A todos
Sobre a not�cia abaixo gostaria de comentar:
1. Gostaria de saber quem � o autor dessa idiotice sobre encontrar pap�is e outros objetos dentro da urna caso se imprima o voto. Suponho que algu�m leigo no assunto, talvez algum reporter, ou algum difamador pago pelo TSE tenha pensado tal asneira. � espantoso como a falta de conhecimento leva a suposi��es sem cabimento; quem leu a lei do voto impresso e/ou acompanhou as discuss�es sabe que a urna � fechada e o voto impresso n�o tem contato com o eleitor, sendo visto atrav�s de um visor. Ap�s o 'Confirma' o voto� � cortado automaticamente e cai em urna interna � urna-e. (Previno ao autor da afirma��o: ele est� em p�ssima companhia, pois o Senador Azeredo, autor da lei do voto virtual, tamb�m ignora(va) tal fato, pois ele nunca leu/entendeu a lei que estava condenando). Portanto n�o h� a m�nima possibilidade de colocarem pap�is estranhos na hora da vota��o, assim como de venda de votos, pois o eleitor n�o t�m contato f�sico com o voto impresso.
2. A constata��o que 'usamos equipamentos dos quais n�o sabemos nada, como carros, avi�es e elevadores' n�o implica em aceitar elei��es fraud�veis, independentemente de eu compreender ou n�o os equipamentos citados ou a urna-e. Minha an�lise custo-benef�cio pode me induzir a aceitar os riscos de andar de avi�o e outra an�lise custo-benef�cio fazer-me rejeitar urnas com possidilidade de desvios de votos e de viola��o do voto secreto. Um pouquinho de l�gica e de bom senso n�o fazem mal a ningu�m.
Walter Del Picchia - S.Paulo/SP
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Not�cia colocada por Paulo Gustavo na lista do voto-e:
>http://www.unb.br/acs/especiais/56sbpc-13.htm
Urnas eletr�nicas s�o controversas
Pesquisadores n�o querem
volta � c�dula de papel,
mas defendem que o sistema atual fique mais
transparente
<mailto:[EMAIL PROTECTED]>ANDR�
AUGUSTO CASTRO e
<mailto:[EMAIL PROTECTED]>LUCIANA
SEABRA
Enviados especiais da UnB Ag�ncia
CUIAB� (MT) �
Desde 1996, quando os eleitores brasileiros votaram pela
primeira
vez em urnas eletr�nicas, levantou-se muita pol�mica sobre a
seguran�a e a transpar�ncia do processo. �Acreditamos que o m�todo seja
seguro, mas n�o podemos garantir isso�, conclui o pesquisador do
Laborat�rio de Computa��o Cient�fica da Universidade Federal de Minas
Gerais (UFMG) Jeroen Van de Graaf, em seu relat�rio resultante da
observa��o das elei��es de 2002, como representante da Sociedade
Brasileira
de Computa��o (SBC). As conclus�es do documento foram
apresentadas na
palestra Elei��es Eletr�nicas e Democracia,
realizada na tarde de 19 de
julho na 56� Reuni�o Anual da Sociedade
Brasileira para o Progresso da
Ci�ncia (SBPC), que acontece at� 23
de julho na Universidade Federal do
Mato Grosso (UFMT), em
Cuiab�.
O �nico consenso quanto ao m�todo eleitoral � o desejo
de n�o voltar �
c�dula de papel, a come�ar pelo transtorno de abrir
a urna e encontrar
papel de bala, palito de picol� ou propaganda de
algum candidato
(conhecidos como santinhos). Mas s�o v�rias as
cr�ticas � urna eletr�nica,
como a falta de um recibo ao eleitor.
�Sem comprova��o f�sica, a
transpar�ncia e a possibilidade de
verifica��o deixam a desejar�, afirma
Graaf. Ele questionou tamb�m
como o eleitor pode saber se o software da
urna que vai usar � o
original.
Isabela Lyrio/UnB Ag�ncia
4d495d.jpg
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Ele at� tamb�m considera falsos alguns argumentos contr�rios ao sistema,
muito divulgados na internet, como de que a urna � uma caixa preta, dentro
da qual ningu�m sabe o que est� acontecendo. �Diariamente arriscamos nossa
vida usando equipamentos dos quais n�o sabemos nada, como carros, avi�es e
elevadores�, defende o pesquisador que, de qualquer forma, considera que o
sistema precisa ser reformulado para ficar mais transparente.
Divulga��o
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