ou Intranet). Urna em banco, só para eleger dirigente sindical... A Justiça Eleitoral criou a "zerésima", documento que demonstra que existe "zero" voto, ou seja, nenhum registro na urna, como uma das "n" formas de afiançar o sistema. Afirmar que a "zerésima" é a única garantia é, no mínimo, demonstrar conhecimento zero na matéria. Questão crucial: meu voto vai para o candidato em quem votei? Como eu posso ter certeza? Próximo das eleições, os partidos verificam os códigos-fonte dos programas das urnas, tendo acesso à sua forma de funcionar, gravar o voto, somar a votação etc. Ao final, os programas são lacrados e assinados digitalmente pelos representantes do TSE, partidos políticos, Ministério Público e OAB. Deste modo, em momentos estipulados em lei, essas autoridades podem constatar se o programa da urna eletrônica é aquele por eles verificado, sem adulteração. Há outro evento que atesta a confiabilidade da urna: a votação paralela. Na véspera da eleição, em sorteio público realizado nos TREs, são escolhidas para auditoria urnas que seriam destinadas às seções eleitorais. É feita uma votação simulada nessas urnas, filmada e auditada por fiscais partidários. Ao final, comprova-se que a urna contabiliza corretamente. Outro mecanismo de segurança é a tabela de correspondência entregue aos partidos. Ela contém dados que vinculam a urna à sua seção e ao momento de sua preparação, principal oportunidade de conferência das assinaturas digitais. No caso de clonagem da urna, o código não "bate" e o resultado é rejeitado. Em 10 anos de urna eletrônica, jamais surgiu um caso de fraude. Se fosse possível burlar, já não teria ocorrido? Ou alguém dos milhares de servidores já não teria alardeado tal fato? Será que nossa auto-estima é tão baixa, que nos impede de reconhecer quando fazemos algo efetivamente bom? ==============================================
Olha aqui o contra-ataque, embora não
específico.
Um abraço,
Ilton
