Excelente seus comentário Amilcar! De fato as nossas urnas eletrônicas não
são 100% seguras. O que me espanta é que empresas serias que estão
preocupadas com a segurança de seus softwares, promovem desafios a hackers
no mundo inteiro, podemos citar para ilustrar a gigante  Americana Oracle,
que sempre promove esses desáfios. O ultimo desafio feito durou apenas sete
dias , o kit service da Oracle não conseguiu suporta aos ataques oriundos de
várias partes do mundo, o que surpreendeu Larry Harrison presidente da
Oracle que esperava pelo menos 3 mêses. No Brasil a realidade é outra, o
STI/TSE é imcapaz de promover algo desse tipo, porque seria completamente
desmoralizado. E essa imagem eles não querem de forma alguma ter. Em verdade
o pessoal do STI, tem que entender que isso sim é transparência.
Eles precisam urgetemente entender e estudar a filosofia de pompper, ou
seja, nada que não pode ser falseável é ciência. Aqui entra a arrogância do
STI/TSE, eles demonstram publicamente que as urnas são invioláveis, eles
mesmos ficam o prego no caixão deles!

Gladston

2008/11/27 Amilcar Brunazo Filho <[EMAIL PROTECTED]>

>
> A urna eletrônica e a fraude
>
> http://www.oglobo.com.br//pais/noblat/luciahippolito/post.asp?cod_post=142704
>
>
>
> A Subcomissão de Segurança do Voto Eletrônico promoveu ontem na Câmara
> dos Deputados, uma audiência pública. Mais uma vez, cientistas e
> professores, especialistas em informática mostraram que as urnas
> eletrônicas brasileiras são, sim, vulneráveis.
>
> Mas o TSE resiste a qualquer auditoria ou teste.
>
> (Anteontem, assistimos na TV a uma matéria mostrando a altíssima
> possibilidade de fraude nas eleições no município de Caxias, no Maranhão.)
>
> Desde 2003 venho falando e escrevendo sobre o assunto.
>
> A adoção das urnas eletrônicas no Brasil reduziu drasticamente as
> fraudes. Fraude eleitoral deixou de ser tema prioritário.
>
> Mas ficamos sem um comprovante impresso, que pudesse ser utilizado em
> caso de necessidade de recontagem.
>
> O vexame das eleições presidenciais americanas de 2000, quando não foi
> possível recontar muitas urnas na Flórida, só fez confirmar a
> necessidade de se ter um comprovante da eleição.
>
> Uma lei foi aprovada às pressas, mandando que a Justiça Eleitoral
> instalasse em todo o país urnas eletrônicas com a capacidade deimprimir
> o voto. Este voto não ficaria com o eleitor. Seria depositado em outra
> urna e ficaria guardado com a Justiça Eleitoral para o caso de ser
> necessária uma recontagem.
>
> Ou seja, uma garantia a mais.
>
> Na época, o presidente do TSE era o ministro Nelson Jobim que, pura e
> simplesmente, desconsiderou a lei. E não cumpriu.
>
> Quando o prazo para a substituição das urnas estava se esgotando, o TSE
> passou a alegar que não tinha dinheiro para realizar a substituição a
> tempo de valer para as eleições municipais de 2004.
>
> Novamente, redigiu-se às pressas um projeto, de autoria do senador
> tucano Eduardo Azeredo (MG), anulando a lei anterior, isto é, acabando
> com a obrigatoriedade do voto impresso. Na época, jurava-se que os
> verdadeiros autores do projeto eram dois famosos ministros do TSE.
>
> E as urnas eletrônicas continuaram sem um comprovante impresso, uma
> contraprova do voto do eleitor.
>
> Na internet há vários grupos de discussão sobre o assunto,manifestos
> circularam, com milhares de assinaturas de especialistas do Brasil inteiro.
>
> Nossas urnas passaram por perícias em importantes universidades
> americanas, para ver se poderiam ser adotadas nos Estados Unidos. E não
> passaram no teste da segurança.
>
> Os americanos não adotaram a urna brasileira.
>
> Claro que, no Brasil, aquelas fraudes clamorosas deixaram de existir.
> Hoje a fraude é residual. Mas numa eleição apertada, qualquer voto
> roubado pode decidir a parada.
>
> Neste caso de Caxias (MA), como proceder à recontagem, se não há
> possibilidade de confronto entre o voto eletrônico e um comprovante
> qualquer de que o eleitor votou neste e não naquele candidato?
>
> Por isso mesmo, é muito bem-vinda a volta da discussão sobre a segurança
> das urnas eletrônicas.
>
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