Estimado Colega Fernando Perlingeiro Lavaquial,

 

Sou ardoroso defensor de sua proposta de uma Cédula Eleitoral pré-impressa
com rubrica do Presidente e do Secretário da Mesa Coletora.

 

Contudo, discordo da forma de apuração que acredito deva ser feita no exato
momento da votação, em que: 

1.      A Cédula tenha a parte das assinaturas colocada no verso;

2.      ao mostrar as assinaturas ao Presidente da Mesa, o próprio Eleitor
coloque a Cédula na máquina leitora que:

 

a.      aceitará a Cédula se corretamente preenchida, como nas atuais
máquinas leitoras das Loterias Esportivas;

b.      recusará a Cédula, para que o Eleitor possa fazer as devidas
correções; ou,

c.      havendo erro insanável, o Eleitor possa rasgá-la para receber outra
Cédula para o devido preenchimento.

 

De qualquer forma, os candidatos seriam listados na tela para que o eleitor
confirme a integridade de suas escolhas e a Cédula seja lançada diretamente
pela máquina leitora na Urna Coletora, sem mais contato do Eleitor com a
referida Cédula.

 

Para controlar o tempo de observação do Presidente da Mesa sobre as
Rubricas, a Máquina Leitora teria um único botão acionado pelo Presidente da
Mesa para que o trator do papel somente fosse acionado após a verificação
das Rubricas.

 

Caso contrário, teremos o retorno do voto carreirinha ou a troca das Cédulas
Eleitorais entre o dia da coleta dos votos e o dia subseqüente da apuração.

 

Portanto, a sua proposta, para mim, é perfeita no que diz respeito à Cédula
Eleitoral, desde que as assinaturas sejam colocadas no verso da Cédula e a
Apuração seja instantânea, no ato da colocação na Máquina Leitora que
automaticamente se transformará em Urna Coletora.

 

Seria observado, ainda, que o número 00 seria tido como voto em branco e o
número 99 seria tido como voto nulo. 

 

POR UMA URNA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me

 

Atenciosamente,

 

Leamartine Pinheiro de Souza

21 2558-9814 – [EMAIL PROTECTED] 

Rua Conde de Baependi 78, Ap 1310

Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

22231-140

 

  _____  

De: [EMAIL PROTECTED]
[mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de Fernando
Enviada em: domingo, 28 de janeiro de 2007 15:51
Para: [email protected]
Assunto: [VotoEletronico] Re: [VotoEletronico] Res: [VotoEletronico] RES:
[VotoEletronico] Res: [VotoEletronico] RES: [VotoEletronico] Res:
[VotoEletronico] Urna-E na Câmara Federal

 

 

 

                                                           Pádua, 28/01/07

 

     Sr Regivaldo Costa

 

    Inicialmente, é importante relembrar que nas antigas eleições, a fila
dos eleitores, chegava diante da mesa receptora de votos, e DECLARAVA o seu
voto, diante do Presidente da mesa recptora de votos, tendo de um lado um
Coronel de um partido e do outro lado, outro Coronel do outro partido. O
voto era declarado, pois não era possível ter a dúvida do destino do voto do
eleitor. Me foi dito pessoalmente pelo Historiador Heitor de Bastamente
(paduano), autor do Livro Sertões dos Puris e ExPolítico e Presidente de
Mesa Receptora na Camara Municipal de Santo Antônio de Pádua, RJ.

 

    Depois veio o voto secreto, onde o eleitor juntava um pacotinho de
cédulas individuais, uma para cada candidato, e as colocava dentro de um
envelope e colocava o envelope dentro na urna, AINDA DIANTE do presidente da
mesa. Na apuração, se o envepope tivesse um conteudo maior (menor podia) que
o permitido, o voto era anulado. Não era permitido das dois ou mais votos a
um mesmo candidato. E neste sistema, elegia-se um Presidente ou Governador
de um partido e o o Vice era de outro partido.

 

    Depois veio o voto da cédula única, que era rubricada (autenticada) por
membros da mesa recptora, e onde o eleitor tinha de escrever o nome de cada
candidato sobre a cédula. O que era dificil para o analfabeto.
Posteriormente, foi modificada a cédula, permitindo-se colocar o número do
candidato, para facilitar o voto do analfabeto. Mas a escolha ainda era
livre ao eleitor, que podia eleger um Presdiente ou Governador de um partido
e o Vice do outro, um Dep Fed de um partido e um Dep Est de outro partido.
Mas AINDA ASSIM, DIANTE do presidente da mesa recptora de votos, o eleitor
colocava a cédula única na urna.

 

    Observe, que há séculos seculorum, em todos os casos, a Lei sempre
determinou que a vontade do eleitor tinha de ser expressa de próprio punho,
e um partido poderia fundamentar um pedido de recontagem dos votos em uma ou
mais urnas, caso necessário. E foi em São Sebastião do Alto, RJ, numa
acirrada eleição de Prefeito, onde o vencedor ganhou a eleição por diferença
de um único voto. E o cunhado daquele que perdeu, não foi votar, e o
candidato que perdeu, era o mais velho...

 

    Basicamente, dever-se-ia respeitar o principio da vontade do eleitor,
onde o mesmo deveria colocar o nome ou o número dos seus candidatos sobre a
cédula de papel, que vem rubricada (autenticada) pelos membros da mesa
receptora. Na mesa receptora, o fiscal tem voz pouco ativa. Na apuração, sob
a vigilancia dos poucos fiscais e a Justiça Eleitoral, Pádua com seus 25 mil
eleitores, tem poucos fiscais (e não precisa mais) na apuração. Tal apuração
destes 25 mil votos, se feita a contagem a mão com seis mesas apuradoras,
leva três dias. E com uma máquina da loteria esportiva levar-se-ia menos de
um dia, o que já é extremamente acelerado, não sendo necessário mais nada.

 

    E qual a "sangria desatada" para se reduzir o tempo de uma apuração?

    O preço e o volume de dinheiro envolvido na COMPRA e RECOMPRA desta
famigeradas urnas eletrônicas?

    Não há justifica que sustente a modernização do processo, que piorou em
termos de DESTINO DO VOTO DO ELEITOR.

    Recontagem de votos? Nem pensar! E oestino do voto do eleitor?

    Não devemos complicar ainda mais esta guerra, com maquininhas de
imprimir votos dentro da urna eletronica, assim ou assado...

    Daí, eu ter feito, há anos, a proposta que segue em anexo, que obedece
as leis e os bons costumes.

 

 

    Com todo respeito

    Saudações

 

    Fernando Perlingeiro Lavaquial

     <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
[EMAIL PROTECTED]

 

 

 

 

 

----- Original Message ----- 

From: Regivaldo <mailto:[EMAIL PROTECTED]>  Gomes Costa 

To: [email protected] 

Sent: Sunday, January 28, 2007 9:39 AM

Subject: [VotoEletronico] Res: [VotoEletronico] RES: [VotoEletronico] Res:
[VotoEletronico] RES: [VotoEletronico] Res: [VotoEletronico] Urna-E na
Câmara Federal

 

Leamartine,

 

Compreendo sua posição e não descordo da mesma. Mas não se pode abandonar as
pesquisas simplesmente pelo motivo de já existir uma solução ideal ou
próximo do ideal. A busca por melhorias deve ser constante, como também a
pesquisa sobre o métodos já existentes e consagrados... Como vc sabe,
segurança é um processo que continuamente dever estar em estudo e
supervisão... pois hj, o que parece ser seguro, amanhã já não o é mais.
Pensar em segurança é ter a premissa de que alguém sempre vai achar um meio
de burlar e a proatividade, seja em ações ou pesquisa é sempre um bom
caminho.

 

[]s,
 

Regivaldo Costa
Salve vidas, visite -> http://www.doesanguecuritiba.org 

 

----- Mensagem original ----
De: Leamartine Pinheiro de Souza - Rio Net <[EMAIL PROTECTED]>
Para: [email protected]
Enviadas: Domingo, 28 de Janeiro de 2007 1:43:13
Assunto: [VotoEletronico] RES: [VotoEletronico] Res: [VotoEletronico] RES:
[VotoEletronico] Res: [VotoEletronico] Urna-E na Câmara Federal

Prezado Colega Regivaldo Gomes Costa,

 

Existem brasileiros, nos próprios centros urbanos, que jamais colocaram os
dedos em um teclado de computador, imagine no interior deste País
continental.

 

Por conseguinte, estes brasileiros é que serão coagidos a entregarem a
contraprova para os “coronéis” e, como não entendem nada de informática,
acreditarão piamente que os ditos “coronéis” saberão em quem ele votou, e
este é um dos problemas que nos aflige, não permitir que os “sabichões”
continuem imperando no interior.

 

Aliás, qual o percentual de brasileiros que conhece profundamente esta
tecnologia de hash para ter certeza que seu voto não será decifrado ?!!

 

De antemão lhe asseguro que, embora participando deste Fórum, inclusive como
moderador, não conheço esta tecnologia para dar esta garantia e, por
conseguinte, rejeito-a plenamente, afinal, não posso ficar nas mãos de meia
dúzia de técnicos que propalem esta garantia quando métodos bem mais simples
e confiáveis podem ser utilizados.

 

Quero e preciso de uma conferência que qualquer mortal possa fazer e não
apenas aqueles que se dediquem à Tecnologia da Informação, apenas para
satisfazer seus egocentrismos, deixando de lado a grande massa do povo
brasileiro.

 

POR UMA URNA ELETRÔNICA REALMENTE SEGURA, subscrevo-me

 

Atenciosamente,

 

Leamartine Pinheiro de Souza

21 2558-9814 – [EMAIL PROTECTED] 

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